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ORGANIZAÇÃO DO SITE
O material
contido neste site está organizado em blocos temáticos
(cada qual com sub tópicos) conforme a listagem abaixo, exceto
pelas seções referentes a:
1. NOVIDADES,
que destacam novos itens, ou velhos itens recentemente adicionados,
todos, não obstante, sempre incluídos imediatamente em
seu bloco temático.
2. TEMAS (NOVOS E VELHOS) EM
CONTÍNUA DISCUSSÃO,
engloba tópicos específicos, matérias de
discussão recente (polêmicas onde não estou
envolvido necessariamente),
3. NOVOS LIVROS
ou capítulos de livros, com suas respectivas resenhas e
comentários
4. POLÊMICAS
onde estão diálogos diversos, com vários
economistas sobre os mais diversos assuntos.
Como o mesmo artigo cabe
em diferentes títulos, não hesite em usar a ferramenta de
busca acima.
Veja um site da revista
Epoca com todos
os artigos ali publicados; clique no logo.
BLOCOS TEMÁTICOS
ARGENTINA
ATUALIZAÇÕES:
textos antigos e recuperados
BANCO
CENTRAL: documentos e artigos
CÂMBIO:
política cambial, aspectos regulatórios, derivativos,
regimes, etc.
CARREIRA
ACADÊMICA & PROFISSIONAL
CONTATO
CONTAS
EXTERNAS BRASILEIRAS, FMI acordos e desacordos, fundo soberano
DESENVOLVIMENTO:
reformas, modelos e controvérsias,
reforma tributária
DIREITO
E ECONOMIA: regulação e instituições
EDUCAÇÃO:
universidades, ensino de economia
EMPREENDEDORISMO E NOVA ECONOMIA
FINANÇAS
PÚBLICAS: ajuste fiscal, dívidas e déficits,
privatização, PPPs, Universidades e políticas públicas.
GLOBALIZAÇÃO: comércio,
capitais, sistema monetário internacional, etc.
HIPERINFLAÇÃO:
na Europa, anos 1920
HISTÓRIA
ECONÔMICA: Rui Barbosa
INSERÇÃO
EXTERNA e DESENVOLVIMENTO: texto original e comentários diversos
LIVROS:
meus, os que participei com capítulos ou prefácios e
recomendações
MACROECONOMIA: temas da
atualidade, o governo Lula
MATERIAL
DIDÁTICO
MISCELANEA:
assuntos diversos
NOVIDADES
PESSOAS,
IDÉIAS e RESENHAS
PLANO
REAL: inflação e outros temas de macroeconomia
POLÊMICAS
POLÍTICA:
Patrimonialismo, corrupção, rent seeking e
temas afins
POLÍTICA
INDUSTRIAL: Abertura, incentivos, multinacionais,
privatização, temas setoriais
PREVIDÊNCIA:
reforma, FGTS, fundos de pensão
SALÁRIOS
E EMPREGO: encargos e outros temas de economia do trabalho
SISTEMA FINANCEIRO:
política monetária, bancos, regulamentação,
mercado de capitais
TEMAS (novos e velhos) EM CONTÍNUA
DISCUSSÃO
LIVROS
Os meus e aqueles para os
quais colaboro (com capítulos e prefácios), ou algumas
recomendações especiais.
Veja no novo livro de Fernando Henrique Cardoso, mais
lúcido do que nunca aos 80 anos; organizado por Miguel Darcy, A
soma e o resto: um olhar sobre a vida aos 80 anos Editora
Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 2011.
Veja o novo livro da
jornalista Miriam Leitão
Saga
Brasileira: a longa luta de um povo por sua moeda Editora Record,
Rio de Janeiro, 2011.
Veja o livro editado por Edmar Bacha e
Simon Schwartzman Brasil:
a nova agenda social Editora GEN/LTC-IETS-IEPE, 2011.
Veja o livro editado por Regis Bonelli
A
Agenda de Competitividade do Brasil IBRE-FGV Rio de Janeiro, 2011.
Veja o livro organizado
por Fabio Giambiagi e André Urani
Rio,
a hora da virada Editora Campus Elsevier, Rio de Janeiro, 2011.
Veja
o novo livro de Edmar Bacha e Luiz
Chrysostomo de Oliveira Filho
(organizadores) Mercado
de capitais e dívida pública: tributação,
indexação e alongamento. Edição
conjunta ANBID, IEPE-Cada das
Garças, Contracapa Editora, São Paulo, 2206, onde
está publicado o meu texto Notas
sobre crowding out, juros altos e LFTs. Veja,
a propósito, a matéria de Giuliano Guandalini, 5
lições para derrubar o juro e crescer mais, para
a Veja (24.05.06). Veja a matéria de Angelo Pavini Economistas
avaliam alternativas para a substituição de LFTs para
o Valor Econômico, 22.05.2006
Veja
o novo livro de Fernando Henrique Cardoso A
Arte da Política: a história que vivi de Veja o
comentário de Guilherme Fiúza Político
derrota sociólogo no site no mínimo (01.04.06).
Veja
o novo livro de Guilherme Fiúza 3000
dias no bunker, um plano na cabeça e um país na mão,
pela Editora Record. Veja as matérias de Luciana Rodrigues para
O Globo (05.02.2006) Bill Clinton
e Tony Blair seguram Malan, Duelos
no mercado e apoio internacional e Tudo
mudou e está no mesmo lugar. Veja a matéria de
Margareth Boarini, No
bunker, em busca de credibilidade, para o Valor Econômico
– 09.03.2006. Veja, sobre o livro, a
matéria A guerra
da moeda, Livro revela detalhes inéditos do Plano Real e
expõe os dramas de seus principais combatentes, por Leonardo Attuch,
para a Istoé Dinheiro (06.02.2006.
Veja
também o artigo de Roberto Pompeu de Toledo Lições
de Brasil: Um livro que reconstitui o Plano Real, conta casos de valor
permanente sobre como funciona o poder no país para a Veja
(26.04.06). Veja a entrevista do autor para Graziela
Salomão da revista Época Um
projeto para vinte anos, jornalista mostra a cúpula
econômica do governo que conseguiu sobreviver intacta ao final
dos dois governos de FHC e estabilizou a moeda brasileira. Veja a
resenha escrita por Paulo Roberto Almeida O Bunker voador, para o site
Nominimo (postada 12.12..06). Veja também o
Esclarecimento sobre o livro “3000 dias no bunker”,
escrito pelo próprio autor, Guilherme Fiúza, em seu blog em 24.01.07.
Veja o novo livro de Maílson
da Nóbrega O
futuro chegou São Paulo: Editora Globo, 2005. Veja a resenha de Lucila
Soares Livro
de Maílson da Nóbrega mostra que o Brasil tem hoje
condições privilegiadas de superar obstáculos ao
desenvolvimento (Veja, 23.11.05)
Veja
também o livro de Maria Clara do Prado sobre o Plano
Real. Plano
Real: A Real história do Real: uma radiografia da moeda que
mudou o Brasil de Maria Clara R. M. do Prado Rio de Janeiro:
Editora RECORD
Veja também “Inflation
targeting, debt, and the Brazilian experience, 1999 to 2003”
coletânea organizada por Francesco
Giavazzi, Ilan Goldfajn e Santiago Herrera. MIT Press,
Cambridge, 2005. Veja a resenha Uvas
e jabuticabas.
_________________________

SHAKESPEARE
E A
ECONOMIA
Henry W. Farnam
Gustavo H. B. Franco
Veja
o conta corrente especial, com Guto Abranches, sobre o livro e
também a matéria exibida pela Globonews sobre o livro.
Shakespeare
e a política no Brasil (uma paródia de uma
crônica de Machado de Assis). Dicta & Contradicta, julho de
2010. Veja o texto e
as imagens.
A economia em Machado de
Assis
O olhar oblíquo do
acionista
Rio de Janeiro, Editora Jorge Zahar, 2007.

“O
olhar
oblíquo do acionista” é uma coletânea de
crônicas de Machado de Assis, 39
dentre as 600 que escreveu, feitas entre 1883 e 1900 e tratando desses
temas
econômicos que nunca pensamos que pudessem ser objeto da
atenção de nosso maior
escritor.
VEJA O
SUMÁRIO, E UM DOS 40 CAPÍTULOS (sobre "lambugens"
para os intermediários de empréstimos do Império..
Veja
as resenhas e comentários:
Veja o comentário de Sergio Paulo
Rouanet.
Veja a resenha de Jerônimo Teixeira para a Veja (28.11.07) Pecados do Capital: crônicas de Machado
de Assis revelam a
barafunda econômica de sua época - e a
posição sinuosa do autor sobre o tema. Ouça o podcast
com a entrevista
do organizador feita por Lauro Jardim para o radar On-Line. Veja a nota
de Flavia Oliveira Machado
de Assis
e o acionista em
O Globo
(11.11.07), e a matéria de Olga de Barros O investidor olha mas não
enxerga
para
o Valor (06.12.07). Veja o comentário de José Fucs para a
revista Época (31.12.07). Veja a resenha de Rodrigo Almeida para
o Caderno Idéias do Jornal do Brasil (19.01.08) O capital oblíquo pelo Olhar
de Machado de Assis. Veja Revista
MUSEU (03 . 01 .2008) - Livro
resgata a
visão de Machado de Assis sobre temas econômicos.
Machado
comunista (FSP, 06.09.08). Veja uma manifestação
de leitor de esquerda, e respectiva resposta.
Maldades
que fizemos com Machado de Assis (FSP, 04.10.08). Veja a imagem da cédula que
"humilha" Machado de Assis com um carimbo que lhe subtrai 3 zeros.
Veja a matéria de
Fernando Molica para o Jornal da Globo, em texto (os escritores no poder) ou em video,
tratando em conjunto dos livros sobre Fernando Pessoa e Machado de
Assis.
O livro
tem uma edição especial, exclusiva para clientes da Rio
Bravo, feita pela editora Reler.

O homem que roubou Portugal

“Essa é uma
história real, uma minuciosa e cativante
reportagem escrita por um especialista.” do prefácio de Gustavo
Franco
SINOPSE: Em 1924, Artur
Virgilio Alves Reis, um comerciante português falido,
trama sozinho o maior golpe financeiro de todos os tempos. Em dois anos
se
tornaria o homem mais rico e poderoso de seu país. O que parecia
um plano com
pouca eficácia de um homem com muita imaginação,
acabou causando problemas
macroeconômicos. Desde o grande terremoto de 1755, Portugal
não sofria abalo
econômico tão profundo. O autor narra, com ares de romance
policial, desde o
momento da elaboração do golpe até o julgamento
dos réus, em 1930. Nas
audiências finais, Alves Reis contou ainda com uma
presença ilustre entre os
ouvintes da platéia: o poeta Fernando
Pessoa, curioso em assistir a sua defesa. Traz,
em anexo, a transcrição das anotações de Fernando Pessoa no último dia do
julgamento.
clique para comprar
A Economia em Pessoa: verbetes contemporâneos.
Rio de Janeiro: Editora
Reler, 2006. (primeira edição)
Trata-se da
reedição de escritos pouco conhecidos de Fernando Pessoa
tratando de economia e tópicos de administração de
empresas (incluindo privatização,
globalização, marketing, branding, governança
corporativa, desregulamentação, entre outros), a maior
parte de 1926, organizados e prefaciados por mim, e compreendendo uma
“entrevista” com o Poeta, feita em 1972, por João
Alves das Neves, presidente do Centro de Estudos Fernando Pessoa.
Veja o comentário
sobre o livro do acadêmico Alberto da Costa e Silva. e o meu artigo para a
Revista Wish Report ano 3
n. 14, 2007, O Debate em
Pessoa.
Veja as resenhas e comentários: Veja as matérias
de Luciana Rodrigues Lições
de economia por Pessoa, ele mesmo (Livro reúne textos do
poeta português escritos na década de 20 sobre temas como
privatização e protecionismo) e a entrevista
com o editor (Gustavo Franco) para O Globo 08.01.2007).
Veja a coluna de Merval Pereira O poeta e a
economia para O Globo (08.01.2007). Veja também a
matéria de Fernando Dantas (OESP, 07.01.07) As
idéias liberais e atuais de Fernando Pessoa. Veja os artigos
O
liberalismo do poeta fingidor e também Pound, Eliot e a economia,
ambos de Oscar Pilagallo, para o Valor (12.01.2007). Veja também
O
economista e o poeta, entrevista com Gustavo
Franco para Robinson Borges (Valor, 12.01.2007). Veja
a resenha de Vinicius Mota para a Folha de São Paulo
(14.01.2007) Coletânea
traz
Fernando
Pessoa como defensor do liberalismo. Veja a matéria de
Leandro Loiola O
economista e o poeta para a Revista Época (14.01.07), e a
matéria de Leonardo Attuch A
economia em linha reta para a Revista IstoÉ
Dinheiro. Veja o comentário
de Roberto Cavalcanti de Albuquerque Fernando
Pessoa, economista. Veja a matéria A
economia sob o olhar do poeta, para o jornal O Povo, do
Ceará, (12.03.07) por Ana Mary Cavalcante.
CRÔNICAS
DA CONVERGÊNCIA: ensaios sobre temas já não
tão polêmicos.

Prefácio de Miriam Leitão,
Rio de Janeiro Editora Topbooks e BM&F. Orelha de Guilherme
Fiúza e comentários na quartacapa de Fernando Henrique
Cardoso, Edmar Bacha, Arnaldo Jabor, Arminio Fraga e Pedro Malan. Nesta mesma temática
ver o belo artigo de Pedro
Malan O elusivo
‘quase consenso’ (OESP, 13.08-06) em que
menciona o artigo de Delfim Netto O
quase consenso (Valor Econômico, 01.08.2006).
Veja as resenhas: de Marcio Aith para a Veja (30.08.06) As
razões da razão, Coletânea de artigos do economista
Gustavo Franco, um dos pais do Real, mostra como o Brasil
começou a vencer a indigência do pensamento econômico;
de Leonardo
Attuch para a Isto É Dinheiro (30.08.06) A
convergência de Gustavo Franco, ensaios do ex
presidente do BC revelam que algumas de suas polêmicas
estão virando consensos; e de Robinson Borges para o Valor
Econômico (17.08.06) Ex-BC
aprimora seu estilo franco-atirador. Veja também a
matéria de Leonardo Trevisan para a Gazeta Mercantil (23.08.06) Gustavo
Franco lança novo livro com coletânea de artigos; a
matéria de Flávia Oliveira para sua nova coluna
em O Globo
(22.08.06) Antologia
de artigos da metralhadora giratória; Veja o sumário
dos debates em Encontros O Globo e Instituto Milenium sobre o
livro, com a participação de Guilherme Fiúza e
Fabio Giambiagi e Merval Pereira (como mediador). Veja
também as matérias de Luciana Rodrigues em O Globo
(06.09.2006) O
desafio é reduzir taxas de juros e Gastos
públicos que travam o crescimento, e também a coluna
de Merval Pereira O
paradoxo brasileiro. Convergência,
coalizão e paralisia (Época, 04.12.06). Veja as
declarações do presidente na matéria Presidente
quer PDT em 'mandato da convergência', de João
Domingos, Lisandra Paraguassú (OESP, 29.11.06).
Rui Barbosa O
Papel e a baixa do câmbio, um discurso histórico de Rui
Barbosa, pela Editora Reler, Rio de Janeiro, 2005

O livro é
a reedição de um discurso histórico de Rui
Barbosa, de 1891, que nos remete a um momento decisivo da vida
nacional, o da transição do trabalho escravo para o
livre, do Império para a República e da luta entre
ortodoxia monetária - o metalismo - e a heterodoxia - o
papelismo. A edição, feita por mim, e patrocinada pela Rio Bravo conta ainda
com um prefácio
de Gustavo Franco, orelha de Winston Fritsch
e quarta capa de José Murilo de Carvalho. Disponível
para compra na Livraria Cultura. Uma curiosa controvérsia
recente sobre Rui Barbosa. A revista IstoÉ
Dinheiro publicou a matéria Ruy
Barbosa: ave de rapina?, ao mesmo tempo em que a Istoé deu a
Rui Barbosa o
título de “Brasileiro do Século”, na
categoria “Justiça e Economia”. A
premiação foi criticada por Luis Nassif em O brasileiro do
século (FSP, 30.10.05). O ex-ministro Paulo Brossard saiu em
defesa de Rui em Assim
é demais (OESP, 11.11.05), e Nassif respondeu com O financista
Rui Barbosa (FSP, 13.11.05) e também Rui Barbosa e
os ecos do passado (19.11.05). Veja também um curioso
comentário de Luis Nassif A revanche do
encilhamento (FSP, 05.12.04) e outro ainda mais estranho ao meu
texto (sobre reforma monetária na passagem para a
República) Rui Barbosa e o
Plano Real (28.05.05). Posteriormente, parecendo responder a essas
questões, a Revista Época publicou Edição
especial com a escolha de Ruy Barbosa como o Maior Brasileiro da
História, onde publiquei O
prometeu da economia Época (11.09.06).
O
Desafio Brasileiro: ensaios sobre desenvolvimento,
globalização e moeda São Paulo: Editora
34, 1999.
Veja o índice.
Veja também as resenhas, de Mailson da Nóbrega para a
Veja, em 26.04.2000, Xô
inflação, de Antônio Barros de Castro para a
FSP, em 14.04.2000, com o título Atrevido e
Imaginoso e a matéria de William
Salazar, para a Agência O Globo, em 14 de dezembro de 1999, com o
título Franco:
valorização do real foi alavanca para mudar o modelo
econômico.
O Plano Real e Outros
Ensaios. Editora Francisco Alves, Rio de Janeiro, 1995.
Veja as resenhas de Carlos
Alberto Sardenberg Chaves que guardam os segredos do Plano Real, para a FSP de 20.09.95,
de Márcio Moreira Alves, Livros políticos, para O Globo de
13.09.95, o artigo de Ernesto Lozardo Os riscos do Plano Real em OESP 13.09.95, o
editorial intitulado Ensaio real do Correio Brasiliense de
23.07.95 e a matéria Chumbo Trocado, de Maria Helena Passos
para a Revista BOVESPA, edição de Agosto de 1995.
Cursos de Economia (editor) catálogo
de listas de leitura de cursos oferecidos em centros membros da ANPEC Publicado pela ANPEC, Setembro de 1992. (esgotado)
A Década
Republicana: o Brasil e a economia internacional - 1888/1900 Publicado pelo IPEA-INPES
pela série PNPE nº 24. Rio de Janeiro, 1991.
Foreign
direct investment and industrial restructuring: issues and trends (co-autor Winston Fritsch)
Development Centre Studies, OECD Development Centre, OECD, Paris, 1991. Publicado simultaneamente,
e na mesma série, em francês com o título L'Investissement
Étranger Direct au Brésil: son incidence sur la
restructuration industrialle. (esgotado)
Reforma
Monetária e Instabilidade Durante a Transição
Republicana Publicada pelo BNDES, Rio
de Janeiro, 1ª edição 1983. 2ª
edição, 1987. (esgotado). Veja um curioso
comentário de Luis Nassif A revanche do
encilhamento (FSP, 05.12.04) e outro ainda mais estranho ao
meu texto Rui
Barbosa e o Plano Real. (esgotado)
Livros onde escrevo
capítulos ou prefácios
Marcelo de Paiva Abreu
(org.) A Ordem do Progresso: cem anos de política
econômica republicana, 1889-1989 Rio de Janeiro: Campus
Editora, 1989. Capítulo 1 "A Primeira
Década Republicana".
João Paulo Reis Veloso (org.) As
Perspectivas do Brasil e o Novo Governo Rio de Janeiro: Nobel,
1990. Ensaio Estratégia
industrial e investimento direto estrangeiro, escrito em parceria
com Winston Fritsch.
Gerald. K.
Helleiner (ed.) Trade Policy, Industrialization and Development:
new perspectives. Oxford:
Clarendon Press, 1992. Ensaio sobre “Foreign Direct investment
and patterns of trade and industrialization in developing countries:
notes with reference to the Brazilian experience" escrito em parceria
com Winston Fritsch.
Competition
and Economic Development Committee of Competition Law and Policy, OECD, 1991.
Ensaio "Efficient Industrialization in a Technologically Dependent
Economy: The Current Brazilian Debate", escrito em parceria com Winston
Fritsch.
João Paulo Reis Veloso (org.) O
Brasil e a nova economia mundial Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1991. Ensaio "O Investimento
Direto Estrangeiro em uma Nova Estratégia Industrial",
escrito em parceria com Winston Fritsch.
Maria D'Alva G. Kinzo
(ed.) Brazil: challenges for the 1990s Londres:
Institute of Latin American Studies & British Academic Press, 1993.
Ensaio "The political economy of the Brazilian hyperinflation".
Gerald K.
Helleiner (ed.) Trade policy and industrialization in turbulent
times London:
Routlege for the United Nations University-Wider, 1993. Ensaio "Import
repression, productivity slowdown, and manufactured export dynamism: Brazil,
1975-1990", escrito em parceria com Winston Fritsch.
João Paulo Reis Veloso (ed.) O Brasil
e o mundo no limiar do novo século Rio de Janeiro: Editora
José Olympio,
1998. Ensaio ”O Plano Real em perspectiva de médio
prazo”, reproduzido em O Desafio Brasileiro.
Hjalmar Schacht Setenta
e seis anos de minha vida de. Editora 34, 1999.
Prefácio “Schacht:
aspectos econômicos”.
Heidrun K.
Olinto & Karl E. Schollhammer (eds.) Novas epistemologias:
desafios para a universidade do futuro Rio de Janeiro: Nau Editora &
Departamento de Letras, PUC-Rio, 1999. Ensaio “Em
defesa da teoria”.
Guido Mantega e
José Márcio Rego (orgs.) Conversas com
economistas brasileiros, volume II São
Paulo, Editora 34, 1999. Entrevistas com diversos economistas, entre os
quais José Serra, José Alexandre
Scheinkman, Aloisio Mercadante, Gustavo
Franco e outros.
Rosa Fontes & Marcelo
Arbex (orgs.) Economia aberta: ensaios sobre
fluxos de capitais, câmbio e exportações Editora da
Universidade Federal de Viçosa, 2000. Ensaio “As reformas
e o crescimento da produtividade: uma nova economia”.
Pablo Matín
Aceña e Jaime Reis (eds.) Monetary standards in the periphery: paper, silver and
gold, 1854-1933 Londres:
Macmillan Press, 2000. Ensaio Aspects of the Brazilian Experience with the Gold Standard, escrito em
parceria com Winston Fritsch.
Cid Torquato (org.) E-Dicas:
Desvirtualizando a Nova Economia São Paulo, Usina do Livro,
2002. Ensaio A Nova
Economia chegou para ficar.
José
Antonio Gonzalez, Vistorio Corbo, Anne O Krueger e
Aaron Tornaell (editores) Latin American Macroeconomic reforms: the
second stage University of Chicago Press, 2003. Ensaio Circumstances and Institutions: Notes on
Monetary Policy in Brazil in the Last 14 Years .
Fábio
Giambiagi, André
Villela, Lavinia Barros de Castro e Jennifer Hermann
(orgs.) Economia Brasileira Contemporânea, 1945/2004
(Rio de Janeiro, Editora Campus, 2004). Capítulo Auge e
Declínio do Inflacionismo no Brasil . Veja a resenha de
Miriam Leitão e o artigo de Fabio Giambiagi
Brasil,
um olhar sobre a História (Valor, 23.11.04).
Luciano Benetti Timm (organizador) Direito
e Economia São Paulo: Thomson IOB Editora, 2005.
Prefácio Celebrando
a Convergência. Veja o índice.
Rui
Barbosa O Papel e a baixa do
câmbio Rio
de Janeiro, Editora Reler. Prefácio.
Clóvis Brigagão e Silvério Zebral (coordenadores) O
Brasil de Lula: retrospectiva 2003-2005 e perspectiva para 2006.
