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ORGANIZAÇÃO DO SITE
O material contido neste
site está organizado em blocos temáticos (cada qual com sub tópicos) conforme
a listagem abaixo, exceto pelas seções referentes a:
1. NOVIDADES, que destacam novos itens, ou velhos itens recentemente
adicionados, todos, não obstante, sempre incluídos imediatamente em seu bloco
temático.
2. TEMAS (NOVOS E VELHOS) EM CONTÍNUA DISCUSSÃO,
engloba tópicos específicos, matérias de
discussão recente (polêmicas onde não estou
envolvido necessariamente),
3. NOVOS LIVROS ou capítulos de livros, com suas respectivas resenhas e
comentários
4. POLÊMICAS onde estão diálogos diversos, com vários economistas sobre os
mais diversos assuntos.
Como o mesmo artigo cabe em diferentes títulos, não hesite em usar a
ferramenta de busca acima.
Veja um site da revista Epoca com todos os artigos ali publicados; clique no logo.
BLOCOS TEMÁTICOS
ARGENTINA
ATUALIZAÇÕES: textos antigos e recuperados
BANCO CENTRAL:
documentos e artigos
CÂMBIO: política
cambial, aspectos regulatórios, derivativos, regimes, etc.
CARREIRA
ACADÊMICA & PROFISSIONAL
CONTATO
CONTAS EXTERNAS
BRASILEIRAS, FMI acordos e desacordos, fundo soberano
DESENVOLVIMENTO:
reformas, modelos e controvérsias, reforma
tributária
DIREITO E ECONOMIA: regulação e instituições
EDUCAÇÃO: universidades, ensino de economia
EMPREENDEDORISMO E NOVA ECONOMIA
FINANÇAS
PÚBLICAS: ajuste fiscal, dívidas e déficits, privatização, PPPs, Universidades
e políticas públicas.
GLOBALIZAÇÃO: comércio, capitais, sistema
monetário internacional, etc.
HIPERINFLAÇÃO:
na Europa, anos 1920
HISTÓRIA
ECONÔMICA: Rui Barbosa
INSERÇÃO EXTERNA
e DESENVOLVIMENTO: texto original e comentários diversos
LIVROS: meus, os
que participei com capítulos ou prefácios e recomendações
MACROECONOMIA: temas da atualidade,
o governo Lula
MATERIAL
DIDÁTICO
MISCELANEA:
assuntos diversos
NOVIDADES
PESSOAS, IDÉIAS e
RESENHAS
PLANO REAL:
inflação e outros temas de macroeconomia
POLÊMICAS
POLÍTICA:
Patrimonialismo, corrupção, rent seeking e temas afins
POLÍTICA INDUSTRIAL: Abertura,
incentivos, multinacionais, privatização, temas setoriais
PREVIDÊNCIA:
reforma, FGTS, fundos de pensão
SALÁRIOS E EMPREGO:
encargos e outros temas de economia do trabalho
SISTEMA FINANCEIRO: política monetária, bancos,
regulamentação, mercado de capitais
TEMAS (novos e velhos) EM CONTÍNUA DISCUSSÃO
LIVROS
Os meus e
aqueles para os quais colaboro (com capítulos e prefácios), podem ser
comprados na Submarino, que também traz uma seção com recomendações
minhas para livros indispensáveis de outros autores.
Veja o novo livro de Edmar Bacha e Luiz Chrysostomo de Oliveira Filho (organizadores)
Mercado
de capitais e dívida pública: tributação, indexação e alongamento. Edição
conjunta ANBID, IEPE-Cada das Garças,
Contracapa Editora, São Paulo, 2206, onde está publicado o meu texto Notas sobre crowding
out, juros altos e LFTs. Veja, a propósito, a matéria de Giuliano Guandalini, 5
lições para derrubar o juro e crescer mais, para a
Veja (24.05.06). Veja a matéria de Angelo Pavini Economistas
avaliam alternativas para a substituição de LFTs para o Valor Econômico,
22.05.2006
Veja o novo livro de Fernando Henrique Cardoso A
Arte da Política: a história que vivi de Veja o comentário de Guilherme
Fiúza Político
derrota sociólogo no site no mínimo (01.04.06).
