GUSTAVO H. B. FRANCO

Criada em 16/12/1999
Modificada 7 de novembro de 2009

  

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ORGANIZAÇÃO DO SITE

O material contido neste site está organizado em blocos temáticos (cada qual com sub tópicos) conforme a listagem abaixo, exceto pelas seções referentes a:

1. NOVIDADES, que destacam novos itens, ou velhos itens recentemente adicionados, todos, não obstante, sempre incluídos imediatamente em seu bloco temático.

2. TEMAS (NOVOS E VELHOS) EM CONTÍNUA DISCUSSÃO, engloba tópicos específicos, matérias de discussão recente (polêmicas onde não estou envolvido necessariamente),

3. NOVOS LIVROS ou capítulos de livros, com suas respectivas resenhas e comentários

4. POLÊMICAS onde estão diálogos diversos, com vários economistas sobre os mais diversos assuntos.

Como o mesmo artigo cabe em diferentes títulos, não hesite em usar a ferramenta de busca acima.

Veja um site da revista Epoca com todos os artigos ali publicados; clique no logo.

Época

 

BLOCOS TEMÁTICOS

seta17.gif (173 bytes) ARGENTINA
seta17.gif (173 bytes) ATUALIZAÇÕES: textos antigos e recuperados
seta17.gif (173 bytes) BANCO CENTRAL: documentos e artigos
seta17.gif (173 bytes) CÂMBIO: política cambial, aspectos regulatórios, derivativos, regimes, etc.
seta17.gif (173 bytes) CARREIRA ACADÊMICA & PROFISSIONAL
seta17.gif (173 bytes) CONTATO
seta17.gif (173 bytes) CONTAS EXTERNAS BRASILEIRAS, FMI acordos e desacordos, fundo soberano
seta17.gif (173 bytes) DESENVOLVIMENTO: reformas, modelos e controvérsias, reforma tributária
seta17.gif (173 bytes) DIREITO E ECONOMIA: regulação e instituições
seta17.gif (173 bytes) EDUCAÇÃO: universidades, ensino de economia
seta17.gif (173 bytes) EMPREENDEDORISMO  E NOVA ECONOMIA
seta17.gif (173 bytes) FINANÇAS PÚBLICAS: ajuste fiscal, dívidas e déficits, privatização, PPPs, Universidades e políticas públicas.
seta17.gif (173 bytes) GLOBALIZAÇÃO: comércio, capitais, sistema monetário internacional, etc.
seta17.gif (173 bytes) HIPERINFLAÇÃO: na Europa, anos 1920
seta17.gif (173 bytes) HISTÓRIA ECONÔMICA: Rui Barbosa
seta17.gif (173 bytes) INSERÇÃO EXTERNA e DESENVOLVIMENTO: texto original e comentários diversos
seta17.gif (173 bytes) LIVROS: meus, os que participei com capítulos ou prefácios e recomendações
seta17.gif (173 bytes) MACROECONOMIA: temas da atualidade, o governo Lula
seta17.gif (173 bytes) MATERIAL DIDÁTICO
seta17.gif (173 bytes) MISCELANEA: assuntos diversos
seta17.gif (173 bytes) NOVIDADES
seta17.gif (173 bytes) PESSOAS, IDÉIAS e RESENHAS
seta17.gif (173 bytes) PLANO REAL: inflação e outros temas de macroeconomia
seta17.gif (173 bytes) POLÊMICAS
seta17.gif (173 bytes) POLÍTICA: Patrimonialismo, corrupção, rent seeking  e temas afins
seta17.gif (173 bytes) POLÍTICA INDUSTRIAL: Abertura, incentivos,  multinacionais, privatização, temas setoriais
seta17.gif (173 bytes) PREVIDÊNCIA: reforma, FGTS, fundos de pensão
seta17.gif (173 bytes) SALÁRIOS  E  EMPREGO: encargos e outros temas de economia do trabalho
seta17.gif (173 bytes) SISTEMA FINANCEIRO: política monetária, bancos, regulamentação, mercado de capitais
seta17.gif (173 bytes) TEMAS (novos e velhos) EM CONTÍNUA DISCUSSÃO

LIVROS

Os meus e aqueles para os quais colaboro (com capítulos e prefácios), podem ser comprados na Submarino, que também traz uma seção com recomendações minhas para livros indispensáveis de outros autores.

Veja o novo livro de Edmar Bacha e Luiz Chrysostomo de Oliveira Filho (organizadores) Mercado de capitais e dívida pública: tributação, indexação e alongamento. Edição conjunta ANBID, IEPE-Cada das Garças, Contracapa Editora, São Paulo, 2206, onde está publicado o meu texto Notas sobre crowding out, juros altos e LFTs. Veja, a propósito, a matéria de Giuliano Guandalini, 5 lições para derrubar o juro e crescer mais, para a Veja (24.05.06). Veja a matéria de Angelo Pavini Economistas avaliam alternativas para a substituição de LFTs para o Valor Econômico, 22.05.2006

Veja o novo livro de Fernando Henrique Cardoso A Arte da Política: a história que vivi de Veja o comentário de Guilherme Fiúza Político derrota sociólogo no site no mínimo (01.04.06).

 

Veja o novo livro de Guilherme Fiúza 3000 dias no bunker, um plano na cabeça e um país na mão, pela Editora Record. Veja as matérias de Luciana Rodrigues para O Globo (05.02.2006)  Bill Clinton e Tony Blair seguram Malan, Duelos no mercado e apoio internacional e Tudo mudou e está no mesmo lugar. Veja a matéria de Margareth Boarini, No bunker, em busca de credibilidade, para o Valor Econômico – 09.03.2006. Veja, sobre o livro, a matéria A guerra da moeda, Livro revela detalhes inéditos do Plano Real e expõe os dramas de seus principais combatentes, por Leonardo Attuch, para a Istoé Dinheiro (06.02.2006. Veja também o artigo de Roberto Pompeu de Toledo Lições de Brasil: Um livro que reconstitui o Plano Real, conta casos de valor permanente sobre como funciona o poder no país para a Veja (26.04.06). Veja a entrevista do autor para Graziela Salomão da revista Época Um projeto para vinte anos, jornalista mostra a cúpula econômica do governo que conseguiu sobreviver intacta ao final dos dois governos de FHC e estabilizou a moeda brasileira. Veja a resenha escrita por Paulo Roberto Almeida O Bunker voador, para o site Nominimo (postada 12.12..06). Veja também o Esclarecimento sobre o livro “3000 dias no bunker”, escrito pelo próprio autor, Guilherme Fiúza, em seu blog em 24.01.07.

 

 

Veja o novo livro de Maílson da Nóbrega O futuro chegou São Paulo: Editora Globo, 2005. Veja a resenha de Lucila Soares Livro de Maílson da Nóbrega mostra que o Brasil tem hoje condições privilegiadas de superar obstáculos ao desenvolvimento (Veja, 23.11.05)

 

Veja também o livro de Maria Clara do Prado sobre o Plano Real. Plano Real: A Real história do Real: uma radiografia da moeda que mudou o Brasil de Maria Clara R. M. do Prado Rio de Janeiro: Editora RECORD

 

Veja também “Inflation targeting, debt, and the Brazilian experience, 1999 to 2003” coletânea organizada por Francesco Giavazzi, Ilan Goldfajn e Santiago Herrera. MIT Press, Cambridge, 2005. Veja  a resenha Uvas e jabuticabas.

 

Livros meus ou editados por mim

A economia em Machado de Assis

O olhar oblíquo do acionista

Rio de Janeiro, Editora Jorge Zahar, 2007.
(nas livrarias)

Machado_capa

Machado de Assis comentarista econômico? Acionista preocupado com dividendos, assembléias e estatutos?  Discutindo fusões bancárias, emissões de moeda e desvalorizações cambiais? Dividido entre as letras de câmbio e as “letras literárias”, entre o deslumbramento e a melancolia com o surto de progresso que vem com a República? Irritado com os impostos e com a inflação? Observador ferino da euforia especulativa e da crise financeira que se seguiu? Como não percebemos que nosso maior escritor tratou de tudo isso, e o fez de forma inigualável? E que todas essas questões afetavam diretamente o seu patrimônio?

“O olhar oblíquo do acionista” é uma coletânea de crônicas de Machado de Assis, 39 dentre as 600 que escreveu, feitas entre 1883 e 1900 e tratando desses temas econômicos que nunca pensamos que pudessem ser objeto da atenção de nosso maior escritor.

O livro tem uma edição especial, exclusiva para clientes da Rio Bravo, feita pela editora Reler.

Machado_Reler


Veja as resenhas e comentários: Veja o comentário de Sergio Paulo Rouanet. Veja a resenha de Jerônimo Teixeira para a Veja (28.11.07) Pecados do Capital: crônicas de Machado de Assis revelam a barafunda econômica de sua época - e a posição sinuosa do autor sobre o tema. Ouça o podcast com a entrevista do organizador feita por Lauro Jardim para o radar On-LineVeja a nota de Flavia Oliveira Machado de Assis e o acionista em O Globo (11.11.07), e a matéria de Olga de Barros O investidor olha mas não enxerga para o Valor (06.12.07).

Veja a matéria de Fernando Molica para o Jornal da Globo, em texto (os escritores no poder) ou em video, tratando em conjunto dos livros sobre Fernando Pessoa e Machado de Assis.