Número especial da revista “Política
Internacional” (II série, novembro de 2005, n. 29),
editada pelo CIDEC – Centro Interdisciplinar de Estudos
Econômicos, em colaboração com o Centro de Estudos
das Américas do Instituto de Humanidades da Universidade
Cândido Mendes. Artigo Investimento direto estrangeiro (IDE) no
Brasil 1995-2004: “passivo externo” ou “ativo
estratégico” ?.
Antonio Correa de Lacerda (organizador) Crise e oportunidade: o
Brasil e o cenário internacional São Paulo: Lazuli
Editora, 2006. Artigo Investimento direto estrangeiro (IDE) no
Brasil 1995-2004: “passivo externo” ou “ativo
estratégico” ?.
Edmar Lisboa Bacha e Luiz Chrysostomo de Oliveira Filho (editores) Mercado
de capitais e dívida pública: tributação,
indexação, alongamento. ANBID, Contracapa e IEPE-Casa
das Garças, Rio de Janeiro, 2006. Ensaio Notas sobre crowding
out, juros altos e LFTs.
Artur Ituassu e Rodrigo de Almeida (organizadores) O Brasil tem
jeito? Coletânea para a Jorge Zahar
Editora, Rio de Janeiro, 2006. Ensaio “Entre o horizontalismo e o
privilégio – sobre a tensão na
regulação da moeda”. Veja uma resenha Livro
discute dilemas do Brasil às vésperas das
eleições presidenciais O Globo, 30.07.2006. Veja também a
matéria de Carlos Alexandre
para o Correio Brasiliense Livro
instiga leitor ao voto consciente. Veja a matéria de
Fernando Scheller Livro traça "agenda
sofisticada" para problemas do país para o portal Globo,
23.09.06.
Tamás Szmrecsányi e Francisco da Silva Coelho
(organizadores) Ensaios de
história do pensamento econômico no Brasil
contemporâneo Coletânea para a Ordem dos Economistas
do Brasil, publicada pela Editora Atlas, São Paulo. Ensaio Economia
na PUC-Rio: notas de uma testemunha. Veja a resenha de autoria
do prof. Rui Granziera, publicada pela revista Estudos Avançados
da USP,
n. 62 Pensamento
Econômico: Um balanço necessário.
Sergio
Lewin (org.) Idéias e
conseqüências Porto Alegre: Editora Sulina, 2007.
Capítulo 1 Uma longa adolescência: fases
da história monetária brasileira ; o volume também
conta com textos de Roberto da
Matta, Jorge Caldeira,
Roberto
Romano, Claudio de Moura
Castro, Bolívar
Lamounier e Roberto Fendt. O volume é composto
das falas no
seminário onde foi feita a
apresentação PPT Idéias sobre
moeda, câmbio, bancos (inclusive o central) e
macroeconomia em geral
por ocasião do Seminário Idéias e Conseqüências,
promovido pelo Instituto
Liberdade, Porto Alegre, 29
de agosto de 2006.

Edmar Bacha e Ilan
Goldfajn (orgs.) Como reagir a crise? Políticas
econômicas para o Brasil . Editora
Imago, Rio de Janeiro, 2009. Veja o texto de minha autoria O desembarque da crise no Brasil:
dez idéias.
Dionisio
D. Carneiro e Monica Baumgarten de Bolle (orgs.)
A reforma do
sistema
financeiro americano: nova arquitetura internacional e o
contexto regulatório brasileiro .
Veja
o artigo Responsabilidade
ilimitada em instituições financeiras no Brasil:
antecedentes, experiência e considerações
escrito em parceria com Luiz Alberto C. Rosman.
Márcio Garcia e
Fabio Giambiagi (organizadores) RISCO E REGULAÇÃO: Por
que o Brasil enfrentou bem a crise financeira e como ela afetou a
economia mundial. Rio de Janeiro: Editora Campus Elsevier.
Uma
idéia útil para a reforma regulatória americana
(VALOR
ECONÔMICO, 30.12.09, ). Veja o texto mais extenso, sobre o
mesmo assunto, escrito em parceira com Luiz Alberto Rosman A
crise
bancária norte-americana: Algumas lições da
experiência brasileira.

Edmar
Bacha e Monica Baumgarten de Bolle (orgs) NOVOS
DILEMAS DE POLÍTICA ECONÔMICA, volume de
ensaios em homenagem a Dionisio Dias
Carneiro. Ver artigo O
Brasil e a Globalização na primeira década
após o Plano Real: os censos do capital estrangeiro no Brasil
1995, 2000 e 2005. Ouça um podcast
com o autor sobre o tema, e veja os resultados de todos os censos
diretamente no site do Banco Central.

Mona Haddad e Ben Shepherd (orgs) Managing Openness: Trade and
Outward Oriented Growth after the Crisis. Veja a sinopse,
o flyer
com a
descrição do livro impresso e o LINK
PARA O E-BOOK.
Ver capítulo 7 "Turning towards China? The 2008 crisis and its
influence on Brazil's development model (co autoria com Fausto Vieira)
POLÊMICAS
João Paulo de
Almeida Magalhães sobre Multinacionais,
globalização e política industrial. Em Multinacionais:
prós e contras (JB, 12.09.88) JPAM
alega que as MNs terão papel menor no desenvolvimento
brasileiro, propõe subsídios para empresas nacionais e
desconhece realidades básicas do mundo globalizado. Foi
contestado em Multinacionais: os
fatos (JB, 24.09.88, escrito
em parceria com Winston
Fritsch). JPAM respondeu com O Papel das
Multinacionais (JB, 12/9/88) e foi
novamente contestado em Política
Industrial e Competitividade (JB, 24.10.88, também
com Winston
Fritsch). JPAM responderia, por último, com Ainda as
Multinacionais (JB, 07.11.88). A propósito,
não deixe de ver os resultados do Primeiro
(ano base 1995) e do Segundo
(ano base 2000) Censo de capitais estrangeiros no Brasil, e os
artigos mais recentes sobre o tema na seção
Política Industrial.
Aloisio Teixeira sobre
“equacionamento” da dívida pública interna e
o “caráter financeiro” do déficit
público. Em O que se deve
esperar da Social Democracia (JB, 03.07.89) Teixeira
propõe um “equacionamento” da dívida
interna, no que foi contestado em O que
“não” se deve esperar da Social Democracia (JB, 03.07.89), por Fabio Giambiagi
em Choque fiscal
sim (JB,
10.07.89) e também por José Roberto Rodrigues Afonso Economistas
e crise fiscal (JB, 31.07.1989) Mais
adinte, quando idéias sobre “calote” estavam
“no ar”, prestes a serem praticadas, publiquei O calote de
dívida interna (JB, 18.12. 89)
Delfim Netto sobre o uso
das reservas internacionais para obras de manutenção das
estradas.
A sugestão, feita ao Presidente Itamar Franco, foi criticada em As
reservas e as estradas (FSP, 24.01.93). Delfim
respondeu com Reservas (FSP, 27.01.93) e
foi contestado novamente em As
reservas e as estradas 2 (FSP, 31.01.93). Antes
disso a proposta foi criticada por Maria Victória Werneck e
Sandra Polônia Rios em É
possível usar as reservas para crescer? (FSP, 20.01.93). Veja uma
série de artigos de Celso Ming sobre a possibilidade de se
aplicar as reservas internacionais em investimentos domésticos
(OESP, 22-24.02.07).
Itamar Franco sobre
controles de preços durante a vigência da URV. Itamar Franco:
noção das coisas (O Globo 30.01.98) foi
escrito em resposta ao artigo do ex-presidente Itamar Franco intitulado
As inverdades do
dr. Gustavo Franco (O Globo 24.01.00) a
propósito de observações no meu livro “O
Plano Real e Outros Ensaios” sobre controles de preços no
início do Plano Real.
Leda Pauliani, José Carlos de Souza
Braga, Luiz Gonzaga
Belluzzo, Aloisio Biondi e a Folha de São Paulo sobre o Mal
Estar com a Globalização e as Reformas no Brasil. Os
Parnasianos Alternativos (FSP, 24.11.96, e
posteriormente republicado como Capítulo 7 de O Desafio
Brasileiro) foi escrito em resposta ao artigo da professora Leda Paulani A Franqueza da
Social Democracia (FSP, 10.11.96), a
propósito do meu artigo Inserção externa e
desenvolvimento, e também como comentário a O espectro
que ronda o capitalismo (FSP, 01.09.96). Como
tréplica a Os
Parnasianos Alternativos, Leda Paulani publicou A Fraqueza da
Social Democracia (FSP, 08.12.96), Souza
Braga publicou Cosmopolitismo
de araque
(FSP, 05.01.97), Luiz
Gonzaga Belluzzo publicou Rastros de
ódio (FSP, 01.12.96) e
Aloisio Biondi publicou Muito obrigado,
doutor Gustavo Franco (FSP, 12.12.96. A Folha
de São Paulo, a propósito da polêmica, fez publicar
editorial, em 25.11.96, intitulado Bater sem
debater,
sobre o qual dirigi carta ao jornal, que ganhou o título de Debate e foi publicada em
28.11.96. Veja também algumas cartas de leitores.
Luís Nassif sobre
a privatização das empresas de saneamento. Nassif, em A Culpa é
de FHC (FSP, 20.10.00) associou indicadores de saúde
pública à falta de investimentos em saneamento.
Argumentei em O Problema do
Saneamento não é Contábil (OESP e JB,
22.10.00) que a preocupação procede mas não seria
resolvida por truques contábeis deixando de definir
investimentos de empresas públicas deste setor como despesa
pública. Nassif respondeu em O Saneamento de
Franco (FSP, 24.10.00) e o assunto pareceu convergir em As Estatais
Diferentes das Outras (OESP e JB,
29.1000), onde se argumenta que a única estatal que
verdadeiramente não depende do Tesouro é a ex-estatal.
Luís Nassif
sobre o passivo externo, e impactos cambiais de investimentos diretos,
e o modo como jornalistas e acadêmicos devem dialogar. Em O passivo externo (OESP e JB,
28.05.00) argumentei que o investimento direto não deveria
propriamente compor o que os tementes da vulnerabilidade externa chamam
de “passivo externo”. Nassif contestou os argumentos em A
Retórica do Dedão Pisado (FSP, 30.05.00). A
discussão migrou um pouco para a forma do diálogo, uma
vez que na substância, houve convergência, a julgar por O passivo externo: forma e conteúdo (OESP e JB,
04.06.00) e pela resposta de Nassif em Academicismo e
Jornalismo (FSP, 07.06.00)
Paulo Aragão, Luiz
Alberto Rosman, João Laudo de Camargo, Maria Isabel
Bocater e Arnoldo Wald sobre dispositivo da nova Lei das S/As limitando
o escopo de atuação dos membros de conselhos de
administração.
Em
A nova lei das SAs
e o “conselheiro laranja” (OESP, 30.09.01),
escrito em colaboração com João Laudo de
Camargo, argumentamos que a nova lei
“vinculava” excessivamente Conselheiros a acordos de
acionistas em detrimento da boa governança corporativa. A tese
foi contestada por Paulo Cezar Aragão em Conselheiros e
acordos de acionistas
(OESP 07.10.01) e reafirmada em Conselheiros
laranja
por
João
Laudo de Camargo e Maria Isabel Bocater e
posteriormente comentada em Acionistas e
administração de Luiz Alberto Colonna
Rosman (JB, 30.10.01) e também por
Arnoldo Wald em A nova lei das S/As (FSP, 19.10.01)
Antonino Marmo Trevisan sobre como os
contabilistas não conseguem enxergar o déficit
público. Em Abaixo a
repressão fiscal (OESP e JB, 04.04.99) argumentei que os
orçamentos para a União, feitos ao amparo da Lei
4.320/64, não distinguem “receita” de
“financiamento” portanto, por construção,
nunca deixam de estar equilibrados e assim transmitem
noções equivocadas para a Sociedade sobre o estado das
finanças públicas. Tresivan em Luca Paciolo e
Gustavo Franco (Carta
Capital, 28.05.99) sente-se ferido em seus brios profissionais, bem
como o Dr. José Serafim Abrantes, Presidente do Conselho Federal
de Contabilidade, que me dirigiu, em 16.04.99 Oficio Mal
Humorado. Minha resposta a Trevisan em Trevisan e o
déficit orçamentário (Carta
Capital 02.08.99) deixa
claro que não estou, nem de longe, agredindo as partidas
dobradas e tampouco o profissional de contabilidade. Trata-se apenas de
deixar claro que, ao obedecer as partidas
dobradas as finanças públicas não estão
salvas. Veja também, nesta linha, a
minha resposta
ao ofício mal humorado do Dr. Abrantes, de 11.05.99,
e um comentário
de um leitor (de 23.06.99) da Carta Capital . Trevisan, em
sua tréplica, Gustavo Franco
e a dívida mobiliária (Carta Capital, 09.06.96), reluta em
concordar com o que proponho, conforme procuro argumentar em Trevisan
Neoliberal (Carta Capital, 23.06.96), e atestado pela sua lacônica
resposta. Interessante que Trevisan voltaria ao tema
três anos depois num editorial da Revista de sua própria
empresa (Revista Trevisan, n. 163/2002) em Contadores e
auditores na guilhotina, alegando que eu havia acusado os
contabilistas de serem os responsáveis pela
inflação no Brasil. Mandei uma carta
pessoal ao Dr. Trevisan em 08.04.02 em protesto e
obtive a resposta do Dr. Trevisan,
via e-mail em 12.04.02”.
João Sayad sobre
definições de déficit público e o modo como
a inflação o afeta:
causa ou conseqüência? Sayad argumenta em Uma
encíclica papal sobre a vitamina C (FSP, 24.10.1993)
que o déficit fiscal é produzido em boa medida pela
própria inflação. Em Ajuste
fiscal: Alemanha anos 20, Brasil anos 90 (originalmente
em FSP, 31.10.1993, e também como capítulo 10 de O Plano
Real e Outros Ensaios) procura-se mostrar que isto era uma tese crucial
para as hiperinflações européias dos anos 1920
(como se mostra em mais detalhe em Reformas Fiscais e os
Fins de Quatro Hiperinflações) mas que
para o Brasil o efeito Tanzi era mitigado pela ampla
indexação do sistema tributário e que era na
despesa onde a inflação tinha mais influência sobre
o déficit público no Brasil.
Dorothéa Werneck, Antonio Barros de
Castro e O Estado de São Paulo sobre o novo Conselho de Desenvolvimento
Econômico e Social visto à luz da experiência
passada das câmaras setoriais (CSs) e
de “pactos sociais”. Em O Camarão Setorial do Desenvolvimento (OESP,
09.02.03) critiquei a iniciativa do novo governo em montar um conselho
de representantes da sociedade civil
arbitrariamente escolhidos para fazer disso um
“ator” no jogo político em
contraposição ao Congresso Nacional. Argumentei que este
novo conselho tinha todos os defeitos das antigas CSs, daí
designá-lo como o “Camarão”, tomando
emprestada a expressão de Francisco de Oliveira. Em 12.03.03 O
Estadão publica Editorial intitulado O que se espera
do Conselho, levantando
dúvidas semelhantes. A ex-ministra Dorothéa Werneck
(OESP, 16.02.03) responde meu artigo com CSs: um
exercício de Democracia, que
mereceu réplica em CSs: vamos esquecer
este assunto (OESP, 23.02.03). O
professor Antonio Barros de Castro (FSP, 26.02.03), num artigo cheio de
adjetivos, CSs, o Debate, parece propenso a diminuir a
importância da abertura para o crescimento da produtividade no
Brasil nos anos 1990. Veja também o lúcido artigo de
Gesner de Oliveira Dois
equívocos sobre as câmaras setoriais (FSP, 09.08.03). Tempos depois, veja uma
avaliação de Maílson da Nóbrega Cadê o
CDES (OESP, 07.08.05) do que fez o CDES em seus primeiros dois anos
de vida. Mais sobre a experiência do CDES na matéria de
Juoiana Duailibi Revolta
no Conselhão (Veja, 17.05.06)
Paul Singer, Aloisio
Mercadante, Miguel
Jorge e Alencar Burti, sobre os primeiros anos das
câmaras setoriais (CSs) e em especial sobre os dois acordos na CS
da indústria automobilística. Criadas
em 1989 com vistas à política industrial, em 1991 as CSs
foram reinventadas para “administrar” o descongelamento de
preços seguindo-se ao Plano Collor 2, o que foi celebrado por
Paul Singer (FSP, 27.04.91) CSs – pouco
demais, tarde demais, em vista do
que viria a seguir. O primeiro acordo CS automotiva, de março de
1992, é descrito na matéria de Claudia Safatle para a GM
(27.03.92) Grande
Acordo Setorial para Conter Preços, e celebrado como extraordinária
descoberta por Aloisio Mercadante (FSP, 30.03.92) em Inflação,
CSs e o Caminho. O acordo foi
renovado em junho merecendo ruidosa propaganda de representantes da
indústria, como o doutor Alencar Burti (FSP, 08.06.92) CS: o Caminho da
Modernidade, e como o jornalista Miguel Jorge,
então Vice Presidente de Assuntos Corporativos da Autolatina, em
Renovação
do Acordo da Indústria Automobilística (GM, 04.07.92) e Quem Ganha com o
Acordo das Montadoras (FSP,
06.07.92). Questionando essas avaliações escrevi Maravilhas do Acordo
Automotivo (FSP, 14.07.92)
destacando os custos fiscais e favores regulatórios, temas que
ainda não estavam maduros naqueles dias. Luís Nassif
(FSP, 29.10.92) em O Espaço das
CSs especulava sobre a importância do instrumento para
a política industrial e Aloisio Mercadante (FSP, 12.12.92) em Negociar, Distribuir
e Crescer já falava em “controle social da
inflação” como alternativa ao neoliberalismo. A
movimentação para o segundo acordo, de fevereiro de 1993,
pode ser vista em Os Desafios da
Reativação Econômica (FSP, 09.02.93),
por Miguel Jorge,
e em CS e Apartheid
Social (FSP, 21.02.93) por Aloisio Mercadante. A
propósito deste acordo escrevi O Novo Acordo
(FSP, 21.02.93), que mereceu uma resposta direta de Miguel Jorge (FSP,
06.03.93) em Quem Ganha com o
Acordo. Como réplica publiquei
Quanto Custou o
Acordo Automotivo (FSP, 18.03.93) estimando a
renúncia fiscal envolvida em algo como US$ 1,4 bilhão. A
tréplica de Miguel
Jorge veio em Só
Não Vê Quem Não Quer (FSP, 15.04.93) e a
minha resposta, logo em seguida (FSP 22.04.93), em A Lavagem de um
Subsídio. Miguel Jorge ainda publicaria (FSP,
09.05.94) Uma Estranha
Obsessão, retirando-se da controvérsia em um
momento onde Fernando Henrique Cardoso assumia o Ministério da
Fazenda e este que vos fala a Secretaria de Política
Econômica, na posição de Adjunto.
Aloisio Mercadante, Guido Mantega, Francisco de Oliveira,
Lucia Helena Salgado, Patricia Anderson, Glauco Arbix, Vicentinho,
Heguiberto de la Navarra, Antonio Maciel sobre as câmaras
setoriais como instrumentos de “controle social dos
preços” e de políticas de rendas no contexto de
programas de estabilização, inclusive para o Plano Real. Aloisio Mercadante e Guido Mantega, em Uma Proposta
Inconsistente
(09.04.93) usaram a expressão “controle social da
inflação” para descrever “uma ampla
negociação de preços, salários, tarifas,
taxas de câmbio, e taxas de juros”, o que também chamariam de “política de
rendas” em De Haddad a Eliseu
(FSP, 05.05.93). Alencar Burti já parecia lamentar o ocaso das
CSs em CS – Segunda
fase (FSP, 29.06.93), e o sociólogo Francisco de Oliveira
escreveu dois textos notáveis sobre as CSs. No primeiro Carta Aberta a Hereges e Cristãos Novos
(FSP, 04.07.93)
reconhecia o que até então parecia tabu, ou seja, que as
CSs estavam sim eivadas de corporativismo, porém
“assentado em entidades representativas reais, e num Estado real,
costurado na transparência da competição entre as
partes”. Mais que isso, pensando num conjunto de CSs trabalhando
em paralelo usou pela primeira vez a expressão
“Camarão”, papel que entende caber ao Estado, e que
transcende a multiplicação das CSs, ou sua “suma
dialética”. O segundo texto é uma Carta Aberta ao Ministro Fernando Henrique Cardoso (FSP, 06.06.93)
defendendo o lugar das CSs em contraposição ao dos
“pacoteiros do passado”. Esta defesa foi refeita de forma a
confrontar diretamente argumentos meus por Vicente Paulo da Silva
(Vicentinho) e Heiguiberto Della Bella Navarro (Guiba) em Lula, FHC e o futuro da CS (FSP, 28.08.94). E foi
feita também por Antonio Maciel Neto, em FHC e as CSs (FSP, 19.09.94), que
acreditava que as CSs avançariam no governo FHC por iniciativa
do senador José
Eduardo de
Andrade Vieira e a despeito da resistência de “alguns
poucos acadêmicos, membros da equipe atual”. Mesmo com o
bom começo do Plano Real, Paul Singer e Aloisio Mercadante &
Guido Mantega insistiam com a tese do “controle social dos
preços”, respectivamente em O Quão Real
é o Plano Real (FSP,
31.08.94) e Os Dilemas do Real (FSP, 26.03.94). A
esta altura, todavia, as CSs já estavam feridas de morte por
perda de objeto, uma vez que tanto o controle de preços como a
política industrial “ativa” estavam caindo em desuso. Nessa
linha vale olhar o editorial do Estadão (de 17.05.94), A Dupla Face dos Acordos Setoriais, e
também o artigo de Lucia Helena Salgado (FSP, 29.08.93),
posteriormente conselheira do CADE, As CSs e a Política de Concorrência.
É importante que o leitor interessado tenha acesso a estudos de
maior fôlego sobre o tema, como o da própria Lucia Helena
Salgado para o IPEA (Política de concorrência e
estratégias empresariais: um estudo da indústria
automobilística, publicado em Perspectivas da Economia
Brasileira – 1994, Rio de Janeiro, IPEA, 1993), o da
pesquisadora Patricia Anderson CSs: Histórico e Acordos Firmados –
1991/95 Texto para Discussão IPEA n. 667
(setembro de 1999) e também o equilibrado relato de Glauco Arbix
Uma Aposta no Futuro: os primeiros anos da câmara setorial da
indústria automobilística (Editora Scritta, São
Paulo, 1996). Veja a resenha, intitulada Um Novo Começo, por
Cibele Saliba Rezek (FSP, 12.07.97). Como uma
reflexão conceitual sobre o tema escrevi Um Teorema Sobre Pactos Sociais no Brasil,
publicado como o capítulo 14 de meu livro O Plano Real e Outros
Ensaios.
O
CMN (Conselho Monetário Nacional), Sobre a (má)
idéia de ampliar o número de membros do Conselho
Monetário Nacional:
Veja os artigos recentes de José Antônio Moroni CMN: economia ou democracia (FSP, 29.06.2005) e Sérgio Werlang O Conselho Monetário Nacional não
deve ser ampliado
(Valor, 13.06.05) e também um novo editorial da Folha de
São Paulo Ampliar o CMN (FSP, 12.05.05). Veja também os
artigos de Maílson da Nóbrega Sarna para se coçar (OESP, 05.06.05 )
e os artigos de Sergio Werlang (FSP, 28.05.05) Órgão técnico,
decisões ponderadas, contrário ao aumento do
números de conselheiros e, na direção oposta, o de
Luiz Marinho Democratização responsável (FSP, 28.05.05). Veja também, de grande
interesse antropológico, o artigo do presidente da FIESP, Paulo
Skaf Legítima Participação (FSP, 22.05.05). Veja também os
artigos de Gustavo Loyola Conselho Monetário não é o
Congresso (OESP,
26.09.04), Maílson da Nóbrega O Conselho Monetário deve ser extinto (OESP, 10.10.04) e de Jairo Saddi Um novo Conselho para garantir a autonomia do BC
(Valor Econômico, 21.10.04). Todos na mesma direção. Dois
editoriais sobre o assunto, um a favor da ampliação do
CMN – Mudar o CMN e o BC (FSP, 19.09.04) outro contrário, A “democratização” do
CMN? OESP (30.09.04).