Veja o novo livro de Guilherme Fiúza 3000
dias no bunker, um plano na cabeça e um país na mão, pela Editora Record.
Veja as matérias de Luciana Rodrigues para O Globo (05.02.2006) Bill Clinton e Tony
Blair seguram Malan, Duelos
no mercado e apoio internacional e Tudo mudou
e está no mesmo lugar. Veja a matéria de Margareth Boarini, No
bunker, em busca de credibilidade, para o Valor Econômico – 09.03.2006. Veja,
sobre o livro, a matéria A guerra da
moeda, Livro revela detalhes inéditos do Plano Real e expõe os dramas de seus
principais combatentes, por Leonardo Attuch, para
a Istoé Dinheiro (06.02.2006. Veja também o artigo de Roberto
Pompeu de Toledo Lições de
Brasil: Um livro que reconstitui o Plano Real, conta casos de valor
permanente sobre como funciona o poder no país para a Veja (26.04.06). Veja
a entrevista do autor para Graziela Salomão da revista Época Um
projeto para vinte anos, jornalista mostra a cúpula econômica do governo que
conseguiu sobreviver intacta ao final dos dois governos de FHC e estabilizou
a moeda brasileira. Veja a resenha escrita por Paulo Roberto Almeida O
Bunker voador, para o site Nominimo (postada 12.12..06). Veja também o
Esclarecimento sobre o livro “3000 dias no bunker”, escrito pelo próprio
autor, Guilherme Fiúza, em seu blog
em 24.01.07.
Veja o
novo livro de Maílson da Nóbrega O
futuro chegou São
Paulo: Editora Globo, 2005. Veja a resenha de Lucila
Soares Livro
de Maílson da Nóbrega mostra que o Brasil tem hoje condições privilegiadas de
superar obstáculos ao desenvolvimento (Veja, 23.11.05)
Veja também o livro de Maria
Clara do Prado sobre o Plano Real. Plano
Real: A Real história do Real: uma radiografia da moeda que mudou o Brasil
de Maria Clara R. M. do Prado Rio de Janeiro: Editora RECORD
Veja
também “Inflation
targeting, debt, and the Brazilian experience, 1999 to 2003” coletânea
organizada por Francesco Giavazzi, Ilan Goldfajn e Santiago Herrera. MIT
Press, Cambridge, 2005. Veja a resenha Uvas
e jabuticabas.
Livros meus ou editados por mim
A economia em Machado de Assis
O olhar oblíquo do acionista
Rio de Janeiro, Editora Jorge Zahar, 2007.
(nas livrarias)

Machado
de Assis comentarista econômico? Acionista preocupado com dividendos,
assembléias e estatutos? Discutindo
fusões bancárias, emissões de moeda e desvalorizações cambiais? Dividido entre
as letras de câmbio e as “letras literárias”, entre o deslumbramento e a
melancolia com o surto de progresso que vem com a República? Irritado com os
impostos e com a inflação? Observador ferino da euforia especulativa e da crise
financeira que se seguiu? Como não percebemos que nosso maior escritor tratou de
tudo isso, e o fez de forma inigualável? E que todas essas questões afetavam
diretamente o seu patrimônio?
“O olhar
oblíquo do acionista” é uma coletânea de crônicas de Machado de Assis, 39
dentre as 600 que escreveu, feitas entre 1883 e 1900 e tratando desses temas
econômicos que nunca pensamos que pudessem ser objeto da atenção de nosso maior
escritor.
O livro tem uma edição especial, exclusiva para clientes da Rio Bravo, feita pela editora Reler.

Veja as
resenhas e comentários:
Veja o comentário de Sergio Paulo Rouanet.
Veja a resenha de Jerônimo Teixeira para a Veja (28.11.07)
Pecados do Capital: crônicas de Machado de Assis revelam a
barafunda econômica de sua época - e a
posição sinuosa do autor sobre o tema. Ouça o podcast com a entrevista do organizador feita por Lauro Jardim para o radar On-Line. Veja a nota
de Flavia Oliveira Machado de Assis
e o acionista em O Globo
(11.11.07), e a matéria de Olga de Barros O investidor olha mas não enxerga para
o Valor (06.12.07).