A Economia em Pessoa: verbetes contemporâneos.

Rio de Janeiro: Editora Reler, 2006. (primeira edição)

pessoa

Trata-se da reedição de escritos pouco conhecidos de Fernando Pessoa tratando de economia e tópicos de administração de empresas (incluindo privatização, globalização, marketing, branding, governança corporativa, desregulamentação, entre outros), a maior parte de 1926, organizados e prefaciados por mim, e compreendendo uma “entrevista” com o Poeta, feita em 1972, por João Alves das Neves, presidente do Centro de Estudos Fernando Pessoa.

Veja o comentário sobre o livro do acadêmico Alberto da Costa e Silvae o meu artigo para a Revista Wish Report ano 3 n. 14, 2007, O Debate em Pessoa.

 

Veja as resenhas e comentários: Veja as matérias de Luciana Rodrigues Lições de economia por Pessoa, ele mesmo (Livro reúne textos do poeta português escritos na década de 20 sobre temas como privatização e protecionismo) e a entrevista com o editor  (Gustavo Franco)  para O Globo 08.01.2007). Veja a coluna de Merval Pereira O poeta e a economia para O Globo (08.01.2007). Veja também a matéria de Fernando Dantas (OESP, 07.01.07) As idéias liberais e atuais de Fernando Pessoa. Veja os artigos O liberalismo do poeta fingidor e também Pound, Eliot e a economia, ambos de Oscar Pilagallo, para o Valor (12.01.2007). Veja também O economista e o poeta, entrevista com Gustavo Franco para Robinson Borges (Valor, 12.01.2007). Veja a resenha de Vinicius Mota para a Folha de São Paulo (14.01.2007) Coletânea traz

Fernando Pessoa como defensor do liberalismo. Veja a matéria de Leandro Loiola O economista e o poeta para a Revista Época (14.01.07), e a matéria de Leonardo Attuch A economia em linha reta para a Revista IstoÉ Dinheiro. Veja o comentário de Roberto Cavalcanti de Albuquerque Fernando Pessoa, economista. Veja a matéria A economia sob o olhar do poeta, para o jornal O Povo, do Ceará, (12.03.07) por Ana Mary Cavalcante.

 

 



CRÔNICAS DA CONVERGÊNCIA: ensaios sobre temas já não tão polêmicos.
Prefácio de Miriam Leitão, Rio de Janeiro Editora Topbooks. Orelha de Guilherme Fiúza e comentários na quartacapa de Fernando Henrique Cardoso, Edmar Bacha, Arnaldo Jabor, Arminio Fraga e Pedro Malan. Apoio BM & F.

Veja as resenhas:  de Marcio Aith para a Veja (30.08.06) As razões da razão, Coletânea de artigos do economista Gustavo Franco, um dos pais do Real, mostra como o Brasil começou a vencer a indigência do pensamento econômico; de Leonardo Attuch para a Isto É Dinheiro (30.08.06) A convergência de Gustavo Franco, ensaios do ex presidente do BC revelam que algumas de suas polêmicas estão virando consensos; e de Robinson Borges para o Valor Econômico (17.08.06) Ex-BC aprimora seu estilo franco-atirador. Veja também a matéria de Leonardo Trevisan para a Gazeta Mercantil (23.08.06) Gustavo Franco lança novo livro com coletânea de artigos; a matéria de Flávia Oliveira para sua nova coluna em O Globo (22.08.06) Antologia de artigos da metralhadora giratória; Veja o sumário dos debates em Encontros O Globo e  Instituto Milenium sobre o livro, com a participação de Guilherme Fiúza e Fabio Giambiagi e Merval Pereira (como mediador).

Rui Barbosa O Papel e a baixa do câmbio, um discurso histórico de Rui Barbosa, pela Editora Reler, Rio de Janeiro, 2005 

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O livro é a reedição de um discurso histórico de Rui Barbosa, de 1891, que nos remete a um momento decisivo da vida nacional, o da transição do trabalho escravo para o livre, do Império para a República e da luta entre ortodoxia monetária - o metalismo - e a heterodoxia - o papelismo. A edição, feita por mim, e patrocinada pela Rio Bravo conta ainda com um prefácio de Gustavo Franco, orelha de Winston Fritsch e quarta capa de José Murilo de Carvalho. Disponível para compra na Livraria Cultura. Uma curiosa controvérsia recente sobre Rui Barbosa. A revista IstoÉ Dinheiro publicou a matéria Ruy Barbosa: ave de rapina?, ao mesmo tempo em que a Istoé deu a Rui Barbosa o título de “Brasileiro do Século”, na categoria “Justiça e Economia”. A premiação foi criticada por Luis Nassif em O brasileiro do século (FSP, 30.10.05). O ex-ministro Paulo Brossard saiu em defesa de Rui em Assim é demais (OESP, 11.11.05), e Nassif respondeu com O financista Rui Barbosa (FSP, 13.11.05) e também Rui Barbosa e os ecos do passado (19.11.05). Veja também um curioso comentário de Luis Nassif A revanche do encilhamento (FSP, 05.12.04) e outro ainda mais estranho ao meu texto (sobre reforma monetária na passagem para a República) Rui Barbosa e o Plano Real (28.05.05). Posteriormente, parecendo responder a essas questões, a Revista Época publicou Edição especial com a escolha de Ruy Barbosa como o Maior Brasileiro da História, onde publiquei O prometeu da economia Época (11.09.06).



O Desafio Brasileiro: ensaios sobre desenvolvimento, globalização e moeda
São Paulo: Editora 34, 1999. 

loading Desafio

Veja o índice. Veja também as resenhas, de Mailson da Nóbrega para a Veja, em 26.04.2000, Xô inflação, de Antônio Barros de Castro para a FSP, em 14.04.2000, com o título Atrevido e Imaginoso e a matéria de William Salazar, para a Agência O Globo, em 14 de dezembro de 1999, com o título Franco: valorização do real foi alavanca para mudar o modelo econômico.

O Plano Real e Outros Ensaios. Editora Francisco Alves, Rio de Janeiro, 1995.

Plano Real

Veja as resenhas de Carlos Alberto Sardenberg Chaves que guardam os segredos do Plano Real, para a FSP de 20.09.95, de Márcio Moreira Alves, Livros políticos, para O Globo de 13.09.95, o artigo de Ernesto Lozardo Os riscos do Plano Real em OESP 13.09.95, o editorial intitulado Ensaio real do Correio Brasiliense de 23.07.95 e a matéria Chumbo Trocado, de Maria Helena Passos para a Revista BOVESPA, edição de Agosto de 1995.

Cursos de Economia (editor) catálogo de listas de leitura de cursos oferecidos em centros membros da ANPEC Publicado pela ANPEC, Setembro de 1992. (esgotado)

A Década Republicana: o Brasil e a economia internacional - 1888/1900 Publicado pelo IPEA-INPES pela série PNPE nº 24. Rio de Janeiro, 1991.

Foreign direct investment and industrial restructuring: issues and trends (co-autor Winston Fritsch) Development Centre Studies, OECD Development Centre, OECD, Paris, 1991. Publicado simultaneamente, e na mesma série, em francês com o título L'Investissement Étranger Direct au Brésil: son incidence sur la restructuration industrialle. (esgotado)

Reforma Monetária e Instabilidade Durante a Transição Republicana Publicada pelo BNDES, Rio de Janeiro, 1ª edição 1983. 2ª edição, 1987. (esgotado). Veja um curioso comentário de Luis Nassif A revanche do encilhamento (FSP, 05.12.04)  e outro ainda mais estranho ao meu texto Rui Barbosa e o Plano Real. (esgotado)

 

Livros onde escrevo capítulos ou prefácios

 

Marcelo de Paiva Abreu (org.) A Ordem do Progresso: cem anos de política econômica republicana, 1889-1989  Rio de Janeiro: Campus Editora, 1989. Capítulo 1 "A Primeira Década Republicana".

João Paulo Reis Veloso (org.) As Perspectivas do Brasil e o Novo Governo Rio de Janeiro: Nobel, 1990. Ensaio Estratégia industrial e investimento direto estrangeiro, escrito em parceria com Winston Fritsch.

Gerald. K. Helleiner (ed.) Trade Policy, Industrialization and Development: new perspectives. Oxford: Clarendon Press, 1992. Ensaio sobre “Foreign Direct investment and patterns of trade and industrialization in developing countries: notes with reference to the Brazilian experience" escrito em parceria com Winston Fritsch.

Competition and Economic Development Committee of Competition Law and Policy, OECD, 1991. Ensaio "Efficient Industrialization in a Technologically Dependent Economy: The Current Brazilian Debate", escrito em parceria com Winston Fritsch.

João Paulo Reis Veloso (org.) O Brasil e a nova economia mundial Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1991. Ensaio "O Investimento Direto Estrangeiro em uma Nova Estratégia Industrial", escrito em parceria com Winston Fritsch.

Maria D'Alva G. Kinzo (ed.) Brazil: challenges for the 1990s Londres: Institute of Latin American Studies & British Academic Press, 1993. Ensaio "The political economy of the Brazilian hyperinflation".