Veja um histórico do problema. Veja também o meu artigo Uma longa história (Veja, 27.10.04).
Sobre
a relação nada óbvia entre a taxa de
câmbio e as exportações, e em particular sobre a
relação entre taxa de câmbio e termos de troca.
Um câmbio
de esquerda (Veja,
24.11.04). A
propósito da relação entre câmbio e
exportações, vale rever o texto O que aconteceu com
as exportações em 1999? (OESP
& JB,
05.12.99), que mereceu,
na ocasião, um comentário de Alexandre
Schwartsman O
que aconteceu com Gustavo Franco em 99? , distribuído
informalmente entre seus clientes. Em reposta, produzi um
comentário recente: O
que aconteceu com as exportações desde então?
O leitor interessado especificamente na relação entre
preços de exportações e taxa de câmbio de
consultar a
edição de outubro de 2004 do Boletim Funcex de
Comércio Exterior. Veja a matéria de Flavia Oliveira Real fraco
significa salário baixo, diz Gustavo Franco (O Globo,
26.11.04). Veja também o artigo de Maria Clara do Prado Bons ventos afetam o câmbio
(Valor,
25.22.04). Ainda sobre o mesmo tema veja duas colunas escritas por
Merval Pereira O Mesmo Projeto (O Globo, 03.12.04)
e Como Crescer ? (O Globo, 04.12.04).
Veja também : A inconsistência do debate
(Valor Econômico, 13.10.05) de Maria Clara R. M. do
Prado e O
Paradoxo Cambial e as Exportações Brasileiras de
Roberto Giannetti da Fonseca. Veja também a matéria de
Raquel
Landim e Raquel Salgado Indústria
eleva preço em dólar e segura em real
(Valor
Econômico 22.05.06).
Sobre a idéia patética da FIESP
de promover uma desvalorização cambial através de
uma desregulamentação radical da legislação
cambial.
Em fins de 2005, a FIESP e a
FUNCEX apresentaram um projeto de lei cambial destinado a promover uma
espécie de choque liberal na legislação
brasileira, revogando a maior parte da legislação em vigor. O Projeto de Lei
Cambial da FIESP (PLCF) foi recebido com
reservas, conforme se percebe em Luís
Nassif (Uma lei cambial antiindustrial", (FSP, 10.2.2006)) e em editorial
do jornal Valor Econômico, de 13.02.2006 ("Os riscos de uma
reforma apressada da lei cambial"). Roberto Giannetti da Fonseca saiu em sua
defesa do PLCF com O
câmbio em debate (FSP,
20. 02.2006). Uma vez citado, e de maneira deselegante, e tendo em
vista o (ou a falte de) mérito do PLCF, respondi com O
falso debate sobre o câmbio (FSP, 23.02.2006). Posteriormente, o governo
passou lei alterando as normas para a chamada “ cobertura
cambial”, liberalizando em princípio, mas impondo tantas
regras, notadamente tributárias, que os efeitos parecem ter sido
perto de nulos.
Sobre a real
eficácia das restrições a entradas de capitais de
curto prazo (através de prazos mínimos e IOFs) no
período 1993-98.
Bernardo Carvalho
& Marcio Garcia
apresentaram Ineffective
controls on capital inflows under sophisticated financial markets:
Brazil in the nineties no seminário de dezembro de 2005 da
IASE – InterAmerican Seminar of Economics. Escrevi o
comentário Capital
inflows into Brazil, 1992-98: the nature and effects of controls and
restrictions contestando a alegação de completa
ineficácia, assim como a relevância dos
“exemplos” de operações para
“driblar” a regulamentação. Ambos são textos para
discussão do Departamento de Economia da
PUC-Rio, de números 516 e 517
respectivamente. Ambos deverão ser publicados pela University of
Chicago Press, atuando com o NBER,
no volume "Financial Markets Volatility and Performance in
Emerging Markets", editado por Sebastian Edwards e Márcio G. P.
Garcia, baseado na conferência do IASE (Inter American
Seminar in Economics – PUC/NBER) realizada no Rio de Janeiro em
Dezembro de 2005. Sobre a atualidade do tema
ver Não
há
capitais a controlar (OESP, 22.10.06) de Celso
Ming. Veja
também Pensamentos cambiantes (Época, 17.07.07).
Veja o artigo citado, de Marcio Garcia, Controles de
capital não funcionam (Valor, 06.0.7.07).
Sobre o problema da
valorização cambial. É uma escolha ou uma
inevitabilidade?
Em Dois
episódios de valorização cambial, uma
comparação, para a Conujntura Econômica vo. 60,
n. 12, de junho de 2006, argumenta-se que
valorização cambial não é propriamente uma
escolha, e que o governo Lula parece fazer o mesmo que combatia. Em razão da
valorização da taxa de câmbio ocorrida desde o
final de 2002 até hoje (abril de 2006), o câmbio real caiu
bem abaixo de onde estava quando o BC saiu do regime de bandas para o
regime de flutuação em janeiro de 1999. Algumas
análises sobre o novo episódio de “moeda
forte” trazem novas perspectivas para o episódio anterior. A propósito de
comparações estapafúrdias entre o governo FHC e o
de Lula, ver texto imperdível de Marcelo de Paiva Abreu Lula
e o barão de Munchausen (OESP, 08.05.2006). Ver Dois episódios de
valorização cambial de Antônio
Barros de Castro e Francisco Eduardo
Pires de Souza (FSP, 29.03.06). Sobre
“Dutch Disease”, ver Câmbio,
reservas e "doença holandesa” de Affonso Celso Pastore
e Maria Cristina Pinotti (Valor Econômico, 30.01.06) e
também Ainda a "Dutch Disease" de Luiz Carlos
Mendonça de Barros (FSP, 07.04.06). Veja a Carta do IBRE, da
revista Conjuntura Econômica (novembro de 2006), Câmbio “valorizado”:
uma nova realidade. Duas visões críticas
sobre a tese segundo a qual a abundância cambial deve ser
combatida com o crescimento das importações: Opções
para a sangria de dólares de Luiz Carlos Mendonça de
Barros (FSP, 25.08.06) e Julio Gomes de Almeida Uma reforma inoportuna (FSP,
08.03.06). Veja-se também, de Dionísio Dias Carneiro Como conter a apreciação
(OESP, 04.08.06). Veja o artigo de Benedicto F. Moreira para
o Valor Por que exportadores pedem a
desvalorização cambial. Veja o
artigo de Mailson da Nóbrega Por uma
nova abertura unilateral (OESP, 20.08.06) e também Uma idéia do
além: Imposto de
Exportação (OESP, 18.03.07). Ver também, de Claudio Haddad
Na
contramão do progresso (Valor, 29.03.07) e de
Monica B. de
Bolle
Taxa de
câmbio real é instrumento de política
econômica? (Valor Econômico,
28.03. 07) . Veja
também A real pressão sobre o
Real (Valor 08.02.07) de Ilan Goldfajn, e de Márcio
G. P. Garcia Juros e câmbio
em queda (Valor 12.04.07). Ver também O real cada vez mais forte
Giuliano Guandalin
(Veja, 18.04.07). Veja ainda O Real
forte: Quatro hipóteses e uma má notícia
(Época, 24.04.07). Sobre o assunto (em particular o problema de
a valorização cambial levar ao protecionismo) veja, de
Alexandre Schwartsman, Nostalgia e
tiro no pé (FSP, 18.04.07).
Sobre o FSB - Fundo
Soberano do Brasil.
O Ministro Guido Mantega anunciou uma
coisa, depois voltou atrás, e tenta uma saída honrosa.
Em O cofrinho do ministro artigo de estréia
para a coluna
regular,
no sábado, para a Folha de São Paulo, em 17.05.08,
argumentei que o
assunto era mais uma má idéia do ministro: o
FSB - Fundo soberano do Brasil (veja a
apresentação oficial). Veja também os
artigos de Marcio Garcia O cofrinho e a cadeira (Valor, 06.06.08), Paulo Rabelo de Castro Salvando o cofrinho do Mantega (FSP,
04.06.08) e de
três professores da Unicamp (Maria Cristina P. de
Freitas, Geraldo Biasoto
Júnior e Daniela M.
Prates, Fundo
soberano made in Brazil, Valor, 06.06.08). Veja também o
artigo de Miriam Leitão O destino
do cofre (O Globo, 17.05.08) e o de Yoshiaki Nakano Fundo
Soberano Brasil (FSP, 18.05.08), de Afonso Pastore Dois erros de política econômica,
e de Vinicius Torres Freire, com a defesa do ministro Mantega
defende seu fundo (FSP, 18.05.08). Ver também o Cofrinho
e poupança de Ilan Goldfajn (OESP, 25.05.08) e o pronunciamento do Senado
Fransico Dornelles sobre o assunto em 20.05.08 no Senado. Para uma
discussão mais genérica ver
As novas crias do capitalismo (Época,
28.01.08). Veja, sobre o assunto, a
matéria de capa em The Economist (07.01.08) The
invasion of the sovereign-wealth funds, e também a
matéria Asset-backed
insecurity. Veja o paper de
Joshua Aizenman Reuven
Glick Sovereign Wealth
Funds:
Stumbling Blocks or Stepping Stones to Financial Globalization?
FRBSF (Federal
Reserve Board of San Francisco)
Economic Letter 38/2007, 14.12.2007.
Mesmo antes do anúncio do ministro em 13.05.08, diversos
economistas escreveram sobre a inconveniência de o Brasil criar o
seu FRS: Claudio Haddad, Marcio Garcia, Maria
Cristina Pinotti, Mailson da
Nóbrega, Gustavo Loyola, Alexandre Schwartsman e Celso Ming. Veja o
relatório de pesquisa da Goldman Sachs (Global
Economics Weekly 07/38, 07.11.2007) Sovereign
Wealth Funds Highlight the
Changing World—and the Need for More.
INSERÇÃO EXTERNA e
DESENVOLVIMENTO
Inserção
externa e desenvolvimento Originalmente
distribuído em 16.06.1996, posteriormente publicado em Revista
de Economia Política 18 (3) julho-setembro de 1998 e como
capítulo 1 em O Desafio Brasileiro: ensaios
sobre desenvolvimento, moeda e globalização
São Paulo: Editora 34, 1999.
Inserção
externa e desenvolvimento: o consenso envergonhado Publicado no
número inaugural da revista Interesse Nacional, Ano I,
Número 1, abril-junho de 2008.
Comentários
sobre o texto
Debate
na Revista Carta Capital (matéria de capa)
de 27.11.96 envolvendo Eduardo
Gianetti da Fonseca, Luiz
Gonzaga Belluzzo e Paulo Rabello de Castro
A
abertura econômica do Brasil de hoje por ALOISIO ARAUJO (O
Globo 06.10.96)
Margaret Thatcher,
versão Gustavo Franco por ÁLVARO
ANTÔNIO ZINI Jr (FSP, 26.09.96)
Duas
leituras por
ANDRÉ LARA RESENDE (FSP, 17.09. 96)
Cozinheiro do
Real por
ANTENOR NASCIMENTO NETO (Veja, 18.09.96)
FHC, Marx e
Franco por
CELSO PINTO (FSP, 15.09.
96)
Franco elabora
saída “três-em-um” por ELEONORA de LUCENA (FSP, 22.09.96)
O manifesto de
Gustavo Franco por
ELIO GASPERI (OESP,
11.09.96)
Planos e
gênios
por
JOÃO SAYAD (FSP,
07.10.96)
Três em um por
JOÃO SAYAD (FSP,
30.09.96)
Três
visões do desenvolvimento por
JOSÉ ELI da VEIGA
(OESP, 14.10.96)
Franco
propõe ampliar abertura para crescer por
JOSÉ ROBERTO CAMPOS (OESP, 10-09-96)
A pasta de
Gustavo Franco por
LUÍS NASSIF (FSP,
13.09. 96)
Prosperidade
através da competição por
PAULO
GUEDES (O Globo 06.10.96)
A abertura
não tem dono nem é de 1990 por MAILSON da
NÓBREGA (FSP, 27.09.96)
Decodificando
o dr. Gustavo Franco por
MARIO CESAR FLORES (Gazeta Mercantil, 18.11.96)
Novo modelo
por
MÍRIAM LEITÃO (O Globo, 11.09.96)
A aposta certa no
Real por
OCTÁVIO de BARROS (O Globo 06.10.96)
Contradições
antagônicas por
OLIVEIROS FERREIRA (OESP, 15.09.96)
O modelo econômico de Gustavo Franco
por RIBAMAR OLIVEIRA (OESP, 13.09.96)
O mistério do desenvolvimento
por
ROBERTO CAMPOS (FSP,
15.09. 96).
PESSOAS, IDÉIAS e RESENHAS
Mário Henrique Simonsen (Para caderno especial em
homenagem ao professor Simonsen, naquela altura hospitalizado em estado
grave, falecendo poucas semanas depois, Jornal do Brasil)
Frenólogos (sobre Rudiger
Donrbush, FSP, 04.10.96)
"O que é
isso, companheiro ? (sobre Tony Blair e
Mangabeira Unger, JB, 18.05.97)
"Schacht
aspectos econômicos Prefácio
a Hjalmar
Schacht:
Setenta e seis anos de minha vida: a autobiografia do mago da
economia alemã da República de Weimar ao III Reich São
Paulo Editora
34, 1999.
Quanta fantasia ! Resenha do livro Uma nova
recessão? O que deu errado. Como entender a crise da economia
mundial de
Paul Krugman (18.04.99)
A presença
de Mario Covas (OESP e JB, 14.03.00).
Veja outros artigos sobre ele no site da Fundação
Mario Covas. Veja também o Depoimento
ao CPDOC da FGV sobre Mario Covas, Novembro de 2002.
Aula de bom senso (resenha do livro O Brasil em transformação
de Mailson da Nóbrega (Editora Gente, São Paulo)
publicada em VEJA, 26.04.00)
Roberto Campos e o
mito do “neoliberalismo” (OESP, 14.10.01)
Keynes e o
Afeganistão (VEJA, 26.09.01)
O exemplo do
Plano Marshall (VEJA, 10.10.01)
Chega ao fim a
hegemonia da PUC (matéria no
jornal Valor de 20.03.02 por Ribamar Oliveira). Sobre este mesmo
assunto, porém sob um ângulo bem diverso, vale olhar a
matéria Mestres
do primeiro escalão (Medalhões da era FHC dão
aulas concorridas na PUC), publicada na Veja Rio,
22.10.03, por Fabio Brisolla. Veja a matéria na revista
Época PUC
no Poder. Veja Economia
na PUC-Rio: notas de uma testemunha texto preparado para a
coletânea Pensamento
Econômico no Brasil contemporâneo, editada pela Ordem dos Economistas do
Brasil, a ser publicado pela Editora Atlas.
GUILHERME ARINOS. Em
19.06.2005 Luis Nassif publicou O
Último Guerreiro de Vargas (FSP, 19.06.05) sobre Guilherme
Arinos, meu pai. No domingo seguinte, Nassif publicou A
Madura Idade (26.06.05) transcrevendo uma carta minha, dirigida a
ele, a propósito do primeiro artigo. Vale olhar o artigo de
Guilerme Fiuza, em seu
blog, em 03.04.07, a propósito da transdente vitória
do Botafogo sobre o Vasco ocorrida em 01.04.07 por 2x0, o tombo
épico dos espertos. A propósito veja a crônica de Roberto Da
Matta O
Milésimo Gol (O Globo,
16.04.07) e também O
inesperado do esperado (O Globo, 26.04.07).
Novo livro sobre o Plano
Real: A Real história do Real: uma radiografia da moeda que
mudou o Brasil de Maria Clara R. M. do Prado Rio de Janeiro:
Editora Record. Extenso e bem documentado, o livro traz um ponto de
vista pessoal sobre o processo. Veja o artigo de Rubens Ricupero a
respeito do livro Em paz com a minha guerra (FSP, 04.09.05).
Uvas
e jabuticabas. Resenha de
“Inflation targeting, debt, and the Brazilian experience, 1999 to
2003” coletânea organizada por Francesco Giavazzi, Ilan
Goldfajn e Santiago Herrera. MIT Press, Cambridge, 2005. Publicada pela
Conjuntura Econômica vol. 60, n. 11, novembro de 2006.
Uma curiosa
controvérsia recente sobre Rui Barbosa. A revista IstoÉ Dinheiro publicou a matéria Ruy
Barbosa: ave de rapina?, ao mesmo tempo em que a Istoé deu a
Rui Barbosa o
título de “Brasileiro do Século”, na
categoria “Justiça e Economia”. A
premiação foi criticada por Luis Nassif em O brasileiro do
século (FSP, 30.10.05). O ex-ministro Paulo Brossard saiu em
defesa de Rui em Assim
é demais (OESP, 11.11.05), e Nassif respondeu com O financista
Rui Barbosa (FSP, 13.11.05). Veja também um curioso
comentário de Luis Nassif A revanche do
encilhamento (FSP, 05.12.04) e outro ainda mais estranho ao meu
texto (sobre reforma monetária na passagem para a
República) Rui Barbosa e o
Plano Real. A arenga continua depois que a revista Época,
através de um painel de especialistas, escolhe Rui Barbosa O
maior brasileiro da História. Veja O
prometeu da economia Época (11.09.06) Edição
especial com a escolha de Ruy Barbosa como o Maior Brasileiro da
História.
O
charlatanismo em aulas de economia (Época, 15.01.07). Sobre
tema correlato – palavreado altissonante e vazio – ver Literatura e
economia (Veja, 03.11.99). Sobre a velha, quem sabe
imaginária, controvérsia entre ortodoxos e heterodoxos,
veja José Alexandre
Scheinkman A
ortodoxia dos heterodoxos (FSP, 11.02.07)
Vale olhar o artigo de Guilherme Fiuza o tombo épico dos espertos, em seu
blog,
03.04.07, a propósito da transcendete vitória do Botafogo
sobre o Vasco em 01.04.07, por 2x0, e em seguida do empate por 4x4, com
vitória do alvio-negro nos pênaltis, e sem gol mil. A
propósito veja a crônica de Roberto Da Matta O
Milésimo Gol (O Globo, 16.04.07) e também
O
inesperado do esperado (O Globo, 26.04.07).
MILTON
FRIEDMAN. A propósito do falecimento recente de Milton Friedman,
veja Friedman,
monetarismo e desenvolvimento Dionísio Dias Carneiro (OESP,
23.11.06) e também Milton Friedman meets Bob Fields, O
reencontro de dois grandes economistas de Paulo Roberto de Almeida.
Veja o maravilhoso texto de Paul Krugman Who
was Milton Friedman? para a New York
Review of Books vol 54(2) February 15th, 2007.
Economia
na PUC-Rio: notas de uma testemunha Texto preparado para a
coletânea Pensamento
Econômico no Brasil contemporâneo, editada pela Ordem dos Economistas do
Brasil, publicado pela Editora Atlas. Veja a resenha do livro,
de autoria
do prof. Rui Granziera, publicada pela revista Estudos Avançados
da USP,
n. 62 Pensamento
Econômico: Um balanço necessário.
Keynes
é nosso, não deles (FSP, 01.11.08). Sobre a
atualidade de Keynes ver a introdução
que Paul Krugman fez para a Teoria Geral em 2006.
DIONISIO
DIAS CARNEIRO. Foram muitas e merecidas as homenagens ao grande
economista e amigo que nos deixou recentemente. Destacaria
especialmente os artigos de Edmar Bacha Saudades de Dionísio (Valor,
15.08.10) Rogerio
Werneck
Um economista que fará falta ao
país (O Globo e OESP, 06.08.10), Marcos Lisboa Dionísio, e Ilan Goldfajn Dionísio Dias Carneiro:
nossa educação e riqueza
(O Globo e OESP, 03.08.10). Em breve haverá um volume
de ensaios em
homenagem a ele, coordenado pelao IEPE - Casa das Garças.
|
|
NOVIDADES
Veja a
matéria "Um
liberal heterodoxo" na série "À mesa com o Vallor"
escrita por Sergio Leo, para o VALOR, Caderno EU & FIM DE SEMANA,
13-15 de abril de 2012.
Shakespeare
e a política no Brasil (uma paródia de uma
crônica de Machado de Assis, a famosa "Cena do cemitério").
Veja o texto
que foi publicado na Dicta
& Contradicta, e as imagens
de personagens da política brasileira e a quem correspondem no
universo shakespeariano. A propósito da crônica veja
o texto
de Claudia Esteves "A Cena do
Cemitério: entre Shakespeare e
Machado de Assis".
“Felicidade”,
foi o tema que me coube
tratar na Fundação
Calouste Gulbenkian em Lisboa, em novembro, no
seminário
inter-disciplinar “O
próximo Futuro”. Eis
a apresentação. Indices
of current and future
happiness: Conceptual
aspects and economic determinants in light of the Brazilian experience
(a view
from a non-expert). Veja o link para
o video da apresentação aqui.
Veja o ensaio (um
draft, na verdade)
escrito sobre o tema: Índices
de felicidade e desenvolvimento econômico.
Veja a
esplêndida matéria de Diego Viana para o Caderno EU &
Fim de Semana do Valor (03.02.2012) "Por que devemos?" ou " As muitas caras da dívida"
acompanhada de uma entrevista "Fausto,
um retrato do capitalismo".
Veja a
matéria de João Sandrini, para a
Exame on line, em 13/12/2011, sobre o livro Dinheiro e Magia e
outros temas econômicos:
Gustavo Franco explica a magia do dinheiro
O Instituto Teotônio Vilela
promoveu um debate no Rio de Janeiro, em novembro, tendo como tema A
Nova Agenda para o Brasil. Veja o link
com todas as apresentações e falas. Para a
versão maior da minha apresentação veja aqui.
A
transição incompleta, os dilemas da (macro) economia
brasileira. Debate realizado em 25.08.2011 no IFHC, com Edmar
Bacha, Pedro Malan, Persio Arida, Andre Lara Rezende e Gustavo H. B.
Franco. Este é o link
para a minha fala, há também para as outras. Veja aqui a
apresentação
power point que eu exibi.
A
crise e o juros: deslocar a curva.
Valor 14.09.2011
Entrevista
de Segunda.
Folha de São Paulo 08.08.2011, para Eleonora de Lucena. A
propósito da turbulência financeira iniciada pelo "
downgrade" dos EUA pela Standard & Poor.
A
"posição" em derivativos.
Valor Econômico 05.08.2011. A propósito da
imposição de um IOF com alíquota de 1% sobre a
posição vendida em derivativos cambiais.
Por
que o Brasil é o campeão mundial de juros altos.
Valor Econômico 27.07.2011. É o resumo de um texto maiorr,
produzido para um debate na Casa do Saber em 13.06.2011 com o
título Por
que juros tão altos, e o caminho para a normalidade.
Inconvenient asymmetries .
Para o conjunto de ensaios da Think
Tank 20, Brookings Institution (sobre a falta de democracia na
China e suas implicações sobre a taxa de câmbio)
(março de 2011).
A
globalização e
o Brasil
(Valor, 30.10.10). Veja o artigo
maior, com todas as tabelas, do qual este é resumo, e que
será publicado com o título O
Brasil e a Globalização na primeira década
após o Plano Real: os censos do capital estrangeiro no Brasil
1995, 2000 e 2005 no volume de ensaios em homenagem a Dionisio Dias
Carneiro. Ouça um podcast
com o autor sobre o tema, e veja os resultados de todos os censos
diretamente no site do Banco Central.
A economia da República Velha, 1889-1930. Escrito em
parceria com Luiz Aranha Correa do Lago para a coleção
História Contemporânea da América Latina.