Veja a matéria de Fernando Molica para o Jornal da Globo, em texto (os escritores no poder) ou em video, tratando em conjunto dos livros sobre Fernando Pessoa e Machado de Assis.
A
Economia em Pessoa: verbetes contemporâneos.
Rio de Janeiro: Editora Reler, 2006. (primeira edição)
Trata-se da reedição de escritos pouco conhecidos de
Fernando Pessoa tratando de economia e tópicos de administração de empresas
(incluindo privatização, globalização, marketing, branding, governança corporativa,
desregulamentação, entre outros), a maior parte de 1926, organizados e prefaciados
por mim, e compreendendo uma “entrevista” com o Poeta, feita em 1972, por
João Alves das Neves, presidente do Centro de Estudos Fernando Pessoa.
Veja o comentário
sobre o livro do acadêmico Alberto da Costa e Silva. e o meu artigo para a Revista Wish Report ano 3
n. 14, 2007, O Debate em Pessoa.
Veja as
resenhas e comentários: Veja as
matérias de Luciana Rodrigues Lições de
economia por Pessoa, ele mesmo (Livro reúne textos do poeta português
escritos na década de 20 sobre
temas como privatização e protecionismo) e a entrevista
com o editor (Gustavo Franco) para O Globo 08.01.2007). Veja
a coluna de Merval Pereira O poeta e a economia
para O Globo (08.01.2007). Veja também a matéria de Fernando Dantas (OESP,
07.01.07) As
idéias liberais e atuais de Fernando Pessoa. Veja os artigos O
liberalismo do poeta fingidor e também Pound, Eliot e a economia, ambos
de Oscar Pilagallo, para o Valor (12.01.2007). Veja também O
economista e o poeta, entrevista com Gustavo
Franco para Robinson Borges (Valor, 12.01.2007). Veja a
resenha de Vinicius Mota para a Folha de São Paulo (14.01.2007) Coletânea traz
Fernando Pessoa
como defensor do liberalismo. Veja a matéria de Leandro Loiola O
economista e o poeta para a Revista Época (14.01.07), e a matéria de Leonardo Attuch A
economia em linha reta para a Revista IstoÉ
Dinheiro. Veja o comentário de Roberto Cavalcanti de Albuquerque Fernando Pessoa, economista. Veja a matéria A economia sob o olhar do poeta, para o jornal O Povo, do Ceará, (12.03.07) por Ana Mary Cavalcante.
CRÔNICAS
DA CONVERGÊNCIA: ensaios sobre temas já não tão polêmicos. Prefácio de Miriam Leitão, Rio de Janeiro Editora Topbooks.
Orelha de Guilherme Fiúza e comentários na quartacapa de Fernando Henrique
Cardoso, Edmar Bacha, Arnaldo Jabor, Arminio Fraga e Pedro
Malan. Apoio BM & F.
Veja as resenhas: de
Marcio Aith para a Veja (30.08.06) As razões da
razão, Coletânea de artigos do economista Gustavo Franco, um dos pais do
Real, mostra como o Brasil começou a vencer a indigência do pensamento
econômico; de Leonardo
Attuch para a Isto É Dinheiro (30.08.06) A
convergência de Gustavo Franco, ensaios do ex presidente
do BC revelam que algumas de suas polêmicas estão virando consensos; e de
Robinson Borges para o Valor Econômico (17.08.06) Ex-BC aprimora
seu estilo franco-atirador. Veja também a matéria de Leonardo Trevisan
para a Gazeta Mercantil (23.08.06) Gustavo Franco
lança novo livro com coletânea de artigos; a matéria de Flávia Oliveira para
sua nova coluna em O Globo
(22.08.06) Antologia
de artigos da metralhadora giratória; Veja o sumário
dos debates em Encontros O Globo e Instituto Milenium sobre o livro,
com a participação de Guilherme Fiúza e Fabio Giambiagi e Merval Pereira
(como mediador).