Gerald K. Helleiner (ed.) Trade policy and industrialization in turbulent times London: Routlege for the United Nations University-Wider, 1993. Ensaio "Import repression, productivity slowdown, and manufactured export dynamism: Brazil, 1975-1990", escrito em parceria com Winston Fritsch.

João Paulo Reis Veloso (ed.) O Brasil e o mundo no limiar do novo século Rio de Janeiro: Editora José Olympio, 1998. Ensaio ”O Plano Real em perspectiva de médio prazo”, reproduzido em O Desafio Brasileiro.

Hjalmar Schacht Setenta e seis anos de minha vida de. Editora 34, 1999.  Prefácio “Schacht: aspectos econômicos”.

Heidrun K. Olinto & Karl E. Schollhammer (eds.) Novas epistemologias: desafios para a universidade do futuro Rio de Janeiro: Nau Editora & Departamento de Letras, PUC-Rio, 1999. Ensaio “Em defesa da teoria”.

Guido Mantega e José Márcio Rego (orgs.) Conversas com economistas brasileiros, volume II São Paulo, Editora 34, 1999. Entrevistas com diversos economistas, entre os quais José Serra, José Alexandre Scheinkman, Aloisio Mercadante, Gustavo Franco e outros.

Rosa Fontes & Marcelo Arbex (orgs.) Economia aberta: ensaios sobre fluxos de capitais, câmbio e exportações Editora da Universidade Federal de Viçosa, 2000. Ensaio “As reformas e o crescimento da produtividade: uma nova economia”.

Pablo Matín Aceña e Jaime Reis (eds.) Monetary standards in the periphery: paper, silver and gold, 1854-1933 Londres: Macmillan Press, 2000. Ensaio Aspects of the Brazilian Experience with the Gold Standard, escrito em parceria com Winston Fritsch.

Cid Torquato (org.) E-Dicas: Desvirtualizando a Nova Economia São Paulo, Usina do Livro, 2002. Ensaio A Nova Economia chegou para ficar.

José Antonio Gonzalez, Vistorio Corbo, Anne O Krueger e Aaron Tornaell (editores) Latin American Macroeconomic reforms: the second stage University of Chicago Press, 2003.
Ensaio Circumstances and Institutions: Notes on Monetary Policy in Brazil in the Last 14 Years .

Fábio Giambiagi, André Villela, Lavinia Barros de Castro e Jennifer Hermann (orgs.) Economia Brasileira Contemporânea, 1945/2004 (Rio de Janeiro, Editora Campus, 2004). Capítulo Auge e Declínio do Inflacionismo no Brasil .  Veja a resenha de Miriam Leitão e o artigo de Fabio Giambiagi Brasil, um olhar sobre a História (Valor, 23.11.04).

Luciano Benetti Timm (organizador) Direito e Economia São Paulo: Thomson IOB Editora, 2005. Prefácio Celebrando a Convergência. Veja o índice.

Rui Barbosa O Papel e a baixa do câmbio Rio de Janeiro, Editora Reler. Prefácio.

Clóvis Brigagão e Silvério Zebral (coordenadores) O Brasil de Lula: retrospectiva 2003-2005 e perspectiva para 2006. Número especial da revista “Política Internacional” (II série, novembro de 2005, n. 29), editada pelo CIDEC – Centro Interdisciplinar de Estudos Econômicos, em colaboração com o Centro de Estudos das Américas do Instituto de Humanidades da Universidade Cândido Mendes. Artigo Investimento direto estrangeiro (IDE) no Brasil 1995-2004: “passivo externo” ou “ativo estratégico” ?.

Antonio Correa de Lacerda (organizador) Crise e oportunidade: o Brasil e o cenário internacional São Paulo: Lazuli Editora, 2006. Artigo Investimento direto estrangeiro (IDE) no Brasil 1995-2004: “passivo externo” ou “ativo estratégico” ?

Edmar Lisboa Bacha e Luiz Chrysostomo de Oliveira Filho (editores) Mercado de capitais e dívida pública: tributação, indexação, alongamento. ANBID, Contracapa e IEPE-Casa das Garças, Rio de Janeiro, 2006. Ensaio 
Notas sobre crowding out, juros altos e LFTs.


Artur Ituassu e Rodrigo de Almeida (organizadores) O Brasil tem jeito? Coletânea para a Jorge Zahar Editora, Rio de Janeiro, 2006. Ensaio “Entre o horizontalismo e o privilégio – sobre a tensão na regulação da moeda”. Veja uma resenha  Livro discute dilemas do Brasil às vésperas das eleições presidenciais O Globo, 30.07.2006. 
Veja também a matéria de Carlos Alexandre para o Correio Brasiliense Livro instiga leitor ao voto consciente. Veja a matéria de Fernando Scheller Livro traça "agenda sofisticada" para problemas do país para o portal Globo, 23.09.06.


Tamás Szmrecsányi e Francisco da Silva Coelho (organizadores) Ensaios de história do pensamento econômico no Brasil contemporâneo Coletânea para a Ordem dos Economistas do Brasil, publicada pela Editora Atlas, São Paulo. Ensaio 
Economia na PUC-Rio: notas de uma testemunha. Veja a resenha de autoria do prof. Rui Granziera, publicada pela revista Estudos Avançados da USP, n. 62 Pensamento Econômico: Um balanço necessário.



Sergio Lewin (org.) Idéias e conseqüências Porto Alegre: Editora Sulina, 2007. Capítulo 1 Uma longa adolescência: fases da história monetária brasileira ; o volume também conta com textos de Roberto da Matta, Jorge Caldeira, Roberto Romano, Claudio de Moura Castro, Bolívar Lamounier e Roberto Fendt. O volume é composto das falas no seminário onde foi feita a apresentação PPT Idéias sobre moeda, câmbio, bancos (inclusive o central) e macroeconomia em geral por ocasião do Seminário Idéias e Conseqüências, promovido pelo Instituto Liberdade, Porto Alegre, 29 de agosto de 2006.

Ideias e consequencias

Edmar Bacha e Ilan Goldfajn (orgs.) Como reagir a crise? Políticas econômicas para o Brasil . Editora Imago, Rio de Janeiro, 2009. Veja o texto de minha autoria O desembarque da crise no Brasil: dez idéias.


Livros indispensáveis, de outros autores, que gostaria de recomendar, além destes acima: Não deixe de ver esta seção especial na livraria virtual Submarino.

 

POLÊMICAS

seta17.gif (173 bytes) João Paulo de Almeida Magalhães sobre Multinacionais, globalização e política industrial. Em Multinacionais: prós e contras (JB, 12.09.88) JPAM alega que as MNs terão papel menor no desenvolvimento brasileiro, propõe subsídios para empresas nacionais e desconhece realidades básicas do mundo globalizado. Foi contestado em Multinacionais: os fatos (JB, 24.09.88, escrito em parceria com Winston Fritsch). JPAM respondeu com O Papel das Multinacionais (JB, 12/9/88) e foi novamente contestado em Política Industrial e Competitividade (JB, 24.10.88, também com Winston Fritsch). JPAM responderia, por último, com Ainda as Multinacionais (JB, 07.11.88). A propósito, não deixe de ver os resultados do Primeiro (ano base 1995) e do Segundo (ano base 2000) Censo de capitais estrangeiros no Brasil, e os artigos mais recentes sobre o tema na seção Política Industrial.

seta17.gif (173 bytes) Aloisio Teixeira sobre “equacionamento” da dívida pública interna e o “caráter financeiro” do déficit público. Em O que se deve esperar da Social Democracia (JB, 03.07.89) Teixeira propõe um “equacionamento”  da dívida interna, no que foi contestado em O que “não” se deve esperar da Social Democracia (JB, 03.07.89), por Fabio Giambiagi em Choque fiscal sim (JB, 10.07.89) e também por José Roberto Rodrigues Afonso Economistas e crise fiscal (JB, 31.07.1989) Mais adinte, quando idéias sobre “calote” estavam “no ar”, prestes a serem praticadas, publiquei O calote de dívida interna (JB, 18.12. 89)

seta17.gif (173 bytes) Delfim Netto sobre o uso das reservas internacionais para obras de manutenção das estradas. A sugestão, feita ao Presidente Itamar Franco, foi criticada em As reservas e as estradas (FSP, 24.01.93). Delfim respondeu com Reservas  (FSP, 27.01.93) e foi contestado novamente em As reservas e as estradas 2 (FSP, 31.01.93). Antes disso a proposta foi criticada por Maria Victória Werneck e Sandra Polônia Rios em É possível usar as reservas para crescer? (FSP, 20.01.93). Veja uma série de artigos de Celso Ming sobre a possibilidade de se aplicar as reservas internacionais em investimentos domésticos (OESP, 22-24.02.07).

seta17.gif (173 bytes) Itamar Franco sobre controles de preços durante a vigência da URV. Itamar Franco: noção das coisas  (O Globo 30.01.98) foi escrito em resposta ao artigo do ex-presidente Itamar Franco intitulado As inverdades do dr. Gustavo Franco (O Globo 24.01.00) a propósito de observações no meu livro “O Plano Real e Outros Ensaios” sobre controles de preços no início do Plano Real.