Fundação Mapfre, janeiro de 2011. Texto para
Discussão, n. 588, Departamento de Economia PUC-Rio, janeiro de
2011.
Primavera
chinesa (OESP, 26.12.10). Para o
caderno Aliás.
O
que fazer com um tesouro? Uma fábula.
(FSP, 30.10.10). São muitos os artigos sobre as
manipulações na contabilidade pública na
capitalização da Petrobrás. No mesmo tom fabuloso
do artigo acima ver o de Jose Roberto Afonso Vale Tudo (OESP, 30.10.10)
PLANO
REAL. Ouça um extraordinário podcast, originalmente um
program de rádio feito pela NPR (National Public Radio) a
rede de rádios públicas americanas, sobre o Plano
Real e a URV com o título "How
four drinking buddies saved Brazil" (como quatro companheiros de
bebidasalvaram o Brasil)( NPR, 01.10.10, em ingles)
Shakespeare
e a política no Brasil (uma paródia de uma
crônica de Machado de Assis). Dicta & Contradicta, julho de
2010. Veja o texto e
as imagens.
The Brazilian development
model: Trade orientation, the 2008 crisis and its influence on the
choice of
styles, escrito em parceria com Fausto Vieira, e
apresentado na conferência
“Managing
openness: outward-oriented growth strategies after the
crisis”, em Washington, DC,
May 10th, 2010
Plano Real: 15 anos em
perspectiva (VALOR,
03.07.09, suplemento de fim de semana). Sobre 15 anos do Real ver
também O
Plano Real a reconquista do futuro,
01.07.2009, que também traz o noticiário sobre a
solenidade comemorativa em sessão solene no Senado Federal. Veja
a matéria na VEJA (08.07.09), Os
Pais do Real,
com depoimentos de FHC, Pedro Malan, Edmar Bacha, Persio Arida, Arminio
Fraga e Gustavo Franco. Veja também a matéria para o
portal UOL Real completa 15 anos; conheça seis
visões sobre o plano com depoimentos de Delfim
Netto, Arminio Fraga, Gustavo Franco, Glauco Arbix e Julio Gomes de
Almeida e Mailson da Nobrega.
Plano
Real, 15 (FSP, 01.03.09). (sobre 15 anos da URV)
Afogando em letras (FSP,
05.04.09). Veja o abecedário da crise, feito por diversos
autores, incluido Manuela Carneiro da Cunha, Ronaldo Vainfas e Luiz
Gonzaga Belluzo
ARTIGOS PARA A FOLHA
- minhas desculpas aos leitores e amigos, mas interrompi os artigos
regulares de sábado. Nada que ver com a crise, apenas a
dificuldade de adaptar-se à rotina de escrever semanalmente, e a
vontade de escrever coisas de maior fôlego. O artigo de 1 de
novembro de 2008 foi o último. A idéia é
escrever em bases ocasionais.
Keynes
é nosso, não deles (FSP, 01.11.08). Sobre a
atualidade de Keynes ver a introdução
que Paul Krugman fez para a Teoria Geral em 2006.
Responsabilidade
limitada (FSP, 18.10.08).
O
Brasil e a crise (FSP, 11.10.08).
O
subprime brasileiro (FSP, 27.09.08).
A
crise (não) bancária (FSP, 20.09.08). Ouça um podcast sobre
a crise, e suas analogias com a crise bancária brasileira de
1994-97.
MACROECONOMIA: temas da atualidade, o
governo Lula
Expectativas de
inflação (Veja, 04.12.02)
Eu quero
acreditar (OESP 22.12.02)
Nada
sério por enquanto (OESP, 12.01.03)
O
império das circunstâncias (OESP 09.03.03)
Vivendo
perigosamente (Veja, 05.03.03)
Santa
Incoerência (Veja, 16.04.03)
Matemática
e neoliberalismo (Veja, 30.04.03). A propósito veja o belo
artigo de Helio Gurovitz Quem
tem medo de matemática? Exame Capital Digital (04.10.01).
A
métrica do sucesso (OESP, 04.05.03)
Existem escolas de
pensamento? (OESP, 18.05.03). A este respeito, e tratando de
assuntos práticos, veja o belo artigo de Edward Amadeo,
relatório especial da Tendências
Consultoria (26.05.03), O
Que Divide os Economistas Brasileiros (em PDF)
O custo de chegar
ao Poder (OESP, 01.06.03)
Existe
almoço grátis? (Veja, 11.06.03)
Confiança
e estabilidade (Veja, 06.08.03)
O ocaso
do esquerdismo (Veja,17.09.03)
Inquietos
e executivos (Veja, 26.11.2003)
O ano do
fim das ilusões (Veja, 07.01.04)
Uma nova
chance (Veja, 21.01.04)
Chamada
para despertar (Veja, 18.02.04)
Inflacionismo
não tem cura (Veja,
28.04.2004)
Notas
sobre o clima (Veja, 26.05.04)
Verdades reveladas em 2004 (retrospectiva
“filosófica” sobre 2004) (Veja,
05.01.05). A propósito da novela de Robert Louis
Stevenson “O Médico e o Monstro” a leitura
recomendada é de Roger
Shattuck “Conhecimento Proibido” (Companhia das Letras, 1998) . Veja o interessante comentário do
Dr. Luis
Roberto Sabbato Para quem
suspeita do “Grande Irmão” e o magnífico
artigo do Presidente Fernando Henrique Cardoso, O sonho
americano (O Globo, 06.02.05).
É preciso
acreditar (Veja,
02.02.05). As políticas macro funcionam
melhor quando o executante acredita nelas.
Inflação
sem caráter preparado para a revista FOCO de 15.06.2005.
Os
enigmas da economia de 2005 (originalmente “O piloto sumiu, e
não aconteceu nada”) artigo para a retrospectiva de 2005,
edição especial de fim de ano, Veja (28.12.05).
Para
entender o crescimento (Época, 25.09.06)
Três
dilemas para 2007 (Época, 01.01.07). Veja também, de
Alberto Tamer Para onde vai nossa economia?
(OESP, 08.02.07).
PAC: um
filme cabeça com truques velhos (Época, 30.01.2007).
Também sobre o PAC, ver Piripaque
de Paulo Rabelo de Castro (FSP, 31.01.07) e A
Zelia está de volta, do blog de Guilherme Fiuza. Sobre o mesmo assunto ver O
PAC é pouco (Valor
Econômico, 29.01.2007)de Fábio Giambiagi. Para uma
tímida defesa do governo ver Delfim Netto PAC,
vale a pena apoiá-lo (FSP, 31.01.07)
As vantagens do pessimismo (ou as
previsões de Greenspan) (Época, 12.03.07). Veja, a propósito,
o artigo de Antonio Carlos
Lemgruber A
nova política monetária (FSP, 12.04.07) e tambem o artigo de
Sete idéias ruins para
jogar fora (Época, 20.05.07). Veja também o belo
artigo de Mailson da Nóbrega Banco
do Sul: de mal a pior OESP (13.05.07). Sobre a entrada da
Venezuela e o que se passa
com o Mercosul ver o artigo de Maria Clara do Prado Desmascarando o Mercosul (Valor,
10.05.07). Sobre outra idéia horrível (taxar as
exportações) ver, de Alexandre
Schwartsman, Cigarras, formigas
e efeitos especiais (FSP, 30.05.07).
Até rádios quebrados
estão funcionando (Época, 18.06.07).
É tempo dos neoliberais de
ocasião (Época, 22.10.07).
A inovação que
falta falta ao governo (Época, 08.10.07).
O Presidente ateniense
(Época, 24.09.07). Outro sobre o mesmo tema da
"apropriação indébita".
Os dilemas da Dinamarca morena (Época, 10.09.07).
Sobre a "apropriação indébita" do Plano Real e da
estabilidade pelo Presidente Lula e seus áulicos.
Lula e o milagre de 2007
(Época (31.12.07)
A arte de embaralhar
causas e efeitos (Época, 28.02.08).
Acerca deste momentoso debate, vale olhar o artigo triunfalista e
auto-iludido do senador Mercadante Diziam
(FSP, 16.03.08) e a belíssima resposta do senador Arthur
Virgilio Tardia
Conversão (FSP, 23.03.08). O senador Mercadante
rebateu em Diziam
ainda (FS, 04.04.08) e foi novamente contestado pelo senado Arthur
Virgilio em Distorções
ainda (FSP, 20.04.08)>
Sobre
lagartixas e dragões (FSP, 05.07.08).
Medo e
ganância (FSP, 19.07.08).
Em
que planeta? (FSP, 13.09.08). Veja a magnífica charge de Chico
Caruso, sobre o encontro dos ex-ministros da Fazenda, e o artigo de
Miriam Leitão sobre o encontro Debate Perdido em (O
Globo, 13.09.08)
Salários, emprego,
encargos, temas de economia do trabalho
Um mínimo de
racionalidade (OESP & JB, 20.02.00)
A verdade sobre o
salário mínimo em 1940 (OESP & JB, 09.04.00) Veja
a propósito o artigo de Edward Amadeo e Paulo Guilherme Moreira
de Melo O
salário mínimo em 1940 e 2000, de 15.05.2000.
A novela do
salário mínimo (17.12.00)
Pela
redução do imposto sobre o emprego (Veja, 14.11.01)
Um novo
contrato social (com Laudelino da Costa Mendes, Veja, 13.03,02) Veja
também, do mesmo Laudelino Mendes, Liberdade Liberdade (O
Globo, 07.04.07). Em
seguida leia o artigo de Elio Gasperi (FSP, 08.11.2006) Blindagem
para o andar de baixo, e surpreenda-se.
Milhões e
milhões de empregos (Veja, 25.09.02) Veja o
documento citado A
Agenda Perdida, e veja também o
artigo de Sueli Caldas A Agenda que
se Perdeu (OESP, 22.09.02).
Veja o maravilhoso artigo de Sueli Caldas Mudar a
Justiça do Trabalho (OESP, 07.07.06). Veja
o artigo de Mailson da Nóbrega Equívocos
sobre o mínimo (OESP, 25.12.2005), e também Salário
mínimo, desinformação máxima (OESP, 17.12.06)
REFORMA
TRABALHISTA. Veja, a
propósito deste importantíssimo assunto o
magnífico artigo de Laudelino Mendes Liberdade
Liberdade (O Globo, 07.04.07). O contrato civil,
sugeruido em Um novo contrato
social (escrito em parceria com o mesmo Laudelino da Costa
Mendes, Veja, 13.03.02), já está
começando a aparecer, através das PJs (Pessoas
Jurídicas), ver O bom exemplo das
transportadoras de Antonio Wrobleski (OESP, 28.04.07). Em seguida
leia o artigo de Elio Gasperi (FSP, 08.11.2006) Blindagem
para o andar de baixo, e surpreenda-se. Veja
também o texto de Suely Caldas Mudar a
Justiça do Trabalho
(OESP, 06.08.06) e o de Ali Kamel Os
sem-direito (O Globo, 03.04.07).
O imposto sindical é uma
criação patética
(Época, 19.11.07). Sobre o mesmo assunto ver o artigo de Sueli
Caldas Imposto sindical e
sistema S (OESP, 11.11.07). Falando em sindicatos NADA pode ser
mais
patético que o apoio que o Sindicato dos Economistas,
SINDECON-RJ, filiado à CUT), e o CORECON, deram à nova (e
espero que efêmera) direção do IPEA no EXPURGO de
quatro pesquisadores (Fabio Giambiagi, Regis Bonelli, Gervásio
Rezende e Otavio Tourinho). Veja a patética
Moção de apoio, e, mais interessante a versão
comentada por Reinaldo Azevedo, intitulada Os "soviéticos" da economia
brasileira: um documento asqueroso.
Reinaldo se pergunta, ao fim, se economista precisa de sindicato. Ver
também, sobre o "expurgo" os artigos de Elio Gasperi O
comissariado está destruindo o IPEA (FSP, 29.06.08) e de
Fabio Giambiagi O
IPEA e as instituições (FSP,
29.06.08).
O realismo
fantástico está entre nós (Época, 03.12.07)
O PLANO REAL: inflação e
outros temas de macroeconomia
O Plano Real e a URV: fundamentos da
reforma monetária brasileira de 1993-1994 Capítulo 2 do
livro "O Plano Real e Outros Ensaios"
The Real Plan Texto para
Discussão número 0354
(Abril1996) Departamento de
Economia PUC-Rio (em PDF)
O enigma
da inflação em URV (FSP e O Globo, 15.05.94)
Preços
relativos e o nível geral de preços (FSP, 27.11.94)
O
inflacionismo de bom coração
(O Globo 01.07.95)
Viúvas
da inflação (FSP, 24.09.95). Veja o comentário
de Leonardo Basso Viúvas da
desvalorização cambial? (FSP, 11.11.95)
Otimistas,
pessimistas e anestesistas (FSP, 01.06.97)
Três
anos de coisas simples (OESP, 29.06.97)
Os primeiros
cinco anos (OESP e JB, 27.06.99)
O maior inimigo do
pobre (OESP e JB, 08.08.99)
O que
esperar de 2000? (OESP e JB, 16.01.00)
Perspectivas
da Economia Brasileira: para além da conjuntura (palestra
proferida no CIEE - Centro de Integração Empresa Escola -
em 24.02.2000, no Fórum Permanente de Debates sobre a realidade
Brasileira, e publicado na Coleção CIEE volume 38, maio
de 2000)
Câmbio
e inflação (OESP e JB, 02.07.00)
O
próximo governo (OESP e JB, 12.11.00)
O
penúltimo (ano de governo) (dezembro de 2000)
How
Brazil Beat Hyperinflation (Palestra na Universidade da California
Los Angeles (UCLA) , no "Hewlet Foundation and UCLA Multidisciplinary
Workshop Series", em 21 de fevereiro de 2001, comentário
por Leslie Evans)
O crime
perfeito (Veja, 28.03.01)
Pessimismo
(OESP e JB, 13.05.01)
A
década pela metade (Veja, 20.06.01)
Sete anos
de Plano Real (Veja, 04.07.01)
Começando
bem 2002 (OESP e JB, 06.01.02)
Oito anos
de Plano Real (Veja, 03.07.02)
Saudades
de Fernando Henrique (Veja, 09.10.02)
Nove anos
do Real (Veja, 09.07.03)
Dez anos da
URV-real (Veja,
03.03.2004)
Real Dez Anos (Veja,
07.07.2004). Veja também o artigo de
avaliação do Presidente Fernando Henrique Cardoso Confronto com a História (O
Globo, 04.07.2004) e o artigo de Edmar Bacha Fim da inflação não
basta para crescer (OESP, 01.07.2004) sobre os
desafios futuros. Sobre o
passado, e especialmente a propósito de avaliações
sobre como poderia ter sido, caso caminhos diferentes tivessem sido
trilhados, ver o artigo de Rogério Werneck O que poderia ter sido, dez anos do Real
ensejam festival de análises contrafactuais (OESP,
01.07.2004) e o de Gesner de Oliveira O Real e o imaginário (FSP,
03.07.2004)
Auge e
Declínio do Inflacionismo no Brasil Publicado na
coletânea editada por Fábio Giambiagi, André Villela,
Lavinia Barros de Castro e Jennifer Hermann (orgs.)
“Economia Brasileira Contemporânea, 1945/2004” (Rio
de Janeiro, Editora Campus). Veja a resenha de
Miriam Leitão e o artigo de Fabio Giambiagi
Brasil,
um olhar sobre a História (Valor, 23.11.04).
Discurso de
agradecimento por ocasião da
entrega da Medalha
de Mérito Pedro
Ernesto pela Câmara Municipal da Cidade do Rio de Janeiro aos
“economistas do
Plano Real”, Rio de Janeiro, 19 de maio de 2008. A
propósito, ver o artigo de Roberto da Matta A realidade do
Real (O Globo, 28.05.08). Veja também o
artigo de Edmar Bacha Que
inflação é essa? O retorno (Infomoney,
23.06.08) refletindo sobre artigo com o mesmo título escrito em
1988.
Sobre
lagartixas e dragões (FSP, 05.07.08).
O
Brasil e a crise (FSP, 11.10.08).
Plano
Real, 15 (FSP, 01.03.09).
PLANO
REAL. Ouça um extraordinário podcast, originalmente um
program de rádio
feito pela NPR (National Public Radio) americana sobre o Plano
Real e
a URV com o título "How
four drinking buddies saved Brazil" (como quatro companheiros de
bebidasalvaram o Brasil)( NPR, 01.10.10, em ingles)
DESENVOLVIMENTO e REFORMAS: modelos e
controvérsias
Seis propostas
para o próximo milênio (Veja, 05.01.99)
De novo, o falso
problema
(OESP & JB, 09.05.99)
Fórmulas para o crescimento (OESP & JB, 30.05.99)
O movimento populista (OESP & JB, 15.08.99)
Hora de
escolher (OESP & JB, 05.09.99)
Os tribunais e o avanço das reformas (OESP, 10.10.99)
O que aconteceu com as reformas em 1999? (OESP e JB, 26.12.99)
A Década Perdida e a das Reformas (OESP e JB, 30.01.00)
Desenvolvimento
festivo (OESP & JB, 16.04.00)
Como fazer o
impossível (OESP & JB, 14.05.00)
Choques de
capitalismo (VEJA, 24.05.00)
O consenso
de Aracaju (OESP & JB, 06.08.00) A propósito veja o
comentário de Otaviano Canuto O Consenso de
Aracaju (OESP, 08.08.00)
Tratamento
pela metade (VEJA, 27.09.00)
Convergência (VEJA, 31.01.01)
O novo modelo
brasileiro (artigo publicado em Brasil 21, encarte especial da
revista Isto É em setembro de 2001)
A revolta dos
perdedores (VEJA, 30.01.02)
Fundamentos
e escolas de pensamento (OESP, 17.02.2002)
Eu quero ser
Juscelino Kubitschek (VEJA, 24.04.02). A
propósito veja o esclarecedor artigo de Marcelo de Paiva Abreu JK,
sebastianismo e o mito (OESP, 16.09.02)
Pensamento
único ou consenso brasileiro? (OESP, 14.04.02)
O
Desenvolvimentismo do Século XXI (Veja, 19.03.03)
O
capitalismo envergonhado (Veja, 17.03.04)
Transição
inacabada.
Texto
escrito para o Simpósio no Caderno Mais! Folha de São
Paulo (21.03.2004), O colapso do
desenvolvimento, seis economistas debatem saídas para a crise.
Duas perguntas são respondidas: 1. Quais as razões da
crise do desenvolvimento brasileiro nos últimos 25 anos? 2. Que
políticas implementar para retomar o desenvolvimento
econômico e social? Veja também os textos de Carlos Lessa,
L.
G. Belluzzo & M. Conceição Tavares, L. C.
Bresser Pereira e L. C.
Mendonça de Barros.
O
Judiciário e a Economia (Veja, 01.09.04). Veja também, a
propósito do papel do Judiciário na
definição das políticas públicas, dentre
outros temas, o
Discurso do Ministro Nelson Jobim ao tomar posse na
Presidência do Supremo Tribunal Federal (STF). Veja o
voto do Ministro César Peluso no julgamento da
constitucionalidade da contribuição dos inativos, e veja
também o magnífico estudo de Armando
Castelar Pinheiro Direito e Economia num Mundo Globalizado:
Cooperação ou Confronto? (fevereiro de 2003). Veja
também Celebrando
a Convergência prefácio de Direito e Economia, coletânea
organizada por Luciano Benetti Timm. Thomson São
Paulo: IOB Editora. Veja o índice.
Para
entender o crescimento (Época, 25.09.06)
A nova
tecnologia para o crescimento (Época, 06.11.06).
A herança maldita e o verdadeiro
papel do setor
privado na nova equação de
crescimento Seminário na EBAP-FGV
(Escola Brasileira de Administração Pública da
Fundação Getulio Vargas), Rio de
Janeiro, março de 2007.
A
maturidade do capitalismo brasileiro (Época, 04.06.07).
Dois
editoriais interessantes sobre a
internacionalização das empresas brasileiras: Por que investir fora
(OESP, 03.06.07)
e Internacionalização
de empresas ganha força (Valor, 31.05.07).
Veja a matéria de Sergio Lamucci e Raquel Landim Investimento
externo
cresce e atrai mais firmas (Valor, 29.05.07)
Inserção
externa e desenvolvimento: o consenso envergonhado Publicado no
número inaugural da revista Interesse Nacional, Ano I,
Número 1, abril-junho de 2008.
A
transição incompleta, os dilemas da (macro) economia
brasileira. Debate realizado em 25.08.2011 no IFHC, com Edmar
Bacha, Pedro Malan, Persio Arida, Andre Lara Rezende e Gustavo H. B.
Franco. Este é o link
para a minha fala, há também para as outras. Veja aqui a
apresentação
power point que eu exibi.
Reforma tributária
Um pacote feito
todos os outros (Veja, 03.09.03)
Dois
teoremas, duas reformas (Veja, 14.10.03)
Precarização
tributária (Veja, 12.11.03). Veja também o
belo artigo de Pedro L. Bodin de Moraes Favelização
da indústria: as conseqüências destruidoras
da tributação ineficiente (OESP, 02.05.2003). Sobre o mesmo assunto
veja também os excelentes artigos de Antônio
Ermírio de Moraes Tributos
versus informalidade (FSP, 09.11.03) e de Paulo Rabello de Castro O
país dos tributos (O Globo, 10.11.2003).
Favela e
informalidade (Veja, 12.05.04). Visite o site do IETS – Instituto de Estudos do
Trabalho e Sociedade, que mantém um Observatório
sobre as Favelas, e disponibiliza vários estudos sobre o
assunto. Veja em particular Condições
habitacionais no Estado do Rio de Janeiro: progressos e desafios de
Ricardo Barros, Mirela Carvalho e Samuel Franco. Visite
também o site do Instituto de Estudos sobre Ética
Concorrencial – ETCO e especialmente o estudo
“Eliminando as Barreiras ao Crescimento Econômico e
à Economia Formal no Brasil”
da McKinsey & Company, que ali pode ser encontrado.
Veja também o texto do economista Friedrich
Schneider comparando o tamanho da economia informal em 110 países.
Um réquiem para a CPMF
(Época, 17.12.07), escrito logo após a
votação. Ouça um podcast
sobre o resultado da votação. Veja também A
CPMF e o roteiro da insensatez
(Época, 05.11.07), escrito antes da votação. Veja,
a propósito, a apresentação de José Roberto
Afonso no Senado: Por
que CPMF e DRU (07.10.07).
CÂMBIO: política cambial,
aspectos regulatórios, regimes
The Political Economy of the Brazilian 1994
Stabilization: the Role of the Exchange Rate Regime (“Lecture”
no Center
for Research on Economic Development and Policy Reform da
Universidade de Stanford, outubro de 1999)
Painel
sobre “Disinflation and Exit Strategy”, presidido por
Jeffrey Frankel, com a minha participação e também
de Edmar Bacha e John Williamson. O resumo inclui o restante do conteúdo do
seminário Brazil in
the 1997-1999 Financial Turmoil (Fourth
Country Meeting of the NBER
Project on Exchange Rate Crises in Emerging Market Countries, dirigido
por Eduardo Loyo and Andres Velasco). Nas outras
sessões do seminário temos também as
intervenções de Peter Garber (Deutsche Bank), Thomas
Glaessner (The World Bank), Luiz Correa Do Lago (PUC-Rio and Lorentzen
Group), Eliana Cardoso (World Bank), Marcio Garcia
(PUC-Rio), Paulo Leme (Goldman Sachs), Suman Bery (The World Bank),
Ilan Goldfajn (PUC-Rio) e Nouriel Roubini (US Treasury Department and
NBER)
O regime cambial e
a conta capital: notas sobre o caso brasileiro Preparado para o CEMLA -
Centro de Estudios Monetarios Latinoamericanos, Fevereiro de 1992 (em
PDF).