Rui
Barbosa O Papel e a baixa do câmbio, um discurso histórico de
Rui Barbosa, pela Editora
Reler, Rio de Janeiro, 2005

O livro é a reedição de um discurso histórico de Rui Barbosa, de 1891, que nos remete
a um momento decisivo da vida nacional, o da transição do trabalho escravo
para o livre, do Império para a República e da luta entre ortodoxia monetária
- o metalismo - e a heterodoxia - o papelismo. A edição, feita por mim, e
patrocinada pela Rio Bravo
conta ainda com um prefácio de
Gustavo Franco, orelha de Winston Fritsch e quarta capa de José Murilo de
Carvalho. Disponível
para compra na Livraria Cultura. Uma curiosa controvérsia recente sobre
Rui Barbosa. A revista IstoÉ Dinheiro publicou a
matéria Ruy
Barbosa: ave de rapina?, ao mesmo tempo em que a Istoé deu a Rui Barbosa o
título de “Brasileiro do Século”, na categoria “Justiça e Economia”. A
premiação foi criticada por Luis Nassif em O brasileiro do século
(FSP, 30.10.05). O ex-ministro Paulo Brossard saiu em defesa de Rui em Assim é demais
(OESP, 11.11.05), e Nassif respondeu com O financista Rui
Barbosa (FSP, 13.11.05) e também Rui Barbosa e os ecos
do passado (19.11.05). Veja também um curioso comentário de Luis Nassif A revanche do
encilhamento (FSP, 05.12.04) e outro ainda mais estranho ao meu texto
(sobre reforma monetária na passagem para a República) Rui Barbosa e o Plano
Real (28.05.05). Posteriormente, parecendo responder a essas questões, a
Revista Época publicou Edição
especial com a escolha de Ruy Barbosa como o Maior Brasileiro da História,
onde publiquei O
prometeu da economia Época (11.09.06).
O Desafio Brasileiro: ensaios sobre desenvolvimento, globalização e moeda São Paulo: Editora 34, 1999.
Veja
o índice. Veja
também as resenhas, de Mailson da Nóbrega para a Veja, em 26.04.2000, Xô inflação, de
Antônio Barros de Castro para a FSP, em 14.04.2000, com o título Atrevido e Imaginoso
e a matéria de William Salazar,
para a Agência O Globo, em 14 de dezembro de 1999, com o título Franco: valorização do
real foi alavanca para mudar o modelo econômico.
O Plano Real e Outros Ensaios. Editora Francisco
Alves, Rio de
Janeiro, 1995.
Veja as resenhas de Carlos Alberto Sardenberg Chaves que guardam os segredos do Plano Real, para a FSP de 20.09.95, de Márcio
Moreira Alves, Livros políticos, para O Globo de 13.09.95, o
artigo de Ernesto Lozardo Os riscos do Plano Real em OESP 13.09.95, o editorial
intitulado Ensaio real do Correio Brasiliense de 23.07.95
e a matéria Chumbo Trocado, de Maria Helena Passos para a
Revista BOVESPA, edição de Agosto de 1995.
Cursos de Economia (editor) catálogo de listas de leitura de cursos
oferecidos em centros membros da ANPEC
Publicado pela ANPEC, Setembro de
1992. (esgotado)
A
Década Republicana: o Brasil e a economia internacional - 1888/1900 Publicado pelo IPEA-INPES pela
série PNPE nº 24. Rio
de Janeiro, 1991.
Foreign direct investment and
industrial restructuring: issues and trends (co-autor Winston Fritsch)
Development Centre Studies, OECD Development Centre,
OECD, Paris,
1991. Publicado
simultaneamente, e na mesma série, em francês com o título L'Investissement
Étranger Direct au Brésil: son incidence sur la restructuration industrialle.