seta17.gif (173 bytes) Leda Pauliani, José Carlos de Souza Braga, Luiz Gonzaga Belluzzo, Aloisio Biondi e a Folha de São Paulo sobre o Mal Estar com a Globalização e as Reformas no Brasil. Os Parnasianos Alternativos (FSP, 24.11.96, e posteriormente republicado como Capítulo 7 de O Desafio Brasileiro) foi escrito em resposta ao artigo da professora Leda Paulani A Franqueza da Social Democracia (FSP, 10.11.96), a propósito do meu artigo Inserção externa e desenvolvimento, e também como comentário a O espectro que ronda o capitalismo (FSP, 01.09.96). Como tréplica a Os Parnasianos Alternativos,  Leda Paulani publicou A Fraqueza da Social Democracia (FSP, 08.12.96), Souza Braga publicou Cosmopolitismo de araque (FSP, 05.01.97), Luiz Gonzaga Belluzzo publicou Rastros de ódio (FSP, 01.12.96) e Aloisio Biondi publicou Muito obrigado, doutor Gustavo Franco (FSP, 12.12.96. A Folha de São Paulo, a propósito da polêmica, fez publicar editorial, em 25.11.96, intitulado Bater sem debater, sobre o qual dirigi carta ao jornal, que ganhou o título de Debate e foi publicada em 28.11.96. Veja também algumas cartas de leitores.

seta17.gif (173 bytes) Luís Nassif sobre a privatização das empresas de saneamento. Nassif, em A Culpa é de FHC (FSP, 20.10.00) associou indicadores de saúde pública à falta de investimentos em saneamento. Argumentei em O Problema do Saneamento não é Contábil (OESP e JB, 22.10.00) que a preocupação procede mas não seria resolvida por truques contábeis deixando de definir investimentos de empresas públicas deste setor como despesa pública. Nassif respondeu em O Saneamento de Franco (FSP, 24.10.00) e o assunto pareceu convergir em As Estatais Diferentes das Outras (OESP e JB, 29.1000), onde se argumenta que a única estatal que verdadeiramente não depende do Tesouro é a ex-estatal.

seta17.gif (173 bytes) Luís Nassif sobre o passivo externo, e impactos cambiais de investimentos diretos, e o modo como jornalistas e acadêmicos devem dialogar. Em O passivo externo (OESP e JB, 28.05.00) argumentei que o investimento direto não deveria propriamente compor o que os tementes da vulnerabilidade externa chamam de “passivo externo”. Nassif contestou os argumentos em A Retórica do Dedão Pisado (FSP, 30.05.00). A discussão migrou um pouco para a forma do diálogo, uma vez que na substância, houve convergência, a julgar por O passivo externo: forma e conteúdo (OESP e JB, 04.06.00) e pela resposta de Nassif em Academicismo e Jornalismo (FSP, 07.06.00)

seta17.gif (173 bytes) Paulo Aragão, Luiz Alberto Rosman, João Laudo de Camargo, Maria Isabel Bocater e Arnoldo Wald sobre dispositivo da nova Lei das S/As limitando o escopo de atuação dos membros de conselhos de administração.  Em A nova lei das SAs e o “conselheiro laranja” (OESP, 30.09.01),  escrito em colaboração com João Laudo de Camargo, argumentamos que a nova lei “vinculava” excessivamente Conselheiros a acordos de acionistas em detrimento da boa governança corporativa. A tese foi contestada por Paulo Cezar Aragão em Conselheiros e acordos de acionistas (OESP 07.10.01) e reafirmada em Conselheiros laranja

por João Laudo de Camargo e Maria Isabel Bocater e posteriormente comentada em Acionistas e administração de Luiz Alberto Colonna Rosman  (JB, 30.10.01) e também por Arnoldo Wald em A nova lei das S/As (FSP, 19.10.01)

seta17.gif (173 bytes) Antonino Marmo Trevisan sobre como os contabilistas não conseguem enxergar o déficit público. Em Abaixo a repressão fiscal (OESP e JB, 04.04.99) argumentei que os orçamentos para a União, feitos ao amparo da Lei 4.320/64, não distinguem “receita” de “financiamento” portanto, por construção, nunca deixam de estar equilibrados e assim transmitem noções equivocadas para a Sociedade sobre o estado das finanças públicas. Tresivan em Luca Paciolo e Gustavo Franco (Carta Capital, 28.05.99) sente-se ferido em seus brios profissionais, bem como o Dr. José Serafim Abrantes, Presidente do Conselho Federal de Contabilidade, que me dirigiu, em 16.04.99 Oficio Mal Humorado. Minha resposta a Trevisan em Trevisan e o déficit orçamentário (Carta Capital 02.08.99) deixa claro que não estou, nem de longe, agredindo as partidas dobradas e tampouco o profissional de contabilidade. Trata-se apenas de deixar claro que, ao obedecer as partidas dobradas as finanças públicas não estão salvas. Veja também, nesta linha, a minha resposta ao ofício mal humorado do Dr. Abrantes, de 11.05.99, e um comentário de um leitor (de 23.06.99) da Carta Capital . Trevisan, em sua tréplica, Gustavo Franco e a dívida mobiliária (Carta Capital, 09.06.96), reluta em concordar com o que proponho, conforme procuro argumentar em Trevisan Neoliberal (Carta Capital, 23.06.96), e atestado pela sua lacônica resposta. Interessante que Trevisan voltaria ao tema três anos depois num editorial da Revista de sua própria empresa (Revista Trevisan, n. 163/2002) em Contadores e auditores na guilhotina, alegando que eu havia acusado os contabilistas de serem os responsáveis pela inflação no Brasil. Mandei uma carta pessoal ao Dr. Trevisan em 08.04.02 em protesto e obtive  a resposta do Dr. Trevisan, via e-mail em 12.04.02”.

seta17.gif (173 bytes) João Sayad sobre definições de déficit público e o modo como a inflação o afeta: causa ou conseqüência? Sayad argumenta em Uma encíclica papal sobre a vitamina C (FSP, 24.10.1993) que o déficit fiscal é produzido em boa medida pela própria inflação. Em Ajuste fiscal: Alemanha anos 20, Brasil anos 90 (originalmente em FSP, 31.10.1993, e também como capítulo 10 de O Plano Real e Outros Ensaios) procura-se mostrar que isto era uma tese crucial para as hiperinflações européias dos anos 1920 (como se mostra em mais detalhe em Reformas Fiscais e os Fins de Quatro Hiperinflações) mas que para o Brasil o efeito Tanzi era mitigado pela ampla indexação do sistema tributário e que era na despesa onde a inflação tinha mais influência sobre o déficit público no Brasil.

 

seta17.gif (173 bytes) Dorothéa Werneck, Antonio Barros de Castro e O Estado de São Paulo sobre o novo Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social visto à luz da experiência passada das câmaras setoriais (CSs) e de “pactos sociais”. Em O Camarão Setorial do Desenvolvimento (OESP, 09.02.03) critiquei a iniciativa do novo governo em montar um conselho de representantes da sociedade civil arbitrariamente escolhidos para fazer disso um “ator” no jogo político em contraposição ao Congresso Nacional. Argumentei que este novo conselho tinha todos os defeitos das antigas CSs, daí designá-lo como o “Camarão”, tomando emprestada a expressão de Francisco de Oliveira. Em 12.03.03 O Estadão publica Editorial intitulado O que se espera do Conselho, levantando dúvidas semelhantes. A ex-ministra Dorothéa Werneck (OESP, 16.02.03) responde meu artigo com CSs: um exercício de Democracia, que mereceu réplica em CSs: vamos esquecer este assunto (OESP, 23.02.03). O professor Antonio Barros de Castro (FSP, 26.02.03), num artigo cheio de adjetivos, CSs, o Debate, parece propenso a diminuir a importância da abertura para o crescimento da produtividade no Brasil nos anos 1990. Veja também o lúcido artigo de Gesner de Oliveira Dois equívocos sobre as câmaras setoriais (FSP, 09.08.03). Tempos depois, veja uma avaliação de Maílson da Nóbrega Cadê o CDES (OESP, 07.08.05) do que fez o CDES em seus primeiros dois anos de vida. Mais sobre a experiência do CDES na matéria de Juoiana Duailibi Revolta no Conselhão (Veja, 17.05.06)