Velhos e novos amigos
da desvalorização (OESP & JB, 21.03.99). Escrito
em resposta a O
novo rumo do Brasil por Luiz Carlos Bresser Pereira (FSP, 16.03.99)
A favor da
mestiçagem (OESP & JB, 02.05.99)
O pensamento
do mercado (OESP & JB, 22.08.99)
Uma
flutuação já não muito pura
(OESP & JB, 12.09.99)
Mundell,
amadores e profissionais (Boletim da Tendências
, 25.10.99)
Uma
política cambial em gestação (OESP & JB,
31.10.99)
O bebê de
Rosemary (OESP & JB,
28.11.99)
Regimes
cambiais (Transcrição de comentário feito no
VI Encontro Anual dos Mercados Financeiros, realizado em dezembro de
1999, no Instituto Brasileiro de Economia de FGV).
O ano em que
vivemos em perigo (OESP & JB, 09.01.00). Versão em
inglês 1999
The year we lived dangerously... (Infobrazil.com, semana de 21 a 27.01.00)
O Fogo do
Templo (OESP, 09.07.00)
Brincando
com os números (OESP & JB, 26.11.00)
Dois anos de
flutuação (Veja, 17.01.01)
Apenas um problema
de confiança (OESP & JB, 25.03.01)
O problema do hedge (OESP & JB, 01.04.01)
Na quarta
casa decimal (OESP & JB, 10.06.01)
Sobre
câmbio, dogmatismo, e mestiçagem (OESP & JB,
24.06.01)
O que move
a taxa de câmbio? (OESP & JB, 08.07.01)
A falta
de tempero (Veja, 18.07.01)
Derivativos
e risco sistêmico (OESP & JB, 05.08.01)
Você
acredita em teoria econômica? (OESP & JB, 09.11.01)
O
déficit, as empresas, e o contrato (OESP & JB, 01.11.01)
Exuberância
ao contrário (Veja, 28.08.02)
O BC
está inocente, ou quase (OESP, 13.10.02)
De volta ao
bananal (OESP, 27.04.03)
O
câmbio das estações (Veja,14.05.03)
Um
câmbio de esquerda (Veja, 24.11.04). A propósito da
relação nada óbvia entre câmbio e
exportações, vale rever o texto O que aconteceu com
as exportações em 1999? (OESP & JB, 05.12.99), que mereceu, na
ocasião, um comentário de Alexandre
Schwartsman O
que aconteceu com Gustavo Franco em 99? , distribuído
informalmente entre seus clientes. Em reposta, produzi um
comentário recente: O
que aconteceu com as exportações desde então?
O leitor interessado especificamente na relação entre
preços de exportações e taxa de câmbio de
consultar a
edição de outubro de 2004 do Boletim Funcex de
Comércio Exterior.
MOEDA FORTE. Dois
episódios de valorização cambial, uma
comparação, para a Conujntura Econômica vo. 60,
n. 12, de junho de 2006. Em razão da
valorização da taxa de câmbio ocorrida desde o
final de 2002 até hoje (abril de 2006), o câmbio real caiu
bem abaixo de onde estava quando o BC saiu do regime de bandas para o
regime de flutuação em janeiro de 1999. Algumas
análises sobre o novo episódio de “moeda
forte” trazem novas perspectivas para o episódio anterior.
A propósito de comparações
estapafúrdias entre o governo FHC e o de Lula, ver texto
imperdível de Marcelo de Paiva Abreu Lula
e o barão de Munchausen (OESP, 08.05.2006). Ver Dois
episódios de valorização cambial de Antônio
Barros de Castro e Francisco Eduardo
Pires de Souza (FSP, 29.03.06). Sobre
“Dutch Disease”, ver Câmbio,
reservas e "doença holandesa” de Affonso Celso Pastore
e Maria Cristina Pinotti (Valor Econômico, 30.01.06) e
também Ainda
a "Dutch Disease" de Luiz Carlos
Mendonça de Barros (FSP, 07.04.06). Veja a Carta do IBRE, da
revista Conjuntura Econômica (novembro de 2006), Câmbio
“valorizado”: uma nova realidade. Duas visões
críticas sobre a tese segundo a qual a abundância cambial
deve ser combatida com o crescimento das importações: Opções
para a sangria de dólares de Luiz Carlos Mendonça de
Barros (FSP, 25.08.06) e Julio Gomes de Almeida Uma
reforma inoportuna (FSP, 08.03.06). Veja-se também, de
Dionísio Dias Carneiro Como
conter a apreciação (OESP, 04.08.06). Veja o artigo
de Benedicto F. Moreira para o Valor Por que
exportadores pedem a desvalorização cambial. Veja o
artigo de Mailson da Nóbrega Por uma
nova abertura unilateral (OESP, 20.08.06) e também Uma idéia do
além: Imposto de
Exportação (OESP, 18.03.07). Ver também, de Claudio Haddad
Na
contramão do progresso (Valor, 29.03.07) e de
Monica B. de
Bolle
Taxa de
câmbio real é instrumento de política
econômica? (Valor Econômico,
28.03. 07) . Veja
também A real pressão sobre o
Real (Valor 08.02.07) de Ilan Goldfajn, e de Márcio
G. P. Garcia Juros e câmbio
em queda (Valor 12.04.07). Ver também O real cada vez mais forte
Giuliano Guandalin
(Veja, 18.04.07).
O Real
forte: Quatro hipóteses e uma má notícia
ou O Real forte veio para ficar
(Época, 24.04.07). Sobre o assunto (em particular o problema de
a valorização cambial levar ao protecionismo) veja, de
Alexandre Schwartsman, Nostalgia e
tiro no pé (FSP, 18.04.07).
Veja também os artigo de
Mailson da Nóbrega Por uma
nova abertura unilateral (OESP, 20.08.06) e Uma idéia do
além: Imposto de
Exportação (OESP, 18.03.07) e de Claudio Haddad Na
contramão do progresso (Valor, 29.03.07) e de
Monica B. de
Bolle
Taxa de
câmbio real é instrumento de política
econômica? (Valor Econômico,
28.03. 07). Veja
também, de Claudio Shikida Quem
tem medo das importações? Sobre o
assunto (particularmente a propósito de aumento de tarifas
aduaneiras para
calçados e têxteis importados), duas visões
polares: Na direção
contrária de Ilan
Goldfajn (OESP, 01.05.07) e de Benjamin Steinbruch O massacre dos Claudionores (FSP,
01.05.07)
OS
JUROS ALTOS E CÂMBIO BAIXO. O
problema do câmbio é o superávit (Época,
15.02.07), o que não quer dizer que os juros não
importam, como observa Márcio
G. P. Garcia Juros e câmbio
em queda (Valor 12.04.07) e de Luciano Coutinho O desafio da apreciação
cambial (FSP, 15.04.07). Ver também de Gustavo Loyola BC- Influência limitada sobre o
câmbio (OESP, 28.04.07).
Sobre o argumento de que
importações “reduzem” o PIB ver a
matéria de Fernando Canzian
Importação tira quase 2 pontos do PIB (FSP,
04.02.07). O argumento foi frontalmente atacado em Cui
Bono de Alexandre
Schwartsman (FSP, 078.02.07). Na mesma
direção ver Importações
e crescimento (Valor Econômico, 26.02.07) por Maria
Cristina Pinotti & Affonso Celso Pastore. Ver também O real cada vez mais forte
Giuliano Guandalin
Veja (18.04.07)
A qualidade do debate sobre o
câmbio (Época, 17.07.07).
Veja o artigo citado, de Marcio Garcia, Controles de
capital não funcionam (Valor, 06.0.7.07).
O Tao do câmbio para
principiantes (Época, 10.03.08).
A
"posição" em derivativos.
Valor Econômico 05.08.2011.A propósito da
imposição de um IOF com
alíquota de 1% sobre a posição vendida em
derivativos cambiais.
Temas
regulatórios, institucionais, legislação e
controles
Maturidade
institucional no regime cambial sobre a ades”ao do Brasil ao
Artigo VII dos Estatutos do FMI (OESP, 14.03.99)
Oficial,
paralelo e o bicho (OESP e JB, 21.11.99)
Conversibilidade:
o que está por vir? (Boletim da Tendências
, 11.11.99)
Controles cambiais
(1): o poder do Banco Central (Boletim da Tendências, 26.06.00)
Controles
cambiais (2): por dentro do Banco Central (Boletim da Tendências, 27.06.00)
Desregulamentação
cambial e a conta de capitais (OESP & JB, 19.08.01)
As
contas CC5 (OESP, 04.08.02)
O
oficial e o paralelo (Veja, 23.07.03).
A
DESREGULAMENTAÇÃO DA CONTA DE CAPITAIS:
LIMITAÇÕES MACROECONÔMICAS E REGULATÓRIAS (versões
em PDF, revistas e atualizadas). Disponível
em
versão condensada, para não-economistas, e em versão
completa, com seção trazendo resenha dos estudos
acadêmicos, especialmente econométricos, sobre a contra de capitais e o crescimento. Escrito
em parceira com Demosthenes M. Pinho Neto e preparado para o
seminário “Aprimorando o
mercado de câmbio brasileiro”, promovido pela Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM &
F), São Paulo, 04.12.2003, e coordenado por Daniel Gleiser. Veja
também os artigos sobre o seminário, de Daniel Gleiser Aprimorando o
mercado de câmbio no Brasil (Valor Econômico,
08.Dez.03), de Eliana Cardoso Traveling light
(Valor Econômico, 10.12.03) e mais especificamente sobre o nosso
artigo ver o comentário de Luis Nassif Exorcismo cambial
(FSP, 30.12.03). É imperdível o artigo de Gustavo Loyola
sobre o tema A
mais adiada das reformas (Valor Econômico, 17.11.03). Veja
também outro excelente artigo de Gustavo Loyola, Motoqueiros,
caronas e o mercado cambial (Valor Econômico, 09.02.04), e o
da jornalista Mônica Izaguirre Incoerências
das normas cambiais (Valor Econômico, 09.02.04). Veja também o
artigo de Maria Clara R. M. do Prado Mais números no debate da
conversibilidade (Valor
Econômico, 13.05.04) e o de Gustavo Loyola Câmbio:
os caminhos rumo à liberalização (Valor
Econômico, 21.07.2004). Veja também a
reportagem especial do Valor Econômico (16.08.04) Abrir ou
fechar, eis a questão, por Cynthia Malta e o artigo de Alexandre Schwartsman, Diretor de Assuntos
Internacionais do BC, Descontrole
nas contas CC5? . Mais três artigos recentes: um de Daniel
Gleizer A
conversibilidade da conta de capitais (Valor Econômico,
13.09.04) outro de Gilberto Tadeu Lima Sobre a proposta de plena
conversibilidade do real (Valor
Econômico, 15.09.04) e outro de Alexandre
Schwartsman A
mitologia das contas CC5 (Valor Econômico, 15.10.04).
A FIESP E A POLÊMICA DA “COBERTURA CAMBIAL”. Em fins de 2005, a FIESP e a
FUNCEX apresentaram um projeto de lei cambial destinado a promover uma
espécie de choque liberal na legislação
brasileira, revogando a maior parte da legislação em vigor. O Projeto de Lei
Cambial da FIESP (PLCF) foi recebido com
reservas, conforme se percebe em Luís
Nassif (Uma lei cambial antiindustrial", (FSP, 10.2.2006)) e em editorial
do jornal Valor Econômico, de 13.02.2006 ("Os riscos de uma
reforma apressada da lei cambial"). Roberto Giannetti da Fonseca saiu em sua
defesa do PLCF com O
câmbio em debate (FSP,
20. 02.2006). Uma vez citado, e de maneira deselegante, e tendo em
vista o (ou a falte de) mérito do PLCF, respondi com O
falso debate sobre o câmbio (FSP, 23.02.2006). Posteriormente, o governo
passou lei alterando as normas para a chamada “ cobertura
cambial”, liberalizando em princípio, mas impondo tantas
regras, notadamente tributárias, que os efeitos parecem ter sido
perto de nulos.
RESTRIÇÕES A
ENTRADAS DE CAPITAL. Uma controvérsia sobre a efetividade das
restrições às entradas de capitais de curto prazo
em 1993-98. Bernardo Carvalho & Marcio Garcia
apresentaram Ineffective
controls on capital inflows under sophisticated financial markets:
Brazil in the nineties no seminário de dezembro de 2005 da
IASE – InterAmerican Seminar of
Economics. Escrevi o comentário Capital
inflows into Brazil, 1992-98: the nature and effects of controls and
restrictions
contestando a alegação de completa ineficácia,
assim como a relevância dos “exemplos” de
operações para “driblar” a
regulamentação. Veja também Pensamentos cambiantes (Época, 17.07.07).
Veja o artigo citado, de Marcio Garcia, Controles de
capital não funcionam (Valor, 06.0.7.07).
CONTAS EXTERNAS BRASILEIRAS
O que aconteceu com
as exportações em 1999? (OESP & JB, 05.12.99)
O que
aconteceu com as importações em 1999? (OESP
& JB,
12.12.99)
Exportações: o mercantilismo
em ação (OESP & JB, 02.04.00)
Só os
dólares interessam? (OESP e JB, 11.06.00)
A
balança comercial e seus truques (OESP
& JB,
16.07.00)
Novos
truques para as contas externas (OESP
& JB,
23.07.00)
Coisas de Banco Central (sobre o CCR,
Convênio de Créditos Recíprocos) (OESP
& JB,
10.09.00)
O Menino e a Dívida (Veja, 13.09.00)
O
câmbio e as exportações em 2000 OESP e JB, 31.12.00)
Ainda
sobre as exportações em 2000 (OESP e JB, 07.01.01)
A
substituição das importações (OESP e JB, 14.01.01)
A tal
vulnerabilidade externa (OESP
& JB,
04.03.01)
A ALCA
já podia estar começando (Veja, 06.05.01)
O
balanço de pagamentos no primeiro semestre (OESP
& JB,
02.09.01)
Multinacionais
e exportações (Veja 17.07.02)
Ciclos,
verões e friorentos (OESP, 27.10.02)
Santa turbulência (Época, 12.03.07). Sobre uma crise que nunca existiu.
O novo PIB e os macetes da
estatística (Época, 09.04.07). Sobre o assunto ver o artigo de Armando
Castelar Pinheiro Novas
contas nacionais: o Brasil está
melhor? (Valor Econômico,
30.03.07) e também Veja o artigo de Gustavo
Loyola “Novo"
PIB: reformas não devem ficar
para depois (Valor Econômico, 02.04.07).
Veja
também As
Conseqüências do Novo PIB de Ilan Goldfajn.
Veja o que diz o IBGE: Notas
metodológicas, a
íntegra das contas 2002-05 e síntese.
O blackberry, as renas e a crise
nos mercados (Época, 28.08.07).
Veja também, de Carlos Alberto Sardenberg Quem
está com o crédito podre, e quanto é (OESP,13.08.07) e de Ilan Goldfajn A crise internacional e a
dança das cadeiras (O Globo, 21.08.07)
Será mesmo que "do
chão não passa" ? (Época, 14.08.07).
US$ 10 bilhões em um mes (Época, 03.08.07).
O
problema da transferência
(FSP, 30.08.08) trata novamente do assunto do momento, o problema
causado pelo petróleo do pré-sal. Veja também Maldição
ou bonança? (FSP, 16.08.08). Veja também o
artigo de Ilan Goldfajn Desafios
econômicos do pré-sal (O Globo, 18.08.08), de Mailson da Nobrega A maldição do pré sal
(OESP, 31.08.08), de Marcio Garcia A macroeconomia do
pré-sal (Valor, 29.08.08) e de Claudio haddad Quatro mitos do
pré-sal (Valor, 28.08.08). Veja também um editorial
da Folha de São Paulo com um título sugestivo Petropopulismo
(FSP, 31.08.08)
FMI
– acordos e desacordos
Saídas para o
FMI (Boletim da Tendências, 13.10.99)
Memórias
da dívida externa (OESP
& JB,
25.02.01)
Faz
sentido renovar o acordo com o FMI? (OESP e JB, 22.07.01)
FMI,
eleições e interesses nacionais (VEJA, 01.08.01)
Chega de
FMI (Veja, 31.07.02). Sobre tese semelhante veja o artigo de Roberto Macedo Fora do FMI!
(OESP, 15.08.02). Veja uma opinião mais recente, na mesma
direção, de Paul Volkler na matéria Ex-FED sugere
que país deixe “abrigo” do FMI (FSP, 27.08.03)
Um acordo
singular (Veja, 14.08.02)
Uma nova
“âncora” fiscal (Veja, 01.10.03)
O
Fundo soberano
O cofrinho do ministro artigo de estréia
para a coluna
regular,
no sábado, para a Folha de São Paulo, em 17.05.08. O
assunto é mais uma má idéia do ministro: o
FSB - Fundo soberano do Brasil (veja a
apresentação oficial). Veja também os
artigos de Fabio
Giambiagi (FSP, 21.07.08) (já sobre a versão mais
nova do FSB), Marcio Garcia O cofrinho e a cadeira (Valor, 06.06.08), Paulo Rabelo de Castro Salvando o cofrinho do Mantega (FSP,
04.06.08) e de
três professores da Unicamp (Maria Cristina P. de
Freitas, Geraldo Biasoto
Júnior e Daniela M.
Prates (nem eles acharam graça ...), Fundo
soberano made in Brazil, Valor, 06.06.08). Veja também o
artigo de Miriam Leitão O destino
do cofre (O Globo, 17.05.08) e o de Yoshiaki Nakano Fundo
Soberano Brasil (FSP, 18.05.08), de Afonso Pastore Dois erros de política econômica,
e de Vinicius Torres Freire, com a defesa do ministro Mantega
defende seu fundo (FSP, 18.05.08). Ver também o Cofrinho
e poupança de Ilan Goldfajn (OESP, 25.05.08) e o pronunciamento do Senado
Fransico Dornelles sobre o assunto em 20.05.08 no Senado. Para uma
discussão mais genérica ver
As novas crias do capitalismo (Época,
28.01.08). Veja, sobre o assunto, a
matéria de capa em The Economist (07.01.08) The
invasion of the sovereign-wealth funds, e também a
matéria Asset-backed
insecurity. Veja o paper de
Joshua Aizenman Reuven
Glick Sovereign Wealth
Funds:
Stumbling Blocks or Stepping Stones to Financial Globalization?
FRBSF (Federal
Reserve Board of San Francisco)
Economic Letter 38/2007, 14.12.2007.
Mesmo antes do anúncio do ministro em 13.05.08, diversos
economistas escreveram sobre a inconveniência de o Brasil criar o
seu FRS: Claudio Haddad, Marcio Garcia, Maria
Cristina Pinotti, Mailson da
Nóbrega, Gustavo Loyola, Alexandre Schwartsman e Celso Ming. Veja o
relatório de pesquisa da Goldman Sachs (Global
Economics Weekly 07/38, 07.11.2007) Sovereign
Wealth Funds Highlight the
Changing World—and the Need for More.
GLOBALIZAÇÃO
Apresentação
no Painel “Latin America: Business and financial
links” na conferência “Latin America: the
European dimension” promovida pelo Royal Institute of Economic
Affairs Conference, Coral Gables, USA, 02.10.2002.
Globalização:
a mudança e a preguiça mental (Carta Capital, 21.08.96)
A
federação européia e a nossa (OESP,
28.03.99)
Obstáculos políticos no G-7
aos programas preventivos (OESP,
25.04.99)
A
globalização é um boi voador (OESP & JB,
06.06.99)
Capitais
de Motel (VEJA, 29.09.99)
A Batalha
de Seatle (VEJA, 22.12.99)
O General
Ludd e seus imitadores (Veja, 28.02.00)
Sobre a economia dos EUA (OESP & JB, 26.03.00)
Bradies,
crisis contagion and the architecture (15.03.00, "International
Financing Review” Latin American Edition, April 2000)
O "Risco
Brasil" e seus avaliadores (OESP & JB, 20.08.00)
O
“Risco Brasil”: por que tão alto ? (OESP &
JB, 27.08.00)
O Euro e
o Esperanto (VEJA, 01.10.00). Veja algumas interessantes
repercussões do artigo sobre a comunidade esperantista: Opiniões
de peso sobre o Esperanto, de Fernando Marinho.
Praga sitiada (OESP & JB, 01.10.00)
Os
Republicanos e o protecionismo americano (Veja, 22.11.00)
Davos e a
sua “alternativa” (OESP & JB, 28.01.01)
As causas
da riqueza ibérica (OESP
& JB,
15.04.01)
Terror e
(anti) globalização (16.09.01)
Keynes e
o Afeganistão (VEJA, 26.09.01)
O exemplo
do Plano Marshall (VEJA, 10.10.01)
O desafio
à globalização vai além da economia (VEJA,
edição de fim de ano, 26.12.01)
Davos em
Nova Iorque: Tolerância zero (OESP, 03.02.02)
Os
malditos relatórios (OESP, 15.05.02)
O olhar
distante (VEJA, 22.05.02)
O
significado do “risco Brasil” (OESP, 24.06.02)
Integração
econômica (OESP, 29.09.02)
Perguntas
difíceis sobre soberania (OESP, 23.03.03)
A
economia global e o Brasil (Veja, 31.03.2004). Para uma
análise mais técnica e completa da dinâmica do
sistema monetário internacional, veja o texto An
Essay on the Revived Bretton Woods System de Michael Dooley, David
Folkerts Landau e Peter Garber. National
Bureau of Economic Research (NBER) Working
Paper n. 9971 – Setembro de 2003.
Globalização e poder
(Veja,
09.06.04). Não deixe de visitar o site do World
Investment Reports, hoje publicados pela UNCTAD,
e que trazem as melhores estatísticas e análises sobre o
investimento direto global, abrangendo 187 países,
incluídos os números sobre as 100 maiores EMNs, e as 50 maiores de economias emergentes.
O
feijão e o sonho (Veja, 13.10.2004). Veja também, a
propósito das reuniões anuais do FMI, e do Fórum
Mundial de Davos , os artigos Davos em Nova
Iorque: Tolerância zero (OESP, 03.02.02), Praga
sitiada (OESP & JB, 01.10.00) e A Batalha de Seatle (VEJA, 22.12.99).
As vantagens do pessimismo (ou as
previsões de Greenspan) (Época, 12.03.07). Veja, a propósito,
o artigo de Antonio Carlos
Lemgruber A
nova política monetária (FSP, 12.04.07) e tambem o
artigo de
O que explica nossas marcas
históricas? (Época, 12.05.07). Veja o "press release" da
Fitch Ratings
a propósito do "upgrade" para o risco soberano brasileiro, agora
faltando apenas um "degrau" (nesta agência) para o "Grau de
investimento". Veja o "press
release " da Standard & Poors, que seguiu a Fictch e
também concedeu um "upgrade" ao Brasil.
O blackberry, as renas e a crise
nos mercados (Época, 28.08.07).
Veja também, de Carlos Alberto Sardenberg Quem
está com o crédito podre, e quanto é (OESP,13.08.07) e de Ilan Goldfajn A crise internacional e a
dança das cadeiras (O Globo, 21.08.07)
Será mesmo que "do
chão não passa" ? (Época, 14.08.07).
A recessão
americana ainda está longe (Época, 11.02.08).
Nota cinco (FSP, 31.05.08). Veja,
sobre o mesmo assunto, de Carlos Alberto Sardenberg O triunfo da ortodoxia
(OESP, 02.06.08).
A globalização e
o Brasil
(Valor, 30.10.10). Veja o artigo
maior, com todas as tabelas, do qual este é resumo, e que
será publicado com o título O
Brasil e a Globalização na primeira década
após o Plano Real: os censos do capital estrangeiro no Brasil
1995, 2000 e 2005 no volume de ensaios em homenagem a Dionisio Dias
Carneiro. Ouça um podcast
com o autor sobre o tema, e veja os resultados de todos os censos
diretamente no site do Banco Central.
Inconvenient asymmetries .