(esgotado)
Reforma
Monetária e Instabilidade Durante a Transição Republicana Publicada pelo BNDES, Rio de
Janeiro, 1ª edição 1983. 2ª edição, 1987. (esgotado). Veja um curioso
comentário de Luis Nassif A revanche do
encilhamento (FSP, 05.12.04) e outro ainda mais estranho ao meu
texto Rui Barbosa e
o Plano Real. (esgotado)
Livros onde escrevo capítulos ou prefácios
Marcelo de
Paiva Abreu (org.) A Ordem do Progresso: cem anos de política econômica
republicana, 1889-1989 Rio de Janeiro: Campus Editora, 1989.
Capítulo 1 "A Primeira Década
Republicana".
João Paulo Reis Veloso (org.) As Perspectivas
do Brasil e o Novo Governo Rio de Janeiro: Nobel, 1990. Ensaio Estratégia industrial e
investimento direto estrangeiro, escrito em parceria com Winston Fritsch.
Gerald. K.
Helleiner (ed.) Trade Policy, Industrialization and Development: new
perspectives. Oxford:
Clarendon Press, 1992. Ensaio sobre “Foreign Direct investment and patterns
of trade and industrialization in developing countries: notes with reference
to the Brazilian experience" escrito em parceria com Winston Fritsch.
Competition
and Economic Development Committee of Competition Law and
Policy, OECD, 1991. Ensaio "Efficient
Industrialization in a Technologically Dependent Economy: The Current
Brazilian Debate", escrito em parceria com Winston Fritsch.
João Paulo Reis Veloso (org.) O Brasil e a nova
economia mundial Rio de Janeiro: José Olympio Editora,
1991. Ensaio "O
Investimento Direto Estrangeiro em uma Nova Estratégia Industrial",
escrito em parceria com Winston Fritsch.
Maria D'Alva G. Kinzo (ed.) Brazil:
challenges for the 1990s Londres: Institute of Latin
American Studies & British Academic Press, 1993. Ensaio "The
political economy of the Brazilian hyperinflation".
Gerald K.
Helleiner (ed.) Trade policy and industrialization in turbulent times London: Routlege for
the United Nations University-Wider, 1993. Ensaio "Import repression,
productivity slowdown, and manufactured export dynamism: Brazil, 1975-1990",
escrito em parceria com Winston Fritsch.
João Paulo Reis Veloso (ed.) O Brasil e o mundo
no limiar do novo século Rio de Janeiro: Editora José Olympio, 1998. Ensaio ”O Plano Real em perspectiva de
médio prazo”, reproduzido em O Desafio Brasileiro.
Hjalmar Schacht Setenta e seis anos de minha vida
de. Editora 34, 1999. Prefácio “Schacht: aspectos
econômicos”.
Heidrun K. Olinto & Karl E. Schollhammer
(eds.) Novas
epistemologias: desafios para a universidade do futuro Rio de Janeiro: Nau Editora &
Departamento de Letras, PUC-Rio, 1999. Ensaio “Em defesa da
teoria”.
Guido Mantega e José Márcio Rego (orgs.)
Conversas com economistas brasileiros, volume II São Paulo, Editora 34, 1999. Entrevistas com
diversos economistas, entre os quais José Serra, José Alexandre
Scheinkman, Aloisio Mercadante, Gustavo Franco
e outros.
Rosa Fontes & Marcelo Arbex (orgs.) Economia aberta:
ensaios sobre fluxos de capitais, câmbio e exportações Editora da Universidade Federal
de Viçosa, 2000. Ensaio “As reformas e o crescimento da produtividade: uma
nova economia”.
Pablo Matín Aceña e Jaime Reis (eds.) Monetary
standards in the periphery: paper, silver and gold,
1854-1933 Londres: Macmillan Press, 2000. Ensaio Aspects of the Brazilian Experience with the
Gold Standard, escrito em parceria com Winston
Fritsch.
Cid Torquato (org.) E-Dicas: Desvirtualizando a Nova
Economia São Paulo, Usina do Livro, 2002. Ensaio A Nova Economia
chegou para ficar.