seta17.gif (173 bytes) Paul Singer, Aloisio Mercadante, Miguel Jorge e Alencar Burti, sobre os primeiros anos das câmaras setoriais (CSs) e em especial sobre os dois acordos na CS da indústria automobilística. Criadas em 1989 com vistas à política industrial, em 1991 as CSs foram reinventadas para “administrar” o descongelamento de preços seguindo-se ao Plano Collor 2, o que foi celebrado por Paul Singer (FSP, 27.04.91) CSs – pouco demais, tarde demais, em vista do que viria a seguir. O primeiro acordo CS automotiva, de março de 1992, é descrito na matéria de Claudia Safatle para a GM (27.03.92) Grande Acordo Setorial para Conter Preços, e celebrado como extraordinária descoberta por Aloisio Mercadante (FSP, 30.03.92) em Inflação, CSs e o Caminho. O acordo foi renovado em junho merecendo ruidosa propaganda de representantes da indústria, como o doutor Alencar Burti (FSP, 08.06.92) CS: o Caminho da Modernidade, e como o jornalista Miguel Jorge, então Vice Presidente de Assuntos Corporativos da Autolatina, em Renovação do Acordo da Indústria Automobilística (GM, 04.07.92) e Quem Ganha com o Acordo das Montadoras (FSP, 06.07.92). Questionando essas avaliações escrevi Maravilhas do Acordo Automotivo (FSP, 14.07.92) destacando os custos fiscais e favores regulatórios, temas que ainda não estavam maduros naqueles dias. Luís Nassif (FSP, 29.10.92) em O Espaço das CSs especulava sobre a importância do instrumento para a política industrial e Aloisio Mercadante (FSP, 12.12.92) em Negociar, Distribuir e Crescer já falava em “controle social da inflação” como alternativa ao neoliberalismo. A movimentação para o segundo acordo, de fevereiro de 1993, pode ser vista em Os Desafios da Reativação Econômica (FSP, 09.02.93), por Miguel Jorge, e em CS e Apartheid Social (FSP, 21.02.93) por Aloisio Mercadante. A propósito deste acordo escrevi O Novo Acordo (FSP, 21.02.93), que mereceu uma resposta direta de Miguel Jorge (FSP, 06.03.93) em Quem Ganha com o Acordo. Como réplica publiquei Quanto Custou o Acordo Automotivo (FSP, 18.03.93) estimando a renúncia fiscal envolvida em algo como US$ 1,4 bilhão. A tréplica de Miguel Jorge veio em Só Não Vê Quem Não Quer (FSP, 15.04.93) e a minha resposta, logo em seguida (FSP 22.04.93), em A Lavagem de um Subsídio. Miguel Jorge ainda publicaria (FSP, 09.05.94) Uma Estranha Obsessão, retirando-se da controvérsia em um momento onde Fernando Henrique Cardoso assumia o Ministério da Fazenda e este que vos fala a Secretaria de Política Econômica, na posição de Adjunto.

 

 

seta17.gif (173 bytes) Aloisio Mercadante, Guido Mantega, Francisco de Oliveira, Lucia Helena Salgado, Patricia Anderson, Glauco Arbix, Vicentinho, Heguiberto de la Navarra, Antonio Maciel sobre as câmaras setoriais como instrumentos de “controle social dos preços” e de políticas de rendas no contexto de programas de estabilização, inclusive para o Plano Real. Aloisio Mercadante e Guido Mantega, em Uma Proposta Inconsistente (09.04.93) usaram a expressão “controle social da inflação” para descrever “uma ampla negociação de preços, salários, tarifas, taxas de câmbio, e taxas de juros”, o que também chamariam de “política de rendas” em De Haddad a Eliseu (FSP, 05.05.93). Alencar Burti já parecia lamentar o ocaso das CSs em CS – Segunda fase (FSP, 29.06.93), e o sociólogo Francisco de Oliveira escreveu dois textos notáveis sobre as CSs. No primeiro Carta Aberta a Hereges e Cristãos Novos

 (FSP, 04.07.93) reconhecia o que até então parecia tabu, ou seja, que as CSs estavam sim eivadas de corporativismo, porém “assentado em entidades representativas reais, e num Estado real, costurado na transparência da competição entre as partes”. Mais que isso, pensando num conjunto de CSs trabalhando em paralelo usou pela primeira vez a expressão “Camarão”, papel que entende caber ao Estado, e que transcende a multiplicação das CSs, ou sua “suma dialética”. O segundo texto é uma Carta Aberta ao Ministro Fernando Henrique Cardoso (FSP, 06.06.93) defendendo o lugar das CSs em contraposição ao dos “pacoteiros do passado”. Esta defesa foi refeita de forma a confrontar diretamente argumentos meus por Vicente Paulo da Silva (Vicentinho) e Heiguiberto Della Bella Navarro (Guiba) em Lula, FHC e o futuro da CS (FSP, 28.08.94). E foi feita também por Antonio Maciel Neto, em FHC e as CSs (FSP, 19.09.94), que acreditava que as CSs avançariam no governo FHC por iniciativa do senador José Eduardo de Andrade Vieira e a despeito da resistência de “alguns poucos acadêmicos, membros da equipe atual”. Mesmo com o bom começo do Plano Real, Paul Singer e Aloisio Mercadante & Guido Mantega insistiam com a tese do “controle social dos preços”, respectivamente em O Quão Real é o Plano Real (FSP, 31.08.94) e Os Dilemas do Real (FSP, 26.03.94). A esta altura, todavia, as CSs já estavam feridas de morte por perda de objeto, uma vez que tanto o controle de preços como a política industrial “ativa” estavam caindo em desuso. Nessa linha vale olhar o editorial do Estadão (de 17.05.94), A Dupla Face dos Acordos Setoriais, e também o artigo de Lucia Helena Salgado (FSP, 29.08.93), posteriormente conselheira do CADE, As CSs e a Política de Concorrência. É importante que o leitor interessado tenha acesso a estudos de maior fôlego sobre o tema, como o da própria Lucia Helena Salgado para o IPEA (Política de concorrência e estratégias empresariais: um estudo da indústria automobilística, publicado em Perspectivas da Economia Brasileira – 1994, Rio de Janeiro, IPEA, 1993),  o da pesquisadora Patricia Anderson CSs: Histórico e Acordos Firmados – 1991/95 Texto para Discussão IPEA n. 667 (setembro de 1999) e também o equilibrado relato de Glauco Arbix Uma Aposta no Futuro: os primeiros anos da câmara setorial da indústria automobilística (Editora Scritta, São Paulo, 1996). Veja a resenha, intitulada Um Novo Começo, por Cibele Saliba Rezek  (FSP, 12.07.97). Como uma reflexão conceitual sobre o tema escrevi Um Teorema Sobre Pactos Sociais no Brasil, publicado como o capítulo 14 de meu livro O Plano Real e Outros Ensaios.


seta17.gif (173 bytes) O CMN (Conselho Monetário Nacional), Sobre a (má) idéia de ampliar o número de membros do Conselho Monetário Nacional: Veja os artigos recentes de José Antônio Moroni CMN: economia ou democracia (FSP, 29.06.2005) e Sérgio Werlang O Conselho Monetário Nacional não deve ser ampliado (Valor, 13.06.05) e também um novo editorial da Folha de São Paulo Ampliar o CMN (FSP, 12.05.05). Veja também os artigos de Maílson da Nóbrega Sarna para se coçar (OESP, 05.06.05 ) e os artigos de Sergio Werlang (FSP, 28.05.05)  Órgão técnico, decisões ponderadas, contrário ao aumento do números de conselheiros e, na direção oposta, o de Luiz Marinho Democratização responsável (FSP, 28.05.05). Veja também, de grande interesse antropológico, o artigo do presidente da FIESP, Paulo Skaf Legítima Participação (FSP, 22.05.05). Veja também os artigos de Gustavo Loyola Conselho Monetário não é o Congresso (OESP, 26.09.04), Maílson da Nóbrega O Conselho Monetário deve ser extinto (OESP, 10.10.04) e de Jairo Saddi Um novo Conselho para garantir a autonomia do BC (Valor Econômico, 21.10.04). Todos na mesma direção. Dois editoriais sobre o assunto, um a favor da ampliação do CMN – Mudar o CMN e o BC (FSP, 19.09.04) outro contrário, A “democratização” do CMN? OESP (30.09.04). Veja um histórico do problema. Veja também o meu artigo Uma longa história (Veja, 27.10.04).

seta17.gif (173 bytes) Sobre a relação nada óbvia entre a taxa de  câmbio e as exportações, e em particular sobre a relação entre taxa de câmbio e termos de troca.

Um câmbio de esquerda (Veja, 24.11.04). A propósito da relação entre câmbio e exportações, vale rever o texto O que aconteceu com as exportações em 1999? (OESP & JB, 05.12.99), que mereceu, na ocasião, um comentário de Alexandre Schwartsman O que aconteceu com Gustavo Franco em 99? , distribuído informalmente entre seus clientes. Em reposta, produzi um comentário recente: O que aconteceu com as exportações desde então? O leitor interessado especificamente na relação entre preços de exportações e taxa de câmbio de consultar a edição de outubro de 2004 do Boletim Funcex de Comércio Exterior. Veja a matéria de Flavia Oliveira Real fraco significa salário baixo, diz Gustavo Franco (O Globo, 26.11.04). Veja também o artigo de Maria Clara do Prado Bons ventos afetam o câmbio (Valor, 25.22.04). Ainda sobre o mesmo tema veja duas colunas escritas por Merval Pereira O Mesmo Projeto (O Globo, 03.12.04) e Como Crescer ? (O Globo, 04.12.04). Veja também : A inconsistência do debate (Valor Econômico, 13.10.05) de Maria Clara R. M. do Prado e O Paradoxo Cambial e as Exportações Brasileiras de Roberto Giannetti da Fonseca. Veja também a matéria de Raquel Landim e Raquel Salgado Indústria eleva preço em dólar e segura em real (Valor Econômico 22.05.06).


seta17.gif (173 bytes) Sobre a idéia patética da FIESP de promover uma desvalorização cambial através de uma desregulamentação radical da legislação cambial.