Para o conjunto de ensaios da Think
Tank 20, Brookings Institution (sobre a falta de democracia na
China e suas implicações sobre a taxa de câmbio)
(março de 2011).
ARGENTINA
Como terminam os
“currency boards” (OESP e JB, 23.05.99)
Sobre o
pacote argentino (Boletim
da Tendências ,
03.09.99)
Sobre o
futuro do Mercosul (Boletim
da Tendências, 28.09.99)
Como sair de um "currency board"? (OESP e JB,
17.09.00)
O pacote
argentino (OESP e JB, 24.12.00)
Por que a
torcida contra a Argentina (18.03.01)
O
“swap” argentino e a experiência brasileira (OESP
e JB, 29.04.01)
Incêndios
e bombeiros (VEJA, 12.08.01)
A nova
conversibilidade VEJA, 26.08.01)
Lições
da experiência argentina (OESP, 23.12.2001)
A
vingança peronista (VEJA, 16.01.02)
Argentinos
e cretenses (OESP, 20.01.2002)
Argentina,
Rússia, Ucrânia... (OESP, 28.04.2002)
FINANÇAS PÚBLICAS: ajuste
fiscal, dívidas e déficits
A Superação
do Inflacionismo: os termos de troca entre inflação e
desenvolvimento Idéias e Debates,
Instituto Teotônio Vilela n.4, 1997 PSDB. Veja o
comentário de Celso Pinto Gustavo
Franco e o "inflacionismo" (FSP, 30.05.97).
Déficits
e orçamento
A
federação européia e a nossa (OESP, 28.03.99)
Abaixo a
repressão fiscal (OESP e JB, 04.04.99)
Uma emenda de orçamento equilibrado (OESP e JB, 18.07.99)
A tirania fiscal
(VEJA, 20.10.99)
O segredo
das contas (VEJA, 06.10.99)
A
revolução fiscal está apenas começando
(OESP e JB, 13.02.00)
A regra
de ouro dos "orçamenteiros" (VEJA, 01.03.00)
Espertalhões
e tesoureiros (Veja, 25.04.00)
A viúva
precisa de uma bancada (VEJA, 10.05.00)
Vinculações de receita (OESP e JB, 13.08.00)
Os homens de
meia branca (VEJA, 08.11.00)
O valor da
embalagem (OESP e JB, 21.01.01)
Subsídios
esquecidos (VEJA, 14.02.01). A este respeito ver o artigo de Edward Amadeo Orçamento
Social e as Renúncias Fiscais (Valor, 06.02.02)
A segunda revolta
(VEJA, 08.05.02)
Superávit
e sacrifício (OESP, 18.08.02)
Sobre
orçamento e macumba (Veja, 19.02.03)
As
contas públicas e o investimento (Veja, 20.08.03)
Um
pacote feito todos os outros (Veja, 03.09.03)
O déficit continua, agora menor
(Veja, 29.09.04). Veja também a matéria
de Ronaldo França, nesta mesma edição da Veja, O
sonho de ser um país normal.
Antes da
reforma tributária (Veja, 19.01.05)
e a Revolta
da Jabuticaba (Veja, 16.02.05) ambos tratam de
finanças públicas, e dos debates sobre o que há
para avançar no tocante ao orçamento, à
despesa e aos impostos. A propósito, vale ler o estudo
de José Roberto Afonso, sobre os resultados de 2004,
comparados aos últimos anos e vale visitar sua home page. Veja a
resposta do Dr.
Joaquim Levy, Secretário do Tesouro, Entendendo os resultados
fiscais do Brasil (O Globo, 12.02.05). Veja, a propósito
desta interessante controvérsia, também os
comentários de Miriam Leitão Falso brilhante
(O Globo, 09.02.05) e Reação
de Levy (O Globo, 11.02.05), o de Merval Pereira Muito imposto,
pouco serviço (O Globo, 13.2.05) e finalmente o de
José Roberto R. Afonso Lendo as
contas públicas oficiais (O Globo, 16.02.05). Para o
leitor interessado em conceitos básicos vale olhar o artigo de Jennifer
Hermann A Macroeconomia da Dívida Pública: Notas sobre o
Debate Teórico e a Experiência Brasileira Recente
(1999-2002), e principalmente as notas
didáticas sobre política fiscal usadas no curso de
macroeconomia 2 no Departamento de Economia da PUC-Rio. Não
deixe de ler o magnífico ensaio de um de nossos maiores
tributaristas, o Dr. Condorcet Rezende O Pandemônio Tributário.
Abaixo
o superávit primário (Época, 09.10.2006). A
propósito do mesmo assunto ver o artigo de Carlos Alberto
Sardenberg Pelo
lado das mentiras (OESP, 16.10.2006).
Uma espécie de crime
perfeito (Época (14.01.08),
é sobre o pacote que "compensa" a CPMF. Veja também
Um réquiem para a CPMF
(Época, 17.12.07), escrito logo após a
votação. Ouça um podcast
sobre o resultado da votação. Veja também A
CPMF e o roteiro da insensatez
(Época, 05.11.07), escrito antes da votação. Veja,
a propósito, a apresentação de José Roberto
Afonso no Senado: Por
que CPMF e DRU (07.10.07). Veja o artigo de Paulo Guedes (O Globo,
17/12/08) A
derrubada da CPMF, e o Roberto da Matta CPMF,
carnaval e fúria O Globo (19.12.08).
Corte no orçamento?
acredita quem quer (Época, 04.04.08).
A hora e a vez do
déficit zero (FSP, 24.05.08). Veja um
interessante exercício (PPT) de
"modelagem" das teses do artigo, (disponível também em jpg) através de
gráficos de um modelo macroeconômico.
Aperto e responsabilidade (FSP,
28.06.08). A mesma palavra "responsabilidade" é utilizada
por Mailson da Nóbrega em Lula é
neoliberal? (OESP,
29.06.08).
Dívida
pública
O que fazer com um
tesouro? Uma fábula.
(FSP, 30.10.10). São muitos os artigos sobre as
manipulações na contabilidade pública na
capitalização da Petrobrás. No mesmo tom fabuloso
do artigo acima ver o de Jose Roberto Afonso Vale Tudo (OESP, 30.10.10)
Pelo fim dos “esqueletos” (OESP e JB, 13.09.00).
A este respeito ver também o editorial do Estadão, de
05.10.00, intitulado Arqueologia
financeira
Fantasia
de “esqueleto” (OESP e JB, 08.10.00)
A culpa
pela dívida pública (VEJA, 09.09.01)
Dívida
pública e fumaça verde (VEJA, 19.06.02)
O respeito
aos contratos (OESP, 01.09.02)
Dívida
Pública: a herança maldita (OESP, 15.09.02). Veja o Estudo
da Secretaria do Tesouro sobre os Determinantes da Dívida
Pública (em PPT)
O
crédito público e os juros (Veja, 27.10.04). Veja também o texto
sobre “calotes” mencionado no artigo: Serial
default and the “paradox” of rich to poor capital flows
NBER (National Bureau of Economic
Research) Working Paper Series n. 10.296, fevereiro de 2004. Veja
também o magnífico artigo de Roberto
Castelo Branco “Serial defaulter: uma sociopatologia à
brasileira?” na revista Insight Inteligência VI
(26) julho-setembro de 2004. Detalhe interessante: o
leitor João
Carlos Prolla, de Porto Alegre, escreve para observar que a frase
citada pelo ex-ministro Pedro Malan é de Mencken.
Privatização,
PPPs e outros temas de
políticas públicas
Reforma agrária: novos caminhos (OESP, 18.04.99)
Privatização:
as novas fronteiras? (OESP e JB, 29.08.99)
Um drama
carioca (Veja, 12.04.00)
Será
culpa do Itamar? (VEJA, 22.06.00)
O indesejável poder de aumentar a gasolina
(OESP e JB, 15.10.00)
Palpite
infeliz (Veja, 25.10.00)
Jóias da coroa (OESP e JB, 03.12.00)
A
privatização do saneamento (OESP, 31.03.02)
Fome
Zero: uma proposta (OESP, 24.11.02)
O pior
emprego do mundo (Veja, 18.12.02)
Palavras
com P (Veja, 25.06.03)
Parcerias
complicadas (Veja. 21.07.04). Veja o material sobre as
PPPs, inclusive o texto do projeto do governo, no site do Ministério
do Planejamento. Veja o artigo do Presidente FHC, De marcha a ré (O Globo, 01.08.04) e
também o editorial do Estado de São Paulo (21.07.04) Corrigir e
aperfeiçoar o texto das PPPs. Veja também os artigos Parcerias
Público Privadas: considerações de um economista,
de André Franco Montoro Filho no Boletim da FIPE (Fundação
Instituto de Pesquisas Econômicas) Nº 285 -
Junho/2004, e A
importância da PPP, de Demian Fiocca (FSP, 06.08.04) e uma
resposta do Ministro Guido Mantega ao artigo do Presidente FHC, Uma passo
à frente (OESP, 08.08.04).
O novo contrato. Sobre o financiamento da
infra-estrutura na nova etapa do desenvolvimento brasileiro. Publicado
no Anuário Exame, 2004-2005 –
Infra-estrutura.
PRIVATIZAÇÕES.
Quem poderia imaginar que este tema fosse trazido novamente para a
pauta eleitoral? Em resposta a acusações tortas alguns
esforços para esclarecer: Privatização
- a verdade dos números (OESP, 25.10.2006) de Maria Silvia Bastos Marques. Ver também o
Editorial O
sucesso das privatizações (OESP, 28.10.2006). Veja
o estudo mencionado pelo Editorial Análise
do desempenho financeiro e operacional das empresas recentemente
privatizadas no Brasil, de William
Eid Junior, Marcos Poplauski Ribeiro e Ricardo Ratner Rochman. Veja
também a série de artigos de Carlos Alberto Sardenberg
sobre privatização Neoliberal,
quem? (O GLOBO, 12.10.06), A
rendição dos tucanos (O Globo, 26.10. 06) e Mais um
caso de privatização (OESP, 06.11.06)
O
que fazer com um tesouro? Uma fábula.
(FSP, 30.10.10). São muitos os artigos sobre as
manipulações na
contabilidade pública na capitalização da
Petrobrás. No mesmo tom
fabuloso do artigo acima ver o de Jose Roberto Afonso Vale Tudo (OESP, 30.10.10)
EDUCAÇÃO: ensino e economia,
universidades
Quem tem medo de matemática?de
Helio Gurovitz Exame Capital Digital (04.04.00)
O Menino e a Dívida (Veja, 13.09.00)
Chega ao fim a
hegemonia da PUC (matéria no
jornal Valor de 20.03.02 por Ribamar Oliveira). Sobre este mesmo
assunto, porém sob um ângulo bem diverso, vale olhar a
matéria Mestres
do primeiro escalão (Medalhões da era FHC dão
aulas concorridas na PUC), publicada na Veja Rio,
22.10.03, por Fabio Brisolla. Veja a matéria na revista
Época PUC
no Poder. Veja Economia
na PUC-Rio: notas de uma testemunha texto preparado para a
coletânea Pensamento
Econômico no Brasil contemporâneo, editada pela Ordem dos Economistas do
Brasil, a ser publicado pela Editora Atlas.
O ensino pago e o
bom governo (OESP e JB, 20.06.99) Capital humano e
universidade pública (OESP e JB, 26.09.99). Veja a
matéria de Camila Antunes e Monica Weinberg para a Veja
(04.10.06) , O
X da questão: Pobres pagam para estudar nas faculdades
particulares e ricos estudam de graça nas universidades
públicas. Desmanchar esse xis é um grande primeiro passo.
O
charlatanismo em aulas de economia (Época, 15.01.07). Sobre
tema correlato – palavreado altissonante e vazio – ver Literatura e
economia (Veja, 03.11.99). Sobre a velha, quem sabe
imaginária, controvérsia entre ortodoxos e heterodoxos,
veja José Alexandre
Scheinkman A
ortodoxia dos heterodoxos (FSP, 11.02.07)
Economia
na PUC-Rio: notas de uma testemunha Texto preparado para a
coletânea Pensamento
Econômico no Brasil contemporâneo, editada pela Ordem dos Economistas do
Brasil, publicado pela Editora Atlas.
Veja os
artigos de Ali Kamel O
que ensinam a nossas crianças
(O Globo, 18.09.07) e Efeito
didático (O Globo, 16.10.07) a propósito de
doutrinação de baixa qualidade impingida através
de
livros didáticos para o ensino secundário. Veja, a
propósito, o comentário de Carlos Alberto Sardenberg As
elites socialistas (O Globo, 20.09.07) onde recupera o falecido Leo
Huberman, tema de outro belo artigo Socialistas no mundo do capital
(OESP, 10.09.07).
Veja o artigo de Gustavo Iochpe Contra
a gratuidade na universidade pública (Veja, 08.10.07). Veja
o comentário dos leitores.
PREVIDÊNCIA: reforma,
fundos de pensão, FGTS
The financial industry in a still young emerging
economy: demographic and other long term trends in Brazil Apresentação
feita no painel “Demographic trends and their impact on the
financial services industry” da IMC-2002, International Monetary
Conference, Montreal,
2-4 de junho de 2002..
Fundos de
pensão: armadilhas a evitar (OESP, 07.03.99)
Previdência: a
verdadeira reforma (1) (OESP
& JB, 05.03.00)
Previdência: a
reforma (2) (OESP & JB, 12.03.00)
O socialismo brasileiro (VEJA, 17.08.00)
FGTS e o saneamento
(OESP & JB, 03.09.00)
Um novo FGTS?
(VEJA, 11.04.01)
O maior
dos esqueletos (VEJA, 05.06.02)
Neoliberais
naturalizados (Veja, 22.02.03)
A
ousadia necessária (Época, 20.11.06). Sobre
possíveis reformas no FGTS veja-se Uma reforma para
o FGTS, originalmente publicado na Veja (11.04.01), mas republicado
em Crônicas
da Convergência em versão melhorada. Veja
também o texto de Pérsio Arida Mecanismos
compulsórios e mercado de capitais: propostas de política
econômica IEPE Casa das Garças, Texto para
Discussão, n. 8, 2005.
MATERIAL DIDÁTICO
Programa do curso
Seminário
em
Política Econômica (1999.1) PUC-Rio,
e Provas
Programa
do curso Eco 1666, (Departamento de Economia – PUC-RIO, 2004.1)
“O sistema monetário brasileiro: aspectos
institucionais e jurídicos”. (atualizado,
18.06.2004). Veja a primeira
prova, e a segunda e última prova.
Programa do curso Eco 1666, (Departamento
de Economia – PUC-RIO, 2004.2) “O sistema
monetário brasileiro: aspectos institucionais e jurídicos”. (atualizado, 29.10.2004). Veja a primeira
prova do curso oferecido em 2004.2, e a PROVA FINAL, a ser entregue em
11.12.04.
Programa
do curso Eco 1673 (Departamento de Economia – PUC-RIO, 2006.1)
“O sistema monetário brasileiro: aspectos
institucionais e jurídicos”. (atualizado,
30.06.2006). Veja a primeira
prova e a prova
final.
Programa
do curso Eco 1673
(Departamento de Economia – PUC-RIO, 2008.1) “O sistema
monetário brasileiro: aspectos institucionais e jurídicos”.
(atualizado)
VEJA
A PRIMEIRA PROVA.
VEJA A PROVA FINAL.
Programa do curso Eco 1673
(Departamento de Economia – PUC-RIO, 2010.1) “O sistema
monetário brasileiro: aspectos institucionais e jurídicos”.
(links atualizados) Veja os slides
com o overview do curso
Veja os slides (um,
dois
e três)
sobre " grau de independência" do Banco Central do Brasil,
anos 1980, conforme critérios de Cukierman.
Veja
a PRIMEIRA PROVA e
veja a PROVA FINAL
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NOVOS LIVROS
Já nas
livrarias

Hans
Christoph Binswanger
Dinheiro e
magia
Uma crítica
da economia moderna
à luz do Fausto de Goethe
Tradução:
Maria Luiza X. de A.
Borges
Tradução dos versos
de
Goethe:
Marcus Vinicius
Mazzari
Com uma
apresentação à
edição brasileira
e o posfácio
“Fausto e a tragédia
do desenvolvimento brasileiro”
Por
Gustavo H. B. Franco
SINOPSE
Poucos
sabem que a versão de Goethe para a história de
Fausto, possui uma segunda parte repleta de economia e
política. Era uma
época em que os soberanos ainda buscavam a ajuda de
astrólogos e alquimistas
para resolver problemas de Estado. A história se localiza
justamente no
momento, em que, em vez de recorrer a alquimistas para transformar
chumbo em
ouro, percebe-se que o melhor é buscar economistas com
conhecimento em bancos
que emitem papel-moeda dotado de algum lastro de natureza
imaginária. O resultado
acaba sendo o mesmo: criar "ouro artificial". E esse é apenas
alguns
dos temas analisados pelo autor de Dinheiro e magia, Hans C.
Binswanger.
O encaixe desse enredo nos dilemas do desenvolvimento brasileiro,
é
profundo e surpreendente: nossa tragédia reside na nossa
tolerância com relação
aos custos do progresso, inclusive sob a forma de
inflação, desigualdade e
corrupção.
Para detalhes e links, clique aqui.
Resenhas e comentários:
A
colossal e faustiana dimensão da economia.
É o título da matéria de Olga de Mello para o
Valor Econômico 06.12.2011.
Todo governo tem um
pacto com o diabo. É o
título da matéria de Elaine Cotta para o Brasil
Econômico de 05.12..2011.
Ouça a
entrevista sobre o livro concedida a Carlos Alberto Sardenberg para a
CBN.
Veja a
apresentação PPT relativa à "aula aberta" na Casa
do Saber sobre "Dinheiro e Magia".
Veja uma entrevista sobre o livro para Mariana Sant`Anna
e Valmir Moratelli, em 12/12/2011 do portal
IG
sobre Dinheiro e Magia e outros temas de economia
Veja a matéria de João Sandrini, para a
Exame on line, em 13/12/2011
Gustavo Franco explica a magia do dinheiro
Veja o comentário sobre o livro de um
especialista, José Nivaldo Cordeiro
Goethe a modernidade de
25/11/2011.
_____________________________
_____________________________
CARTAS
A UM JOVEM ECONOMISTA
Conselhos para seus planos
econômicos

_____________________________
SHAKESPEARE
E A
ECONOMIA
Henry W.
Farnam
Gustavo H.
B. Franco

Veja
o conta corrente especial, com Guto Abranches, sobre o livro e
também a matéria exibida pela Globonews sobre o livro.
Shakespeare
e a política no Brasil (uma paródia de uma
crônica de Machado de Assis, a famosa "Cena do cemitério").
Veja o texto
que foi publicado na Dicta
& Contradicta, e as
imagens
de personagens da política brasileira e a quem correspondem no
universo shakespeariano. A propósito da crônica veja
o texto
de Claudia Esteves
"ACena
do
Cemitério: entre Shakespeare e
Machado de Assis".
_____________________________
A economia em Machado de
Assis
O olhar oblíquo do
acionista
Rio de Janeiro, Editora Jorge Zahar, 2007.

VEJA O
SUMÁRIO, E UM DOS 40 CAPÍTULOS (sobre "lambugens"
para os intermediários de empréstimos do Império..
Veja
as resenhas e comentários:
Veja o comentário de Sergio Paulo
Rouanet.
Veja a resenha de Jerônimo Teixeira para a Veja (28.11.07) Pecados do Capital: crônicas de Machado
de Assis revelam a
barafunda econômica de sua época - e a
posição sinuosa do autor sobre o tema. Ouça o podcast
com a entrevista
do organizador feita por Lauro Jardim para o radar On-Line. Veja a nota
de Flavia Oliveira Machado
de Assis
e o acionista em
O Globo
(11.11.07), e a matéria de Olga de Barros O investidor olha mas não
enxerga
para
o Valor (06.12.07). Veja o comentário de José Fucs para a
revista Época (31.12.07). Veja a resenha de Rodrigo Almeida para
o Caderno Idéias do Jornal do Brasil (19.01.08) O capital oblíquo pelo Olhar
de Machado de Assis. Veja Revista
MUSEU (03 . 01 .2008) - Livro
resgata a
visão de Machado de Assis sobre temas econômicos.
Machado
comunista (FSP, 06.09.08). Veja uma manifestação
de leitor de esquerda, e respectiva resposta.
Maldades
que fizemos com Machado de Assis (FSP, 04.10.08). Veja a imagem da cédula que
"humilha" Machado de Assis com um carimbo que lhe subtrai 3 zeros.
Veja a matéria de
Fernando Molica para o Jornal da Globo, em texto (os escritores no poder) ou em video,
tratando em conjunto dos livros sobre Fernando Pessoa e Machado de
Assis.
_____________________________
A economia em Pessoa:
ensaios empresariais do poeta.
Rio de Janeiro: Editora
Jorge Zahar,
2007.
Trata-se da
reedição de escritos pouco conhecidos de Fernando Pessoa
tratando de economia e tópicos de administração de
empresas (incluindo privatização,
globalização, marketing, branding, governança
corporativa, desregulamentação, entre outros), a maior
parte de 1926, organizados e prefaciados por mim, e compreendendo uma
“entrevista” com o Poeta, feita em 1972, por João
Alves das Neves, presidente do Centro de Estudos Fernando Pessoa.
Veja o comentário
sobre o livro do acadêmico Alberto da Costa e Silva e o meu artigo para a
Revista Wish Report ano 3
n. 14, 2007, O Debate em
Pessoa.
Veja as resenhas e comentários: Veja as matérias
de Luciana Rodrigues Lições
de economia por Pessoa, ele mesmo (Livro reúne textos do
poeta português escritos na década de 20
sobre temas como
privatização e protecionismo) e a entrevista
com o editor (Gustavo Franco) para O Globo 08.01.2007).
Veja a coluna de Merval Pereira O poeta e a
economia para O Globo (08.01.2007). Veja também a
matéria de Fernando Dantas (OESP, 07.01.07) As
idéias liberais e atuais de Fernando Pessoa. Veja os artigos
O
liberalismo do poeta fingidor e também Pound, Eliot e a economia,
ambos de Oscar Pilagallo, para o Valor (12.01.2007). Veja também
O
economista e o poeta, entrevista com Gustavo
Franco para Robinson Borges (Valor, 12.01.2007). Veja
a resenha de Vinicius Mota para a Folha de São Paulo
(14.01.2007) Coletânea
traz
Fernando
Pessoa como defensor do liberalismo. Veja a matéria de
Leandro Loiola O
economista e o poeta para a Revista Época (14.01.07), e a
matéria de Leonardo
Attuch A
economia em linha reta para a Revista IstoÉ
Dinheiro. Veja o comentário de Roberto Cavalcanti de Albuquerque
Fernando
Pessoa, economista. Veja a matéria A
economia sob o olhar do poeta, para o jornal O Povo, do
Ceará, (12.03.07) por Ana Mary Cavalcante. Veja o artigo de
João Alves das Neves Gustavo
Franco comenta o "economista" Fernando Pessoa para o Diário
de Açores (22.02.07).
A
humanidade em Pessoa (FSP, 23.08.08). Sobre o
nacionalismo tal como visto por Fernando Pessoa.
_____________________________
_____________________________
Temas
(novos e velhos) em contínua discussão
CÂMBIO
E “PRICING TO MARKET”. O “Paradoxo das
exportações”, que é também das
importações, é a continuação da
discussão referente à relação entre
câmbio e comércio exterior. Alguns artigos recentes: A inconsistência do debate (Valor
Econômico,
13.10.05) de Maria Clara R. M. do
Prado e O
Paradoxo Cambial e as Exportações Brasileiras de
Roberto Giannetti da Fonseca.
Veja abaixo, na seção Polêmicas “Sobre a
relação nada óbvia entre a taxa de câmbio e
as exportações, e em particular sobre a
relação entre taxa de câmbio e termos de
troca”.
A
DESREGULAMENTAÇÃO DA CONTA DE CAPITAIS:
LIMITAÇÕES MACROECONÔMICAS E REGULATÓRIAS (versões em PDF,
revistas e atualizadas). Disponível em
versão condensada, para não-economistas, e em versão
completa, com seção trazendo resenha dos estudos
acadêmicos, especialmente econométricos, sobre a contra de capitais e o crescimento. Escrito em
parceira com Demosthenes
M. Pinho Neto e preparado para o seminário “Aprimorando o mercado de câmbio
brasileiro”, promovido pela Bolsa
de Mercadorias e Futuros (BM & F), São Paulo,
04.12.2003, e coordenado por Daniel Gleiser. Veja também
os artigos sobre o seminário, de Daniel Gleiser Aprimorando o
mercado de câmbio no Brasil (Valor Econômico,
08.Dez.03), de Eliana Cardoso Traveling light
(Valor Econômico, 10.12.03) e mais especificamente sobre o nosso
artigo ver o comentário de Luis Nassif Exorcismo cambial
(FSP, 30.12.03). É imperdível o artigo de Gustavo Loyola
sobre o tema A
mais adiada das reformas (Valor Econômico, 17.11.03). Veja
também outro excelente artigo de Gustavo Loyola, Motoqueiros,
caronas e o mercado cambial (Valor Econômico, 09.02.04), e o
da jornalista Mônica Izaguirre Incoerências
das normas cambiais (Valor Econômico, 09.02.04). Veja também o
artigo de Maria Clara R. M. do Prado Mais números no debate da
conversibilidade (Valor
Econômico, 13.05.04) e o de Gustavo Loyola Câmbio:
os caminhos rumo à liberalização (Valor
Econômico, 21.07.2004). Veja também a
reportagem especial do Valor Econômico (16.08.04) Abrir ou
fechar, eis a questão, por Cynthia Malta e o artigo de Alexandre Schwartsman, Diretor de Assuntos
Internacionais do BC, Descontrole
nas contas CC5? . Mais três artigos recentes: um de Daniel
Gleizer A
conversibilidade da conta de capitais (Valor Econômico,
13.09.04) outro de Gilberto Tadeu Lima Sobre a proposta de plena
conversibilidade do real (Valor
Econômico, 15.09.04) e outro de Alexandre
Schwartsman A
mitologia das contas CC5 (Valor Econômico, 15.10.04).
O JUDICIÁRIO. O
Judiciário e a Economia (Veja, 01.09.04). Veja também, a
propósito do papel do Judiciário na
definição das políticas públicas, dentre
outros temas, o
Discurso do Ministro Nelson Jobim ao tomar posse na
Presidência do Supremo Tribunal Federal (STF). Veja o
voto do Ministro César Peluso no julgamento da
constitucionalidade da contribuição dos inativos, e veja
também o magnífico estudo de Armando
Castelar Pinheiro Direito e Economia num Mundo Globalizado:
Cooperação ou Confronto? (fevereiro de 2003). Este
debate tem a ver com outro, mais específico, conforme revela a
matéria de Sheila
D’Amorim Ministros
encabeçam ações contra ex-presidentes do BC
(Na equipe de Lula, que hoje defende proteção a
Meirelles, 5 já acionaram Justiça Federal)(OESP, 21.08.04). Veja o comentário de
Eliane Cantanhêde sobre o assunto, Eu sou
você amanhã, (FSP, 24.08.04) e a matéria de
Ronaldo França Culpados
por decidir (Ações
judiciais atormentam as autoridades mesmo quando deixam o poder)
(Veja, 08.09.04).
CPI do BANESTADO. A propósito do Relatório
Preliminar da CPI, proposto pelo seu Relator, vale registrar diversas
opiniões, todas na mesma direção. O editoriais do Jornal do Brasil O Fim
da Trapalhada (JB, 15.12.04); de O Estado de São Paulo A
Farsa que se Esperava (OESP, 16.12.04) e A
CPI desmoralizada (OESP, 30.12.04); da Folha de São Paulo CPI
dos Erros (16.12.04) e CPI
Desastrosa (FSP, 29.12.04); e de O Globo Uma Chance
(15.12.04) e
Desserviço (19.12.04). Veja também os artigos de
opinião escritos por Jânio de Freitas Os
Anos dos Bilhões (FSP, 16.12.04), Dora Kramer A PF
Ostenta mas pelo menos faz: a CPI do Banestado cumpriu com maestria o
seu destino, desmoralizou de vez as CPIs
(OESP, 17.12.04); Luis Nassif A CPI das CPIs
(FSP, 17.12.04) Dionísio Dias Carneiro A Divisa
Sagrada e o Rinoceronte Normal (OESP, 19.12.40). Veja também
a matéria da Veja (edição de 22.12.04) Mentor do Fiasco,
a de Primeira
Leitura, e trechos de entrevista do
Ministro Antonio Palocci para O Globo (22.12.04). Veja
também a entrevista do ex-ministro Pedro Malan A CPI confundiu
política pública com irregularidade para Fernanda
Medeiros de O Globo (15.12.04) e o belo artigo de Guilherme
Fiúza O
galo vai cantar para o site No
Mínimo (22.12.04). Veja
também o artigo de Emilio Garofalo Filho, Colunista do DiárioNet, Câmbio,
CPI do Banestado, Franco... Câmbio flutuante é uma
conquista do País. Gustavo Franco conduziu o modelo escolhido,
com coerência e devoção. E sempre demonstrou
honestidade pessoal e intelectual. (24 de Dezembro de 2004). No
mérito, o leitor interessado nos temas de
regulamentação cambial trazidos pela CPI pode seguir,
logo abaixo, a discussão sobre a desregulamentação
da conta da capitais, em especial o ensaio
escrito por mim em parceria com Demóstenes Madureira do Pinho. Veja também o meu Depoimento
na CPI do Banestado, em 22.07.03 e transcrição dos
debates. Tempos depois, a CPI do Mensalão, em 2005, traria novas
luzes sobre a CPI do Banestado. Veja a matéria
ESCÂNDALO DO "MENSALÃO"/
HORA
DAS PROVAS, Documento, no valor de R$ 60 mil, foi achado no
escritório de advocacia do deputado, CPI exibe cheque de
Valério
para José Mentor, deputado do PT de Fernando Rodrigues,
Marta Salomon e Rubens Valente (FSP 22.07.2005). Veja também Mentor
recebeu R$ 120 mil de Marcos Valério de Bernardo de la
Peña, Demétrio Weber e Gerson Camarotti (O Globo,
22.07.05). O Depuitado José Mentor teve a sua
cassação recomendada pelo Conselho de Ética da
Câmara dos Deputados, mas, em plenário, não houve
“quorum” para a aprovação de sua
cassação.
MACARTISMO PETISTA. O
Caso Banestado revelou o intuito
pesecutório do PT, que vinha de antes, conforme revela a
matéria de Sheila
D’Amorim Ministros
encabeçam ações contra ex-presidentes do BC
(Na equipe de Lula, que hoje defende proteção a
Meirelles, 5 já acionaram Justiça Federal)(OESP, 21.08.04). Veja o comentário de
Eliane Cantanhêde sobre o assunto, Eu sou
você amanhã, (FSP, 24.08.04) e a matéria de
Ronaldo França Culpados
por decidir (Ações
judiciais atormentam as autoridades mesmo quando deixam o poder)
(Veja, 08.09.04).Veja artigo de Pedro Malan Prezado
Lula, ou recordar é viver (OESP, 08.10.2006) traz uma
importante advertência contra o surto acusatório que
parece crescer nos debates presidenciais, e que pode fazer reviver o
“macartismo” que o PT sempre incentivou e praticou,
felizmente com pouca conseqüência fora de suas
próprias hostes.
ATUALIZAÇÕES:
textos antigos e recuperados
O enigma
da inflação em URV (FSP e O Globo, 15.05.94)
"ASPECTS OF THE ECONOMICS OF HYPERINFLATIONS: Theoretical
Issues and Historical Studies of Four European Hyperinflations of the
1920s"
Tese de Doutoramento, Departamento de Economia,
Universidade de Harvard, Maio de 1986. A versão revista em abril de 1989, aqui
disponível, tem como título "Hyperinflations: the experience of the 1920s
reconsidered".
Arquivos PDF individualizados para os
capítulos: 1. General
introduction and outline; 2. Origins and
factors; 3.
Adjustment issues; 4.
Inflationary finance (publicado
em português em Pesquisa
e Planejamento Econômico
18(2) Agosto de 1988); 5. Inflation
and adjustment; 6.
Dollarization; 7. Fiscal
“reforms” (publicado
em português em Revista
Brasileira de Economia 41(4) Outubro/Dezembro
de 1987, veja aqui);
8. The
League schemes; 9. Poland: the
battle of the zloty; 10. The rentenmark
“miracle” (publicado
em português em Revista
Brasileira de Economia 43(3) Julho/Setembro de
1989, veja aqui);
11.
Epilogue e Bibliography.
Platitudes
e bobagens (Veja, 02.04.03). Veja
também o artigo de Mailson da Nóbrega Os
Escolásticos do PT (OESP, 30.03.03). Veja o
texto da Emenda
Constitucional n. 40 (antiga PEC53/99) finalmente
aprovada em maio de 2003.
O regime cambial e
a conta capital: notas sobre o caso brasileiro Preparado para o CEMLA -
Centro de Estudios Monetarios Latinoamericanos, Fevereiro de 1992 (em
PDF).
BANCO CENTRAL
Seis Anos de Trabalho: um
balanço
Discurso de
despedida,
proferido por ocasião da transmissão do cargo de
Presidente do Banco Central do Brasil ao Dr. Armínio Fraga (08.03.99). Veja
também a Nota de despedida lida na manhã do dia 13.01.99. Veja o
comentário de Alberto
Dinis.
Novos caminhos do
desenvolvimento
Depoimento na
Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal em 17.06.98
Central Banker
of the Year –1998 – Prêmio
concedido pela revista Euromoney.
Veja o texto de Brian Caplen.
Reestruturar a dívida externa?
Depoimento
ao Senado
Federal em 22.07.96,
como subsídio ao processo de
aprovação da Resolução
69-1996
aprovando as operações de “troca de
dívida”, através das quais a República
ficava autorizada a emitir novos títulos
de dívida externa em troca de títulos
pré-existentes, originados na adoção pelo Plano Brady (veja estudo
descritivo). A primeira dessas operações, a
emissão do “Brazil-2027”, de 30 anos de prazo, foi
altamente bem sucedida e premiada (um dos 10 “deals of the
decade” segundo a revista Latin
Finance). Veja três artigos de Celso Pinto sobre o assunto: O sucesso dos "global bonds" (FSP, 05.06.97), Um exagero e
um paradoxo (FSP, 06.06.97) e A troca dos
"Bradies"
(FSP, 16.06.97). Diversas outras se seguiram. Veja documento de 1999
sobre Benefícios
das Trocas, e de julho de 2000 com um Resumo de
todas as seis trocas feitas desde 1999 Veja um resumo de troca feita em
julho de 2003.
Depoimento na CPI
dos Bancos em
24.08.99: documento
de propostas e
transcrição
dos debates (em PDF)
Depoimento na CPI do PROER em
03.10.2001: depoimento e transcrição dos debates. Veja
também o Sumário
do Relatório Final da CPI e os capítulos VI.
Considerações Finais e VII.
Conclusões e Encaminhamentos (em PDF). Veja, a propósito,
Editorial de O Estado de São Paulo, de 08.04.2002, A
CPl do Proer: Uma longa
investigação acabou mostrando a utilidade do Proer
Depoimento
na CPI do Banestado, em 22.07.03 e transcrição dos
debates.
A
tática no uso das reservas (OESP, 03.04.96)
Bamerindus:
quanto custou? (FSP, 31.08.97). Veja a este respeito o
comentário de André Lara Rezende em Voto,
bancos e dinheiro público (FSP, 02.09.97)
Moeda e
cidadania (OESP & JB, 12.07.98)
O Copom e
suas manifestações (OESP & JB, 25.06.00)
Coisas de Banco Central (OESP & JB, 10.09.00)
Excelência
em projeções (OESP & JB, 08.04.01)
Regras
flexíveis (OESP, 03.03.02)
O BC
está inocente, ou quase (OESP, 13.10.02)
O papel do
Banco Central (OESP, 08.12.02). Sobre o mesmo tema veja
também o belo artigo de Sérgio Abranches A
Presidência do Banco Central (Veja, 11.12.2002)
A
área econômica (Veja,
08.01.03)
A
liturgia dos bancos centrais (Veja, 04.02.04)
Uma
longa história (Veja, 27.10.04). Veja ao lado
uma discussão sobre o Conselho Monetário Nacional, o CMN.
Sobre Moeda, liberdade, privilégio
e o atraso institucional brasileiro. Palestra
proferida em painel sobre Liberdade Econômica por ocasião
de evento de lançamento do IERN (Instituto de Estudos da Realidade Nacional).
Rio de Janeiro, 17 de março de 2005.
A
SUMOC surge como embrião do Banco Central artigo para o
volume “Noventa anos de economia brasileira: marcos
institucionais e do desenvolvimento (1915-2005), comemorativo dos 90
anos de Brasil da Price Waterhouse e Coopers.
Sobre
o “status” de ministro do presidente do BC e as
implicações da nova lei sobre o debate sobre a
independência do BC, veja o interessante artigo de Cid Heraclito
de Queiroz O
presidente e o Banco Central (OESP, 14.05.2005). Sobre
independência do BC vale olhar o artigo recente de Cristovam
Buarque
Mil dias e
um novo rumo (JB, 01.10.05).
A
lógica de Kafka (Época, 01.03.07).
Por que há sempre um ortodoxo e um heterodoxo nas equipes
ministeriais de todos os governos?
Idéias sobre
moeda, câmbio, bancos (inclusive o central) e
macroeconomia em geral
Por ocasião do Seminário Idéias e conseqüências,
promovido pelo Instituto Liberdade, Porto Alegre, 29 de agosto de 2006.
Uma longa adolescência: fases
da história monetária brasileira texto
a figurar em volume Idéias e Conseqüências, composto
das falas no seminário onde foi feita a
apresentação PPT Idéias sobre
moeda, câmbio, bancos (inclusive o central) e
macroeconomia em geral
Por ocasião do Seminário Idéias e conseqüências,
promovido pelo Instituto
Liberdade, Porto Alegre, 29
de agosto de 2006.
O PROER do governo
americano
(Época,
24.03.08). Veja o
artigo de Gustavo Loyola Eles
como nós, nós melhores que eles (Valor
Econômico, 31.03.08).
Ver também, de Carlos Alberto Sardenberg O
público e os amigos (O Globo, 12.06.08). Veja também,
sobre o nosso PROER, agora exaltado pelo Presidente Lula, o estudo de Geraldo Villar Sampaio
Maia Reestruturação
Bancária no Brasil: O Caso do
Proer, Notas técnicas do Banco Central do Brasil, Número 38, Junho de 2003.
A
crise (não) bancária (FSP, 20.09.08). Ouça um podcast sobre
a crise, e suas analogias com a crise bancária brasileira de
1994-97.
O
subprime brasileiro (FSP,
27.09.08).
Responsabilidade
limitada (FSP, 18.10.08).
Independência
do Banco Central e o Artigo 192
A sinuca do 192 (Veja, 02.08.00). Veja também o
lúcido artigo de Gustavo Loyola A autonomia do
Banco Central e a sucessão presidencial (Boletim
Tendências, 29.08.00)
A
independência o muro e os “imexíveis”
(OESP & JB, 10.12.00)
Independência,
mandatos e quarentena (OESP & JB, 08.03.01)
Autonomia
para servir (OESP & JB, 08.03.01)
Quanto vale
a independência do BC? (OESP & JB, 07.12.01)
A Democracia Sofismática (comentário
sobre o artigo Bank on Democracy de Sheri Berman & Kathleen R.
McNamara em Foreign
Affairs 78 (2) March/April 1999, publicado na revista Insight
Inteligência Ano II n. 9, Edição Especial,
Novembro de 1999 a
Abril de 2000)
Regras e mandatos
(Veja, 10.04.02)
Platitudes
e bobagens (Veja, 02.04.03). Veja também o artigo de Mailson
da Nóbrega Os
Escolásticos do PT (OESP, 30.03.03). Veja o texto da Emenda
Constitucional n. 40 (antiga PEC53/99) finalmente aprovada em maio de
2003.
Ainda sobre
o Artigo192 (OESP, 06.04.03)
O
Banco Central deve ser independente? Sim, Antes de tudo, por uma
questão de ética (Exame, 04.02.04)
Uma
longa história (Veja, 27.10.04). Veja na
seção “Polêmicas” uma discussão
sobre o Conselho Monetário Nacional, o CMN: Sobre a (má)
idéia de ampliar o número de membros do Conselho
Monetário Nacional, veja os artigos recentes de José
Antônio Moroni CMN: economia
ou democracia (FSP, 29.06.2005) e Sérgio Werlang O Conselho
Monetário Nacional não deve ser ampliado (Valor,
13.06.05) e também um novo editorial da Folha de São
Paulo Ampliar
o CMN (FSP, 12.05.05). Veja também os artigos de
Maílson da Nóbrega Sarna para
se coçar (OESP, 05.06.05 ) e os
artigos de Sergio Werlang (FSP, 28.05.05) Órgão
técnico, decisões ponderadas, contrário ao
aumento do números de conselheiros e, na direção
oposta, o de Luiz Marinho Democratização
responsável (FSP, 28.05.05). Veja também, de
grande interesse antropológico, o artigo do presidente da FIESP,
Paulo Skaf Legítima
Participação (FSP, 22.05.05). Veja também os
artigos de Gustavo Loyola Conselho
Monetário não é o Congresso (OESP, 26.09.04),
Maílson da Nóbrega O Conselho
Monetário deve ser extinto (OESP, 10.10.04) e de Jairo Saddi
Um novo Conselho
para garantir a autonomia do BC (Valor Econômico, 21.10.04).
Todos na mesma direção. Dois editoriais sobre o assunto,
um a favor da ampliação do CMN – Mudar
o CMN e o BC (FSP, 19.09.04) outro contrário, A
“democratização” do CMN? OESP (30.09.04).
Veja um histórico
do problema.
O realismo fantástico está
entre nós (Época, 03.12.07)
O Senador e o Banco Central
(FSP, 14.06.08). Veja, sobre o assunto da independência das
agências reguladoras, dois editoriais na mesma linha, publicados
no dia seguinte: da Folha de São Paulo Regular
as agências (FSP, 15.06.08), e de O Estado de São
Paulo Da
Varig às teles, o mesmo jogo (OESP 15.06.08). Sobre a
PEC que alterou o artigo 192 da CF, de autoria do Sen. Jefferson Peres
ver Independência,
mandatos e quarentena (OESP & JB, 08.03.01) e
também, de Jairo Saddi Enfim
temos um novo Artigo 192.
EMPREENDEDORISMO e NOVA ECONOMIA
A Nova
Economia chegou para ficar em Cid Torquato (org.) E-Dicas:
Desvirtualizando a Nova Economia São Paulo, Usina do Livro, 2002
Uma nova
existência para as bolsas (OESP & JB, 13.06.99)
Jovens
empreendedores e vietcongues (OESP & JB, 24.10.99)
A culpa é
do Bug (VEJA , 08.12.99)
O valor
das coisas (VEJA, 19.01.00)
O
lotação e a internet (VEJA, 16.02.00)
A
Califórnia ainda está longe (VEJA, 15.03.00)
Da
dependência à conectividade (VEJA, 26.04.00)
Por que as empresas
brasileiras são tão baratas? (OESP & JB, 23.11.01)
Exclusão
virtual: todo avanço tecnológico gera desigualdade.
Será que isto é ruim? (EXAME NEGÓCIOS
abril de 2002)
O
capitalismo envergonhado (Veja, 17.03.04). Sobre o assunto é
obrigatória a leitura da matéria O
Brasil entre os piores do Mundo (Veja, 28.01.04)
O
Nacional Empreendedorismo (Veja. 04.08.04). Para mais
informações sobre o tema, visite o site do Instituto Endeavor e também o da ANPROTEC –
Associação Nacional das Entidades Promotoras de
Empreendimentos Inovadores.
TEMAS
FINANCEIROS: política monetária, bancos e mercado de
capitais
Política
monetária (ver também acima
a seção Banco Central)
Circumstances and Institutions: Notes on
Monetary Policy in Brazil in the Last 14 Years “Paper”
apresentado na Conferência Sobre Reformas nas Políticas
Fiscais e Financeiras na América Latina promovido pelo Center
for Research on Economic Development and Policy Reform da Universidade
de Stanford, novembro de 2000. Publicado em José Antonio
Gonzalez, Vistorio Corbo, Anne
º Krueger e Aaron Tornaell (editores) Latin American
Macroeconomic reforms: the second stage University of Chicago
Press, 2003.
O que aconteceu com
os juros em 1999? (OESP
& JB,
19.12.99)
Por que os
juros não caem? (OESP
& JB,
21.05.00)
Política
monetária e dívida pública (OESP
& JB,
18.06.00)
Juros de um
dígito? (OESP
& JB,
30.07.00)
O papel da
crise (OESP
& JB,
22.04.01)
Taxas de
juros: por que tão altas? (Veja, 13.02.02)
Metas de
Inflação (OESP,
26.05.02)
Dívida
pública e fumaça verde (Veja, 19.06.02)
Polícia
monetária e circunstâncias (OESP, 26.01.03)
Metas de
inflação e cartas de intenção (Veja,
05.02.03)
Fausto e
a política monetária (Veja,
28.05.03). Veja, na mesma temática o artigo de Márcio
David Mattos Mefistófeles
e a política monetária no segundo governo Lula
(28.03.07).
Até
onde podem cair os juros ?
(Veja, 10.12.03)
A
liturgia dos bancos centrais (Veja, 04.02.04)
Como no tempo da
hiperinflação (Veja,
18.08.04). A este respeito veja o artigo Alongamento da
dívida pública e política monetária
(Valor Econômico, 16.08.04) de Carlos Kawall Leal Ferreira
(Economista-chefe do Citibank e Professor da PUC/SP) e de Murilo
Robotton Filho e Adriana Beltrão Dupita. O mesmo trio escreveu
um ensaio acadêmico rigoroso sobre o assunto intitulado Política
monetária e alongamento da dívida pública: uma
proposta para discussão. O tema também foi levantado
numa entrevista do Presidente FHC à revista
Primeira Leitura
, e foi objeto de um artigo Uma nova política de juros (FSP, 06.08. 04) de Luiz
Carlos Mendonça de Barros. Veja também um artigo meu mais
antigo O papel da crise (OESP & JB, 22.04.01). A
propósito deste mesmo tema veja-se Notas sobre crowding out, juros altos e LFTs
preparado para o seminário patrocinado pela ANBID (2°.
Seminário ANBID de Mercado de Capitais) em 09.11.2005 e
discutido posteriormente em brainstorming no IEPE-
Casa das Garças em 23.11.2005.
Onde estão os juros? (Veja, 15.09.04). Uma das muitas
questões interessantes levantadas por leitores foi a seguinte: devem as lojas estar obrigadas a oferecer sempre
um preço á vista consistente com o que é
oferecido no parcelamento “sem juros” ? Veja o argumento no
texto de Felipe de Souza
Peñaloza Sobre o Equilíbrio nas
Relações de Consumo e a Diminuição da Taxa
de Juros no Varejo: Uma Crítica ao Código de Defesa do
consumidor. Veja também o
comentário de Ernesto Friedman Quem escondeu os juros, para o site Polemikos.
Veja um interessante artigo artigo recente de Luis
Nassif As prestações sem juros (FSP, 28.04.05)
O crédito público e os juros (Veja, 27.10.04). Veja também o texto
sobre “calotes” mencionado no artigo: Serial default and the “paradox” of
rich to poor capital flows NBER (National
Bureau of Economic Research) Working Paper Series n.