Em fins de 2005, a FIESP e a FUNCEX apresentaram um projeto de lei cambial destinado a promover uma espécie de choque liberal na legislação brasileira, revogando a maior parte da legislação em vigor. O Projeto de Lei Cambial da FIESP (PLCF) foi recebido com reservas, conforme se percebe em Luís Nassif (Uma lei cambial antiindustrial", (FSP, 10.2.2006)) e em editorial do jornal Valor Econômico, de 13.02.2006 ("Os riscos de uma reforma apressada da lei cambial"). Roberto Giannetti da Fonseca saiu em sua defesa do PLCF com O câmbio em debate (FSP, 20. 02.2006). Uma vez citado, e de maneira deselegante, e tendo em vista o (ou a falte de) mérito do PLCF, respondi com O falso debate sobre o câmbio (FSP, 23.02.2006). Posteriormente, o governo passou lei alterando as normas para a chamada “ cobertura cambial”, liberalizando em princípio, mas impondo tantas regras, notadamente tributárias, que os efeitos parecem ter sido perto de nulos.

seta17.gif (173 bytes) Sobre a real eficácia das restrições a entradas de capitais de curto prazo (através de prazos mínimos e IOFs)  no período 1993-98.
Bernardo Carvalho & Marcio Garcia apresentaram Ineffective controls on capital inflows under sophisticated financial markets: Brazil in the nineties no seminário de dezembro de 2005 da IASE – InterAmerican Seminar of Economics. Escrevi o comentário Capital inflows into Brazil, 1992-98: the nature and effects of controls and restrictions contestando a alegação de completa ineficácia, assim como a relevância dos “exemplos” de operações para  “driblar” a regulamentação. Ambos são textos para discussão do Departamento de Economia da PUC-Rio, de números 516 e 517 respectivamente. Ambos deverão ser publicados pela University of Chicago Press, atuando com o NBER, no volume "Financial Markets Volatility and Performance in Emerging Markets", editado por Sebastian Edwards e Márcio G. P. Garcia, baseado na conferência do IASE (Inter American Seminar in Economics – PUC/NBER) realizada no Rio de Janeiro em Dezembro de 2005.
Sobre a atualidade do tema ver Não há capitais a controlar (OESP, 22.10.06) de Celso Ming. Veja também Pensamentos cambiantes (Época, 17.07.07).  Veja o artigo citado, de Marcio Garcia, Controles de capital não funcionam (Valor, 06.0.7.07).




seta17.gif (173 bytes) Sobre o problema da valorização cambial.  É uma escolha ou uma inevitabilidade?

Em Dois episódios de valorização cambial, uma comparação, para a Conujntura Econômica vo. 60, n. 12, de junho de 2006, argumenta-se que valorização cambial não é propriamente uma escolha, e que o governo Lula parece fazer o mesmo que combatia. Em razão da valorização da taxa de câmbio ocorrida desde o final de 2002 até hoje (abril de 2006), o câmbio real caiu bem abaixo de onde estava quando o BC saiu do regime de bandas para o regime de flutuação em janeiro de 1999. Algumas análises sobre o novo episódio de “moeda forte” trazem novas perspectivas para o episódio anterior. A propósito de comparações estapafúrdias entre o governo FHC e o de Lula, ver texto imperdível de Marcelo de Paiva Abreu Lula e o barão de Munchausen (OESP, 08.05.2006). Ver Dois episódios de valorização cambial de Antônio Barros de Castro e Francisco Eduardo Pires de Souza (FSP, 29.03.06). Sobre “Dutch Disease”, ver Câmbio, reservas e "doença holandesa” de Affonso Celso Pastore e Maria Cristina Pinotti (Valor Econômico, 30.01.06) e também Ainda a "Dutch Disease" de Luiz Carlos Mendonça de Barros (FSP, 07.04.06). Veja a Carta do IBRE, da revista Conjuntura Econômica (novembro de 2006), Câmbio “valorizado”: uma nova realidade. Duas visões críticas sobre a tese segundo a qual a abundância cambial deve ser combatida com o crescimento das importações: Opções para a sangria de dólares de Luiz Carlos Mendonça de Barros (FSP, 25.08.06) e Julio Gomes de Almeida Uma reforma inoportuna (FSP, 08.03.06). Veja-se também, de Dionísio Dias Carneiro Como conter a apreciação (OESP, 04.08.06). Veja o artigo de Benedicto F. Moreira para o Valor Por que exportadores pedem a desvalorização cambialVeja o artigo de Mailson da Nóbrega Por uma nova abertura unilateral (OESP, 20.08.06) e também Uma idéia do além: Imposto de Exportação (OESP, 18.03.07). Ver também, de Claudio Haddad Na contramão do progresso (Valor, 29.03.07) e de Monica B. de Bolle Taxa de câmbio real é instrumento de política econômica?  (Valor Econômico, 28.03. 07) Veja também A real pressão sobre o Real (Valor 08.02.07) de Ilan Goldfajn, e de Márcio G. P. Garcia Juros e câmbio em queda (Valor 12.04.07). Ver também O real cada vez mais forte Giuliano Guandalin (Veja, 18.04.07). Veja ainda O Real forte: Quatro hipóteses e uma má notícia (Época, 24.04.07). Sobre o assunto (em particular o problema de a valorização cambial levar ao protecionismo) veja, de Alexandre Schwartsman, Nostalgia e tiro no pé (FSP, 18.04.07).

 
seta17.gif (173 bytes) Sobre o FSB - Fundo Soberano do Brasil.

O Ministro Guido Mantega anunciou uma coisa, depois voltou atrás, e tenta uma saída honrosa. Em O cofrinho do ministro artigo de estréia para a coluna regular, no sábado, para a Folha de São Paulo, em 17.05.08, argumentei que o assunto era mais uma má idéia do ministro: o  FSB - Fundo soberano do Brasil (veja a apresentação oficial). Veja também os artigos de Marcio Garcia O cofrinho e a cadeira (Valor, 06.06.08), Paulo Rabelo de Castro Salvando o cofrinho do Mantega (FSP, 04.06.08) e de três professores da Unicamp (Maria Cristina P. de Freitas, Geraldo Biasoto Júnior e Daniela M. Prates, Fundo soberano made in Brazil, Valor, 06.06.08). Veja também o artigo de Miriam Leitão O destino do cofre (O Globo, 17.05.08) e o de Yoshiaki Nakano Fundo Soberano Brasil (FSP, 18.05.08), de Afonso Pastore Dois erros de política econômica, e de Vinicius Torres Freire, com a defesa do ministro Mantega defende seu fundo (FSP, 18.05.08). Ver também o Cofrinho e poupança de Ilan Goldfajn (OESP, 25.05.08) e o pronunciamento do Senado Fransico Dornelles sobre o assunto em 20.05.08 no Senado. Para uma discussão mais genérica ver As novas crias do capitalismo (Época, 28.01.08). Veja, sobre o assunto, a matéria de capa em The Economist (07.01.08) The invasion of the sovereign-wealth funds, e também a matéria  Asset-backed insecurity.  Veja o paper de

Joshua Aizenman Reuven Glick Sovereign Wealth Funds: Stumbling Blocks or Stepping Stones to Financial Globalization? FRBSF (Federal Reserve Board of San Francisco) Economic Letter 38/2007, 14.12.2007. Mesmo antes do anúncio do ministro em 13.05.08, diversos economistas escreveram sobre a inconveniência de o Brasil criar o seu FRS: Claudio Haddad, Marcio Garcia, Maria Cristina Pinotti, Mailson da Nóbrega, Gustavo Loyola, Alexandre Schwartsman e Celso Ming. Veja o relatório de pesquisa da Goldman Sachs (Global Economics Weekly 07/38, 07.11.2007) Sovereign Wealth Funds Highlight the Changing World—and the Need for More.




 

INSERÇÃO EXTERNA e DESENVOLVIMENTO

Inserção externa e desenvolvimento Originalmente distribuído em 16.06.1996, posteriormente publicado em Revista de Economia Política 18 (3) julho-setembro de 1998 e como capítulo 1 em O Desafio Brasileiro: ensaios sobre desenvolvimento, moeda e globalização São Paulo: Editora 34, 1999.

Inserção externa e desenvolvimento: o consenso envergonhado Publicado no número inaugural da revista Interesse Nacional, Ano I, Número 1, abril-junho de 2008.


Comentários sobre o texto

Debate na Revista Carta Capital (matéria de capa) de 27.11.96 envolvendo Eduardo Gianetti da Fonseca, Luiz Gonzaga Belluzzo e Paulo Rabello de Castro
A abertura econômica do Brasil de hoje
por ALOISIO ARAUJO (O Globo 06.10.96)
Margaret Thatcher, versão Gustavo Franco por ÁLVARO ANTÔNIO ZINI Jr (FSP, 26.09.96)
Duas leituras por

ANDRÉ LARA RESENDE (FSP, 17.09. 96)
Cozinheiro do Real por

ANTENOR NASCIMENTO NETO (Veja, 18.09.96)
FHC, Marx e Franco por

CELSO PINTO (FSP, 15.09. 96)
Franco elabora saída “três-em-um” por ELEONORA de LUCENA (FSP, 22.09.96)
O manifesto de Gustavo Franco por

ELIO GASPERI (OESP, 11.09.96)
Planos e gênios por

JOÃO SAYAD (FSP, 07.10.96)
Três em um por

JOÃO SAYAD (FSP, 30.09.96)
Três visões do desenvolvimento por

JOSÉ ELI da VEIGA (OESP, 14.10.96)
Franco propõe ampliar abertura para crescer
por
JOSÉ ROBERTO CAMPOS (OESP, 10-09-96)
A pasta de Gustavo Franco por

LUÍS NASSIF (FSP, 13.09. 96)
Prosperidade através da competição por

PAULO GUEDES (O Globo 06.10.96)
A abertura não tem dono nem é de 1990 por MAILSON da NÓBREGA (FSP, 27.09.96)
Decodificando o dr. Gustavo Franco por
MARIO CESAR FLORES (Gazeta Mercantil, 18.11.96)
Novo modelo por
MÍRIAM LEITÃO (O Globo, 11.09.96)
A aposta certa no Real por

OCTÁVIO de BARROS (O Globo 06.10.96)
Contradições antagônicas por
OLIVEIROS FERREIRA (OESP, 15.09.96)
O modelo econômico de Gustavo Franco por RIBAMAR OLIVEIRA (OESP, 13.09.96)
O mistério do desenvolvimento por

ROBERTO CAMPOS (FSP, 15.09. 96).