10.296, fevereiro de 2004. Veja também o magnífico artigo
de Roberto Castelo Branco “Serial defaulter:
uma sociopatologia à brasileira?” na revista Insight
Inteligência VI (26) julho-setembro de
2004. Detalhe interessante: o
leitor João Carlos Prolla, de Porto Alegre,
escreve para observar que a frase citada pelo ex-ministro Pedro Malan
é de Mencken.
Inflação (a
nova) e política monetária (a velha) (Veja, 02.03.05).
Por que os juros são
altos (Veja,
08.12.04). Sobre
a influência das contas fiscais sobre os juros, e especificamente
sobre o fenômeno conhecido como “crowding
out”
vale utilizar o interessante glossário de termos
em “economês”
preparado pelo Professor Antonio M. de Almeida Serra, da Universidade
Técnica de Lisboa. A revista The Economist
também tem disponível um abecedário de termos técnicos em economia, embora em inglês. Um recurso muito
útil para estudantes (disponível
apenas em inglês) é
o site
Macroeconomics resources for students, que inclui um
livro texto on line (Macroeconomics de Manfred
Gärtner).
Como o site é “pan-europeu”, há muito
material em português, incluindo um dicionário
com traduções de termos técnicos do inglês
para 13 outras línguas, incluindo o português.
Forresp
Gump e a taxa de juros (Época, 18.12.06).
TAXAS DE JUROS Apresentação
feita na Casa do Saber, no ciclo
Grandes Problemas Brasileiros, São Paulo, 15.05.07.
O problema dos juros
(FSP, 26.07.08).
Por
que o Brasil é o campeão mundial de juros altos.
Valor Econômico 27.07.2011. É o resumo de um texto maiorr,
produzido para um debate na Casa do Saber em 13.06.2011 com o
título Por
que juros tão altos, e o caminho para a normalidade.
A
crise e o juros: deslocar a curva.
Valor 14.09.2011
Bancos
e temas regulatórios
Fundos e
bancos (OESP,
11.04.99)
O BC e a
supervisão bancária (OESP
& JB,
16.05.99)
Idéias
para a extinção dos bancos estaduais (OESP
& JB,
17.10.99)
A cunha
prudencial (Boletim da Tendências,
16.12.99)
O que pode
acontecer com o Banespa
(Boletim da Tendências,
04.01.00)
Bancos
estrangeiros, bancos estaduais e o pedágio (Boletim da Tendências,
16.02.00)
Bancos estrangeiros
e crise bancária (OESP
& JB,
19.03.00)
O
gigantesco custo do crédito (Veja, 29.10.03). Veja o artigo
de Otavio de Barros e Zeina Latif O debate
sobre o tamanho dos spreads bancários está desfocado.
Veja também a pesquisa
feita pelo Banco Central e suas atualizações.
O PROER do governo
americano
(Época,
24.03.08).
Mercado
de capitais
Uma nova
existência para as bolsas (OESP
& JB,
13.06.99)
Bancos
estaduais e federais(Veja, 19.07.00)
Os EUA e o
custo do capital (OESP
& JB,
07.05.00)
O mercado
de capitais e o superávit primário (OESP
& JB,
29.04.01)
Mercado de
capitais: por que não deslancha (OESP,
17.03.02) A este respeito ver também o editorial do
Estadão, de 19.03.02, intitulado O Tesouro contra o
mercado de capitais
Exuberância
ao contrário (Veja, 28.08.02)
Instrumentos
para um Mercado de Crédito Imobiliário no Brasil
Apresentação PPT para o Sétimo Seminário
Perspectivas da Economia Brasileira, Agenda para o Crescimento, Tendências Consultoria
Integrada, São Paulo, 29 de Abril 2004.
Notas
sobre crowding out, juros altos e LFTs preparado
para o seminário patrocinado pela ANBID (2°.
Seminário ANBID de Mercado de Capitais) em 09.11.2005 e
discutido posteriormente em brainstorming no IEPE-
Casa das Garças em 23.11.2005.
O futuro
é menos incerto: Regime fiduciário
não é influenciado por débitos trabalhistas ou
previdenciários que sucedam a sua contratação,
escrito em parceria com Alexandre Assolini
Mota para a Revista Capital Aberto, edição de janeiro de
2006.
Para
entender o crescimento (Época, 25.09.06)
Crescimento?
É com o mercado (Época, 06.11.06).
Criação de
riqueza
(FSP, 21.06.08).
Os
investidores no mercado de ações e as manadas (Valor,
23.12.10). Escrito em
colaboração com Miguel Russo Neto.
POLÍTICA
INDUSTRIAL: Abertura & multinacionais
The
political economy of trade and industrial policy reform in Brazil in
the 1990s CEPAL (ECLAC)
Série Reformas de Políticas Públicas 6, 1993 (em
parceria com Winston Fritsch)
(em PDF)
Brazil and the World Economy in the 1990s:
Emerging trade and investment issues Preparado
para a conferência "Latin America's Integration into the World
Economy: confronting the choices", organizada pelo Inter-American
Dialogue, The
Brookings Institution,
Washington, 18 e 19 de Dezembro de 1991. (escrito em parceria com
Winston Fritsch)
Abertura: ainda
falta muito (OESP e JB, 04.07.99)
Sururu e rapadura (OESP e JB, 11.07.99)
Franceses, chineses
e brasileiros (OESP e JB, 25.07.99)
CADE: seu foco e seu lugar (OESP e JB, 01.08.99)
Jovens
empreendedores e vietcongues (OESP e JB, 24.10.99)
Melancolia (OESP e JB,
06.02.00)
Fragmentos de um discurso nacionalista (OESP e JB, 27.02.00)
Sobre
o nacionalismo (Veja, 29.03.00)
O complexo
eletrônico (OESP e JB, 12.11.00)
Califórnia
e os patronos do racionamento (OESP e JB, 06.05.01)
Dióxido
de carbono e eletricidade (Veja, 20.05.01)
Racionamento
racional (Veja, 03.06.01)
Política
industrial (Veja, 07.11.01)
Por uma
política não industrial (Veja, 14.04.04). Informe-se
sobre as iniciativas do governo no terreno da política
industrial no site do Ministério
do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. E veja
amostras do trabalho da Professora Anita Kon sobre o setor de
serviços: Atividades
terciárias: induzidas ou indutoras do desenvolvimento
econômico? e Transformações
na indústria de serviços: implicações sobre
o trabalho. Não deixe de ver a
composição setorial do PIB. Sobre
os resultados dessas iniciativas de política industrial, dois
anos depois, vale olhar: o editorial do Estadão Como
vai a política industrial (OESP
15.04.06) e também, o
artigo de David Kupfer, pesquisador e professor
Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro –
UFRJ, Dois
anos de política industrial (Valor Econômico,
05.04.06). Sobre
este tema ver Por que o Brasil
não Precisa de Política Industrial
de Mauricio Canedo-Pinheiro, Pedro Cavalcanti Ferreira, Samuel de Abreu
Pessôa,
e Luiz Guilherme Schymura Ensaios Econômicos
EPGE FGV-RJ, n. 644, Março de 2007.
MAIS
ABERTURA JÁ. Artigos recentes sobre possível
aprofundamento da abertura: "Custo Brasil" e "Custo Fiesp"
(FSP, 09.10.05) de José
Alexandre Scheinkman e
A abertura inacabada (Valor
Econômico ,16.09.05) de Armando
Castelar Pinheiro. Veja
o artigo de Mailson da Nóbrega Por
uma
nova abertura unilateral
(OESP, 20.08.06)
O protecionismo gourmet (Época, 02.07.07).
Veja também, de Claudio Haddad A viúva, os
órfãos e as vítimas (Valor, 28.06.07) e também Burrice? (Valor, 27.07.07).
Mercado e rentismo (FSP, 07.06.08). Veja,
sobre o assunto de "rent-seeking" e política industrial o
artigo de Marcelo de Paiva Abreu O parto do
Morro de Santo Antônio (OESP,19.05.08), e mais
especificamente sobre a nova politica industrial, os artigos de Armando
Castelar Política industrial e
desenvolvimento (Valor
23.05.08) e
Pedro Cavalcanti Uma política
ineficaz e regressiva (13.05.08).
Mais um
lote de ilusões perdidas (FSP, 02.08.08). Ver também, de
Carlos Alberto Sardenberg Algo
saiu muito errado (O Globo, 31.07.08). Para uma
avaliação equilibrada do que passou em Doha ver, de Luis
Felipe Lampreia, As razões para o
fracasso de Doha (OESP, 31.07.08). Veja também, de Marcelo
de
Paiva Abreu Bola murcha (OESP, 11.08.08) e
de Rubens Barbosa Nova estratégia
comercial externa (OESP, 12.08.08)
Multinacionais
Investimento direto estrangeiro (IDE) no Brasil 1995-2004:
“passivo externo” ou “ativo estratégico”
?
Preparado
para o número especial da revista “Política
Internacional”, editada pelo CIDEC – Centro
Interdisciplinar de Estudos Econômicos, em
colaboração com o Centro de Estudos das Américas
do Instituto de Humanidades da Universidade Cândido Mendes,
abril de 2005.
Investimento
direto estrangeiro (IDE) no Brasil: passivo externo ou ativo
estratégico? Preparado para o volume
comemorativo dos 10 anos da SOBEET – Sociedade
Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da
Globalização Econômica, que não logrou
publicação.
Foreign Direct Investment in Brazil: recent experience
and emerging trends. Apresentação
feita na conferência Brasil 2003: a new future, patrocinada pela
revista Latin Finance,
setembro de 2003 (em PDF).
O investimento
direto estrangeiro em uma nova estratégia industrial em J. P. dos Reis Veloso
(org.) O Brasil e a Nova Economia Mundial Rio de Janeiro,
José Olympio, 1991. (em parceria com Winston Fritsch)
(em PDF)
Estratégia
industrial e investimento direto estrangeiro em João Paulo Reis
Veloso (org.) As Perspectivas do Brasil e o Novo Governo Rio de
Janeiro: Nobel, 1990. (em parceria com Winston Fritsch)
Capital
estrangeiro e a economia nacional (Veja, 02.02.00) Veja os
resultados do Primeiro
(ano base 1995) e do Segundo
(ano base 2000) Censo de capitais estrangeiros no Brasil,
O segundo censo de
capitais estrangeiros no Brasil (OESP 07.07.02) Veja os resultados do Primeiro
(ano base 1995) e do Segundo
(ano base 2000) Censo de capitais estrangeiros no Brasil.
Multinacionais e
exportações (Veja 17.07.02).
Multinacionais
brasileiras (OESP, 21.07.02) Veja, a
propósito, o artigo citado de Delfim Netto Exportem suas
indústrias (FSP, 23.11.94). Anos
depois vejam o que se passou, conforme a matéria de Ricardo Grinbaum
e Mariana Barbosa
Indústrias têxteis tiram Brasil do mapa das novas
fábricas (OESP, 01.05.06). Veja o artigo de David
Kupfer Internacionalização às avessas
(Valor, 31.05.06).
Globalização e poder
(Veja,
09.06.04).
Não deixe de visitar o site do World
Investment Reports, hoje publicados pela UNCTAD,
e que trazem as melhores estatísticas e análises sobre o
investimento direto global, abrangendo 187 países,
incluídos os números sobre as 100 maiores EMNs, e as 50 maiores de economias emergentes.
A
maturidade do capitalismo brasileiro (Época, 04.06.07).
Dois
editoriais interessantes sobre a
internacionalização das empresas brasileiras: Por que investir fora
(OESP, 03.06.07)
e Internacionalização
de empresas ganha força (Valor, 31.05.07).
Veja a matéria de Sergio Lamucci e Raquel Landim Investimento
externo
cresce e atrai mais firmas (Valor, 29.05.07)
US$ 10 bilhões em um mes (Época, 03.08.07).
A
globalização e o Brasil (Valor, 30.10.10). Veja o artigo
maior, com todas as tabelas, do qual este é resumo, e que
será publicado com o título O
Brasil e a Globalização na primeira década
após o Plano Real: os censos do capital estrangeiro no Brasil
1995, 2000 e 2005 no volume de ensaios em homenagem a Dionisio Dias
Carneiro. Ouça um podcast
com o autor sobre o tema, e veja os resultados de todos os censos
diretamente no site do Banco Central.
HISTÓRIA ECONÔMICA
"Schacht
aspectos econômicos Prefácio a Hjalmar Schacht: Setenta e seis
anos de minha vida: a autobiografia do mago da economia alemã da
República de Weimar ao III Reich São Paulo Editora
34, 1999.
"Aspects of the Brazilian
Experience Under the Gold Standard, com Winston Fritsch
Publicado em Monetary Standards
in the Periphery: paper, silver and gold, 1854-1933 Pablo
Martín Aceña & Jaime Reis (eds.) Londres: Macmillan Press,
2000. (em PDF)
"A década republicana: O Brasil e a Economia
Internacional 1888-1900 com
apresentação de Wiston Fritsch. Solicite um
exemplar ao IPEA
Reforma
Monetária e Instabilidade Durante a Transição
Republicana Publicada
pelo BNDES, Rio de Janeiro, 1ª edição 1983. 2ª
edição, 1987. Veja um curioso comentário de Luis
Nassif A
revanche do encilhamento (FSP, 05.12.04) e outro ainda mais
estranho ao meu texto Rui Barbosa e o Plano Real.
Há
cem anos... (OESP & JB, 02.01.00)
Pequena
história do câmbio no Brasil (OESP & JB, 23.04.00)
Pequena
história do câmbio no Brasil 2 (OESP & JB,
30.04.00)
Jornadas
cliométricas (Veja, 06.12.00)
Democracia,
ditadura e abertura (OESP, 18.02.01)
O centro, a
periferia, e o câmbio (Veja,
27.02.02)
A
economia da República Velha, 1889-1930. Escrito em
parceria com Luiz Aranha Correa do Lago para a coleção
História Contemporânea da América Latina.
Fundação Mapfre, janeiro de 2011. Texto para
Discussão, n. 588, Departamento de Economia PUC-Rio, janeiro de
2011.
Rui Barbosa
Introdução
ao discurso de Rui Barbosa O Papel e a baixa do câmbio, proferido
no Senado em 3 de novembro de 1891. Rio de
Janeiro, Editora Reler.
O
prometeu da economia Época (11.09.06) Edição
especial com a escolha de Ruy Barbosa como o Maior Brasileiro da
História. Veja também do próprio Rui Barbosa O
Papel e a baixa do câmbio, pela Editora Reler,
a reedição de um discurso histórico de Rui, de 1891. A
edição patrocinada pela Rio Bravo conta ainda
com um prefácio
de Gustavo Franco, orelha de Winston Fritsch
e quarta capa de José Murilo de Carvalho. Disponível
para compra na Livraria Cultura. Uma curiosa controvérsia recente sobre
Rui Barbosa. A revista IstoÉ
Dinheiro publicou a matéria Ruy
Barbosa: ave de rapina?, ao mesmo tempo em que a Istoé deu a
Rui Barbosa o
título de “Brasileiro do Século”, na
categoria “Justiça e Economia”. A
premiação foi criticada por Luis Nassif em O brasileiro do
século (FSP, 30.10.05). O ex-ministro Paulo Brossard saiu em defesa de Rui em Assim
é demais (OESP, 11.11.05), e Nassif respondeu com O financista
Rui Barbosa (FSP, 13.11.05) e também Rui Barbosa e
os ecos do passado (19.11.05). Veja
também um curioso comentário de Luis Nassif A revanche do
encilhamento (FSP, 05.12.04) e outro ainda mais estranho ao meu
texto (sobre reforma monetária na passagem para a
República) Rui Barbosa e o Plano Real (28.05.05)
HIPERINFLAÇÃO
Reformas Fiscais e os
Fins de Quatro Hiperinflações Capítulo 7 de O Plano Real e Outros Ensaios, e publicado
originalmente em Revista
Brasileira de Economia 41(4) Outubro/Dezembro
de 1987. Depois
republicado em inglês, numa versão revista, com o
título "Fiscal Reforms and Stabilization: four
hyperinflation cases examined" em The Economic
Journal, vol. 100, no. 399, March 1990.
O Milagre do
Rentenmark: uma experiência bem sucedida com moeda indexada Capítulo
4 de O Plano Real e Outros Ensaios, e em em Revista Brasileira
de Economia 43(3)
Julho/Setembro de 1989. Publicado
originalmente em Rivista
di Storia Economica Second Series Volume 4, 1987.
Edição local (em italiano) e na edição
internacional (em inglês). Republicado em Barry Eichengreen
(ed.) Monetary Regime
Transformations Londres: Edward Elgar Publishing Ltd, 1991
"Aspects of the Economics of Hyperinflations: Theoretical
Issues and Historical Studies of Four European Hyperinflations of the
1920s"
Tese de Doutoramento, Departamento de Economia,
Universidade de Harvard, Maio de1986. A versão revista em
abril de 1989 tem como título "Hyperinflations: the experience of the 1920s
reconsidered". Arquivos PDF
individualizados para os capítulos: 1. General
introduction and outline; 2. Origins and
factors; 3.
Adjustment issues; 4.
Inflationary finance (publicado
em português em Pesquisa
e Planejamento Econômico
18(2) Agosto de 1988); 5. Inflation
and adjustment; 6.
Dollarization; 7.
Fiscal “reforms” (publicado
em português em Revista
Brasileira de Economia 41(4) Outubro/Dezembro
de 1987, veja aqui);
8. The
League schemes; 9. Poland: the
battle of the zloty; 10. The rentenmark
“miracle” (publicado
em português em Revista
Brasileira de Economia 43(3) Julho/Setembro de
1989, veja aqui);
11.
Epilogue e Bibliography.
DIREITO E ECONOMIA:
regulação e instituições
O
JUDICIÁRIO. O
Judiciário e a Economia (Veja, 01.09.04). Veja também, a
propósito do papel do Judiciário na
definição das políticas públicas, dentre
outros temas, o
Discurso do Ministro Nelson Jobim ao tomar posse na
Presidência do Supremo Tribunal Federal (STF). Veja o
voto do Ministro César Peluso no julgamento da
constitucionalidade da contribuição dos inativos, e veja
também o magnífico estudo de Armando
Castelar Pinheiro Direito e Economia num Mundo Globalizado:
Cooperação ou Confronto? (fevereiro de 2003). Este
debate tem a ver com outro, mais específico, conforme revela a
matéria de Sheila
D’Amorim Ministros
encabeçam ações contra ex-presidentes do BC
(Na equipe de Lula, que hoje defende proteção a
Meirelles, 5 já acionaram Justiça Federal)(OESP, 21.08.04). Veja o comentário de
Eliane Cantanhêde sobre o assunto, Eu sou
você amanhã, (FSP, 24.08.04) e a matéria de
Ronaldo França Culpados
por decidir (Ações
judiciais atormentam as autoridades mesmo quando deixam o poder)
(Veja, 08.09.04).
DIREITO E ECONOMIA. Veja um parecer, intitulado, Os limites da Teoria de
Imprevisão: o
“revisionismo” fora do lugar debilita o ambiente contratual
brasileiro,
publicado na Revista de Direito Bancário, Mercado de Capitais e
Arbitragem, Ano 10 (35), Janeiro-Março de 2007. Trata dos danos
que interpretações muito amplas do Novo
Código Civil podem trazer ao "ambiente contratual" brasileiro.
MISCELANEA:
assuntos
diversos
O Dinheiro
(verbete para o livro de Lu Lacerda "Tudo o que eu já fiz por
dinheiro", Editora Objetiva,1997)
Literatura e
economia (Veja,
03.11.99)
Remédios: o populismo e o kitsch (OESP e JB, 23.01.00)
O Bem e o
Mal (Veja, 24.10.01)
O
jornalismo econômico (Veja, 05.12.01)
Política
A patrulha e o "social"
(VEJA,
07.06.00)
Será
culpa do Itamar? (VEJA, 22.06.00)
O próximo governo (OESP & JB, 12.11.00)
Um grande eleitor (VEJA, 20.12.00)
Convergência
(VEJA, 31.01.01)
A economia e o candidato da
situação (OESP & JB, 04.02.01)
Medidas
provisórias e permanentes (OESP & JB, 11.02.01)
Democracia,
ditadura e abertura (OESP & JB, 18.02.01)
Eleições
e a economia: o que pensam os candidatos ? (VEJA, 14.12.01)
A
política em tempos de mudança (Revista Poder,
06.02.02)
O candidato da
continuidade (VEJA, 27.03.02)
John Nash e o
terrorismo eleitoral (OESP, 09.06.02). para saber mais sobre John Nash e o filme feito
sobre ele veja a matéria “Mente Brilhante
ignora idéias e economia” de Chris Giles
(FSP, 25.02.02). Veja também sua autobiografia
no site oficial da Fundação Nobel.
A
Sociedade do Privilégio (VEJA, 11.09.02)
Saudades
de Fernando Henrique (Veja, 09.10.02)
As
eleições e o mercado (Veja, 23.10. 02)
Alternância
no Poder (Veja, 06.11.02)
A vez deles
(OESP, 10.11.02). A propósito veja o belo artigo de André
Franco Montoro Filho A
Renegociação das dívidas estaduais (Jornal da Tarde, 11.11.02)
A social
democracia e o Brasil real (Veja, 20.11.02). A
propósito, veja também o imperdível artigo do
professor Rogério
Werneck Avaliando Danos:
a melancólica trajetória da candidatura governista (OESP, 25.10.02)
Os
dois filhos de Fernando (Época, 24.10.2006). Veja, a propósito deste tema, a
magnífica charge
de Chico Caruso para O Globo (29.10.2006). Veja, na mesma linha, o
belo artigo de Carlos Alberto Sardenberg, O PSDB
acabou (O Globo, 02.11. 2006)
Convergência,
coalizão e paralisia (Época, 04.12.06). Veja as
declarações do presidente na matéria Presidente
quer PDT em 'mandato da convergência', de João
Domingos, Lisandra Paraguassú (OESP, 29.11.06).
Sobre
o "Expurgo" no IPEA, e seu controle por militantes sem compromissos
acadêmicos, ver os artigos de Elio Gasperi O
comissariado está destruindo o IPEA (FSP, 29.06.08) e de
Fabio Giambiagi O
IPEA e as instituições (FSP,
29.06.08).
Medo e
ganância (FSP, 19.07.08).
Saudades
do PSDB como projeto político nítido (FSP,
28.11.10). Veja também
o texto de Renato Janine Ribeiro O
PSDB é hoje uma nau sem rumo Valor Econômico 11.07.2011
Patrimonialismo,
corrupção, rent seeking e temas afins
Contingenciamento,
corrupção e reforma fiscal (FSP, 09.08.92)
Corrupção
e lubrificação (Veja, 25.11.99). Veja o
comentário do jornalista equatoriano Gustavo Pérez
Ramírez Ecuación
de la Corrupción em (El Tiempo, Colombia, 04.12.1999)
O código
não é factóide (Veja, 30.08.00)
A
Sociedade do Privilégio (VEJA, 11.09.02)
Rendas de privilégio,
doença nacional (Veja, 23.06.2004). É
vasta a literatura sobre “rent seeking”, em si e
relacionada com o fenômeno da corrupção. Ver, por
exemplo, o estudo Uma análise da
corrupção pública a partir da racionalidade e da
ação do
professor da FAAP Carlos Eduardo Evangelista Mauro. Veja
também um pequeno e interessante texto sobre “rent seeking” em
Portugal, onde rendas de privilégio são muito populares,
de Teodora
Cardoso, A Economia das “Rendas”
Mercado e rentismo (FSP, 07.06.08). Veja,
sobre o assunto de "rent-seeking" e política industrial o
artigo de Marcelo de Paiva Abreu O
parto do
Morro de Santo Antônio (OESP,19.05.08), e mais
especificamente sobre a nova politica industrial, os artigos de Armando
Castelar Política
industrial e
desenvolvimento (Valor
23.05.08) e
Pedro Cavalcanti Uma política
ineficaz e regressiva (13.05.08).
Predadores
(FSP, 12.07.08).
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