               

PESSOAS, IDÉIAS e RESENHAS

seta17.gif (173 bytes) Mário Henrique Simonsen (Para caderno especial em homenagem ao professor Simonsen, naquela altura hospitalizado em estado grave, falecendo poucas semanas depois, Jornal do Brasil)

seta17.gif (173 bytes) Frenólogos (sobre Rudiger Donrbush,  FSP, 04.10.96)

seta17.gif (173 bytes) "O que é isso, companheiro ? (sobre Tony Blair e Mangabeira Unger, JB, 18.05.97)

seta17.gif (173 bytes) "Schacht aspectos econômicos Prefácio a Hjalmar Schacht:  Setenta e seis anos de minha vida: a autobiografia do mago da economia alemã da República de Weimar ao III Reich  São Paulo Editora 34, 1999.

seta17.gif (173 bytes) Quanta fantasia ! Resenha do livro Uma nova recessão? O que deu errado. Como entender a crise da economia mundial  de Paul Krugman (18.04.99)

seta17.gif (173 bytes) A presença de Mario Covas (OESP e JB, 14.03.00). Veja outros artigos sobre ele no site da Fundação Mario Covas. Veja também o Depoimento ao CPDOC da FGV sobre Mario Covas, Novembro de 2002.

seta17.gif (173 bytes) Aula de bom senso (resenha do livro O Brasil em transformação de Mailson da Nóbrega (Editora Gente, São Paulo) publicada em VEJA, 26.04.00)

seta17.gif (173 bytes) Roberto Campos e o mito do “neoliberalismo” (OESP, 14.10.01)

seta17.gif (173 bytes) Keynes e o Afeganistão (VEJA, 26.09.01)

seta17.gif (173 bytes) O exemplo do Plano Marshall (VEJA, 10.10.01)

seta17.gif (173 bytes) Chega ao fim a hegemonia da PUC (matéria no jornal Valor de 20.03.02 por Ribamar Oliveira). Sobre este mesmo assunto, porém sob um ângulo bem diverso, vale olhar a matéria Mestres do primeiro escalão (Medalhões da era FHC dão
aulas concorridas na PUC)
, publicada na Veja Rio, 22.10.03, por Fabio Brisolla. Veja a matéria na revista Época PUC no Poder. Veja Economia na PUC-Rio: notas de uma testemunha texto preparado para a coletânea Pensamento Econômico no Brasil contemporâneo, editada pela Ordem dos Economistas do Brasil, a ser publicado pela Editora Atlas.

seta17.gif (173 bytes) GUILHERME ARINOS. Em 19.06.2005 Luis Nassif publicou O Último Guerreiro de Vargas (FSP, 19.06.05) sobre Guilherme Arinos, meu pai. No domingo seguinte, Nassif publicou A Madura Idade (26.06.05) transcrevendo uma carta minha, dirigida a ele, a propósito do primeiro artigo. Vale olhar o artigo de Guilerme Fiuza, em seu blog, em 03.04.07, a propósito da transdente vitória do Botafogo sobre o Vasco ocorrida em 01.04.07 por 2x0, o tombo épico dos espertos. A propósito veja a crônica de Roberto Da Matta O Milésimo Gol (O Globo,  16.04.07) e também  O inesperado do esperado (O Globo, 26.04.07).

seta17.gif (173 bytes) Novo livro sobre o Plano Real: A Real história do Real: uma radiografia da moeda que mudou o Brasil de Maria Clara R. M. do Prado Rio de Janeiro: Editora Record. Extenso e bem documentado, o livro traz um ponto de vista pessoal sobre o processo. Veja o artigo de Rubens Ricupero a respeito do livro Em paz com a minha guerra (FSP, 04.09.05).

seta17.gif (173 bytes) Uvas e jabuticabas. Resenha de “Inflation targeting, debt, and the Brazilian experience, 1999 to 2003” coletânea organizada por Francesco Giavazzi, Ilan Goldfajn e Santiago Herrera. MIT Press, Cambridge, 2005. Publicada pela Conjuntura Econômica vol. 60, n. 11, novembro de 2006.

seta17.gif (173 bytes) Uma curiosa controvérsia recente sobre Rui Barbosa. A revista IstoÉ Dinheiro publicou a matéria Ruy Barbosa: ave de rapina?, ao mesmo tempo em que a Istoé deu a Rui Barbosa o título de “Brasileiro do Século”, na categoria “Justiça e Economia”. A premiação foi criticada por Luis Nassif em O brasileiro do século (FSP, 30.10.05). O ex-ministro Paulo Brossard saiu em defesa de Rui em Assim é demais (OESP, 11.11.05), e Nassif respondeu com O financista Rui Barbosa (FSP, 13.11.05). Veja também um curioso comentário de Luis Nassif A revanche do encilhamento (FSP, 05.12.04) e outro ainda mais estranho ao meu texto (sobre reforma monetária na passagem para a República) Rui Barbosa e o Plano Real. A arenga continua depois que a revista Época, através de um painel de especialistas, escolhe Rui Barbosa O maior brasileiro da História. Veja O prometeu da economia Época (11.09.06) Edição especial com a escolha de Ruy Barbosa como o Maior Brasileiro da História.  

seta17.gif (173 bytes) O charlatanismo em aulas de economia (Época, 15.01.07). Sobre tema correlato – palavreado altissonante e vazio – ver Literatura e economia (Veja, 03.11.99). Sobre a velha, quem sabe imaginária, controvérsia entre ortodoxos e heterodoxos, veja José Alexandre Scheinkman A ortodoxia dos heterodoxos (FSP, 11.02.07) 

seta17.gif (173 bytes) Vale olhar o artigo de Guilherme Fiuza  o tombo épico dos espertos, em seu blog, 03.04.07, a propósito da transcendete vitória do Botafogo sobre o Vasco em 01.04.07, por 2x0, e em seguida do empate por 4x4, com vitória do alvio-negro nos pênaltis, e sem gol mil. A propósito veja a crônica de Roberto Da Matta O Milésimo Gol (O Globo,  16.04.07) e também  O inesperado do esperado (O Globo, 26.04.07).

seta17.gif (173 bytes) MILTON FRIEDMAN. A propósito do falecimento recente de Milton Friedman, veja Friedman, monetarismo e desenvolvimento Dionísio Dias Carneiro (OESP, 23.11.06) e também Milton Friedman meets Bob Fields, O reencontro de dois grandes economistas de Paulo Roberto de Almeida. Veja o maravilhoso texto de Paul Krugman Who was Milton Friedman? para a New York Review of Books  vol 54(2) February 15th, 2007.

seta17.gif (173 bytes) Economia na PUC-Rio: notas de uma testemunha Texto preparado para a coletânea Pensamento Econômico no Brasil contemporâneo, editada pela Ordem dos Economistas do Brasil,  publicado pela Editora Atlas. Veja a resenha do livro, de autoria do prof. Rui Granziera, publicada pela revista Estudos Avançados da USP, n. 62 Pensamento Econômico: Um balanço necessário.


seta17.gif (173 bytes) Keynes é nosso, não deles (FSP, 01.11.08). Sobre a atualidade de Keynes ver a introdução que Paul Krugman fez para a Teoria Geral em 2006.




MATERIAL DIDÁTICO

Programa do curso Seminário em Política Econômica (1999.1) PUC-Rio, e Provas

Programa do curso Eco 1666, (Departamento de Economia – PUC-RIO, 2004.1) “O sistema monetário brasileiro: aspectos institucionais e jurídicos”. (atualizado, 18.06.2004). Veja a primeira prova, e a segunda e última prova.

Programa do curso Eco 1666, (Departamento de Economia – PUC-RIO, 2004.2) “O sistema monetário brasileiro: aspectos institucionais e jurídicos”. (atualizado, 29.10.2004) Veja a primeira prova do curso oferecido em 2004.2, e a PROVA FINAL, a ser entregue em 11.12.04.

Programa do curso Eco 1673 (Departamento de Economia – PUC-RIO, 2006.1) “O sistema monetário brasileiro: aspectos institucionais e jurídicos”. (atualizado, 30.06.2006).  Veja a primeira prova e a prova final.

Programa do curso Eco 1673 (Departamento de Economia – PUC-RIO, 2008.1) “O sistema monetário brasileiro: aspectos institucionais e jurídicos. 

(atualizado)

VEJA A PRIMEIRA PROVA.

VEJA A PROVA FINAL.

 

 

 


 

 

 

 

 

 

NOVIDADES



Plano Real: 15 anos em perspectiva
(VALOR, 03.07.09, suplemento de fim de semana). Sobre 15 anos do Real ver também O Plano Real a reconquista do futuro, 01.07.2009, que também traz o noticiário sobre a solenidade comemorativa em sessão solene no Senado Federal. Veja a matéria na VEJA (08.07.09), Os Pais do Real, com depoimentos de FHC, Pedro Malan, Edmar Bacha, Persio Arida, Arminio Fraga e Gustavo Franco. Veja também a matéria para o portal UOL Real completa 15 anos; conheça seis visões sobre o plano com depoimentos de Delfim Netto, Arminio Fraga, Gustavo Franco, Glauco Arbix e Julio Gomes de Almeida e Mailson da Nobrega.

Plano Real, 15 (FSP, 01.03.09). (sobre 15 anos da URV)

Afogando em letras (FSP, 05.04.09). Veja o abecedário da crise, feito por diversos autores, incluido Manuela Carneiro da Cunha, Ronaldo Vainfas e Luiz Gonzaga Belluzo


O homem que roubou Portugal

Bloom

“Essa é uma história real, uma minuciosa e cativante reportagem escrita por um especialista.” do prefácio de Gustavo Franco

SINOPSE: Em 1924, Artur Virgilio Alves Reis, um comerciante português falido, trama sozinho o maior golpe financeiro de todos os tempos. Em dois anos se tornaria o homem mais rico e poderoso de seu país. O que parecia um plano com pouca eficácia de um homem com muita imaginação, acabou causando problemas macroeconômicos. Desde o grande terremoto de 1755, Portugal não sofria abalo econômico tão profundo. O autor narra, com ares de romance policial, desde o momento da elaboração do golpe até o julgamento dos réus, em 1930. Nas audiências finais, Alves Reis contou ainda com uma presença ilustre entre os ouvintes da platéia: o poeta Fernando Pessoa, curioso em assistir a sua defesa. Traz, em anexo, a transcrição das anotações de Fernando Pessoa no último dia do julgamento.

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ARTIGOS PARA A FOLHA
- minhas desculpas aos leitores e amigos, mas interrompi os artigos regulares de sábado. Nada que ver com a crise, apenas a dificuldade de adaptar-se à rotina de escrever semanalmente, e a vontade de escrever coisas de maior fôlego. O artigo de 1 de novembro de 2008 foi o último.  A idéia é escrever em bases ocasionais.

Keynes é nosso, não deles (FSP, 01.11.08). Sobre a atualidade de Keynes ver a introdução que Paul Krugman fez para a Teoria Geral em 2006.

Responsabilidade limitada (FSP, 18.10.08).

O Brasil e a crise (FSP, 11.10.08).

O subprime brasileiro (FSP, 27.09.08).

A crise (não) bancária (FSP, 20.09.08). Ouça um podcast sobre a crise, e suas analogias com a crise bancária brasileira de 1994-97.





MACROECONOMIA: temas da atualidade, o governo Lula


 
Expectativas de inflação (Veja, 04.12.02)

Eu quero acreditar (OESP 22.12.02)

Nada sério por enquanto (OESP, 12.01.03)

O império das circunstâncias (OESP 09.03.03)

Vivendo perigosamente (Veja, 05.03.03)

Santa Incoerência (Veja, 16.04.03)

Matemática e neoliberalismo (Veja, 30.04.03). A propósito veja o belo artigo de Helio Gurovitz Quem tem medo de matemática? Exame Capital Digital (04.10.01).

A métrica do sucesso (OESP, 04.05.03)

Existem escolas de pensamento? (OESP, 18.05.03). A este respeito, e tratando de assuntos práticos,  veja o belo artigo de Edward Amadeo, relatório especial da Tendências Consultoria (26.05.03), O Que Divide os Economistas Brasileiros (em PDF)
O custo de chegar ao Poder (OESP, 01.06.03)

Existe almoço grátis? (Veja, 11.06.03)

Confiança e estabilidade (Veja, 06.08.03)

O ocaso do esquerdismo (Veja,17.09.03)

Inquietos e executivos (Veja, 26.11.2003)

O ano do fim das ilusões (Veja, 07.01.04)

Uma nova chance (Veja, 21.01.04)

Chamada para despertar (Veja, 18.02.04)

Inflacionismo não tem cura (Veja, 28.04.2004)

Notas sobre o clima (Veja, 26.05.04)

Verdades reveladas em 2004
(retrospectiva “filosófica” sobre 2004) (Veja, 05.01.05). A propósito da novela de Robert Louis Stevenson “O Médico e o Monstro” a leitura recomendada é de Roger Shattuck “Conhecimento Proibido” (Companhia das Letras, 1998) . Veja o interessante comentário do Dr. Luis Roberto Sabbato Para quem suspeita do “Grande Irmão” e o magnífico artigo do Presidente Fernando Henrique Cardoso, O sonho americano (O Globo, 06.02.05).

É preciso acreditar (Veja, 02.02.05). As políticas macro funcionam melhor quando o executante acredita nelas.

Inflação sem caráter preparado para a revista FOCO de 15.06.2005
.

Os enigmas da economia de 2005 (originalmente “O piloto sumiu, e não aconteceu nada”) artigo para a retrospectiva de 2005, edição especial de fim de ano, Veja (28.12.05).

Para entender o crescimento (Época, 25.09.06)

Três dilemas para 2007 (Época, 01.01.07). Veja também, de Alberto Tamer Para onde vai nossa economia? (OESP, 08.02.07).

PAC: um filme cabeça com truques velhos (Época, 30.01.2007). Também sobre o PAC, ver Piripaque de Paulo Rabelo de Castro (FSP, 31.01.07) e A Zelia está de volta, do blog de Guilherme FiuzaSobre o mesmo assunto ver O PAC é pouco (Valor Econômico, 29.01.2007)de Fábio Giambiagi. Para uma tímida defesa do governo ver Delfim Netto PAC, vale a pena apoiá-lo (FSP, 31.01.07)

As vantagens do pessimismo (ou as previsões de Greenspan) (Época, 12.03.07). Veja, a propósito, o artigo de Antonio Carlos Lemgruber A nova política monetária (FSP, 12.04.07) e tambem o artigo de

Ilan Goldfajn A economia mundial e as frágeis projeções (O Globo, 16.03.07).


Sete idéias ruins para jogar fora (Época, 20.05.07). Veja também o belo artigo de Mailson da Nóbrega Banco do Sul: de mal a pior OESP (13.05.07). Sobre a entrada da Venezuela e o que se passa com o Mercosul ver o artigo de Maria Clara do Prado Desmascarando o Mercosul (Valor, 10.05.07). Sobre outra idéia horrível (taxar as exportações) ver, de Alexandre Schwartsman, Cigarras, formigas e efeitos especiais (FSP, 30.05.07).

Até rádios quebrados estão funcionando (Época, 18.06.07).

É tempo dos neoliberais de ocasião (Época, 22.10.07).


A inovação que falta falta ao governo (Época, 08.10.07).

O Presidente ateniense (Época, 24.09.07). Outro sobre o mesmo tema da "apropriação indébita".


Os dilemas da Dinamarca morena (Época, 10.09.07). Sobre a "apropriação indébita" do Plano Real e da estabilidade pelo Presidente Lula e seus áulicos.

Lula e o milagre de 2007 (Época (31.12.07)

A arte de embaralhar causas e efeitos (Época, 28.02.08). Acerca deste momentoso debate, vale olhar o artigo triunfalista e auto-iludido do senador Mercadante Diziam (FSP, 16.03.08) e a belíssima resposta do senador Arthur Virgilio Tardia Conversão (FSP, 23.03.08). O senador Mercadante rebateu em Diziam ainda (FS, 04.04.08) e foi novamente contestado pelo senado Arthur Virgilio em Distorções ainda (FSP, 20.04.08)>

Sobre lagartixas e dragões (FSP, 05.07.08).

Medo e ganância (FSP, 19.07.08).

Em que planeta? (FSP, 13.09.08). Veja a magnífica charge de Chico Caruso, sobre o encontro dos ex-ministros da Fazenda, e o artigo de Miriam Leitão sobre o encontro Debate Perdido em (O Globo, 13.09.08)



Salários, emprego, encargos, temas de economia do trabalho

Um mínimo de racionalidade (OESP & JB, 20.02.00)

A verdade sobre o salário mínimo em 1940 (OESP & JB, 09.04.00) Veja a propósito o artigo de Edward Amadeo e Paulo Guilherme Moreira de Melo O salário mínimo em 1940 e 2000, de 15.05.2000.

A novela do salário mínimo (17.12.00)

Pela redução do imposto sobre o emprego (Veja, 14.11.01)

Um novo contrato social
(com Laudelino da Costa Mendes, Veja, 13.03,02) Veja também, do mesmo Laudelino Mendes, Liberdade Liberdade (O Globo, 07.04.07). Em seguida leia o artigo de Elio Gasperi (FSP, 08.11.2006) Blindagem para o andar de baixo, e surpreenda-se.