José Antonio
Gonzalez, Vistorio Corbo, Anne O Krueger e Aaron Tornaell
(editores) Latin American Macroeconomic reforms: the second stage
University of Chicago Press, 2003. Ensaio Circumstances and Institutions:
Notes on Monetary Policy in Brazil in the Last 14 Years .
Fábio Giambiagi, André Villela, Lavinia
Barros de Castro e Jennifer Hermann (orgs.) Economia Brasileira
Contemporânea, 1945/2004 (Rio de Janeiro, Editora Campus, 2004). Capítulo
Auge e
Declínio do Inflacionismo no Brasil .
Veja a resenha de
Miriam Leitão e o artigo de Fabio Giambiagi Brasil, um olhar
sobre a História (Valor, 23.11.04).
Luciano Benetti Timm (organizador) Direito e
Economia São Paulo: Thomson IOB Editora, 2005. Prefácio Celebrando
a Convergência. Veja o índice.
Rui Barbosa O Papel e a baixa do câmbio Rio de Janeiro,
Editora Reler. Prefácio.
Clóvis Brigagão e Silvério Zebral (coordenadores) O Brasil de Lula:
retrospectiva 2003-2005 e perspectiva para 2006. Número especial da
revista “Política Internacional” (II série, novembro de 2005, n. 29), editada
pelo CIDEC – Centro Interdisciplinar de Estudos Econômicos, em colaboração
com o Centro de Estudos das Américas do Instituto de Humanidades da
Universidade Cândido Mendes. Artigo Investimento direto estrangeiro (IDE) no Brasil
1995-2004: “passivo externo” ou “ativo estratégico” ?.
Antonio Correa de Lacerda (organizador) Crise e oportunidade: o Brasil e o
cenário internacional São Paulo: Lazuli Editora, 2006. Artigo Investimento direto estrangeiro (IDE) no Brasil
1995-2004: “passivo externo” ou “ativo estratégico” ?.
Edmar Lisboa Bacha e Luiz Chrysostomo de Oliveira Filho (editores) Mercado
de capitais e dívida pública: tributação, indexação, alongamento. ANBID,
Contracapa e IEPE-Casa das Garças, Rio de Janeiro, 2006. Ensaio Notas sobre crowding
out, juros altos e LFTs.
Artur Ituassu e Rodrigo de Almeida (organizadores) O Brasil tem jeito?
Coletânea para a Jorge Zahar Editora, Rio de Janeiro,
2006. Ensaio “Entre o horizontalismo e o privilégio – sobre a tensão na
regulação da moeda”. Veja uma resenha Livro
discute dilemas do Brasil às vésperas das eleições presidenciais O Globo,
30.07.2006. Veja também a matéria de Carlos Alexandre
para o Correio Brasiliense Livro
instiga leitor ao voto consciente. Veja a matéria de Fernando Scheller Livro traça "agenda
sofisticada" para problemas do país para o portal Globo, 23.09.06.
Tamás Szmrecsányi e Francisco da Silva Coelho (organizadores) Ensaios de história do pensamento econômico no Brasil contemporâneo Coletânea para a Ordem dos Economistas do Brasil, publicada pela Editora Atlas, São Paulo. Ensaio Economia
na PUC-Rio: notas de uma testemunha. Veja a resenha de autoria
do prof. Rui Granziera, publicada pela revista Estudos Avançados da USP,
n. 62 Pensamento
Econômico: Um balanço necessário.
Sergio Lewin (org.) Idéias e conseqüências Porto Alegre: Editora Sulina, 2007.
Capítulo 1 Uma longa adolescência: fases da história monetária brasileira ; o volume também conta com textos de Roberto da
Matta, Jorge Caldeira, Roberto
Romano, Claudio de Moura Castro, Bolívar
Lamounier e Roberto Fendt. O volume é composto
das falas no seminário onde foi feita a
apresentação PPT Idéias sobre moeda, câmbio, bancos (inclusive o central) e macroeconomia em geral por ocasião do Seminário Idéias e Conseqüências,
promovido pelo Instituto Liberdade, Porto Alegre, 29 de agosto de 2006.
Edmar Bacha e Ilan Goldfajn (orgs.) Como reagir a crise? Políticas econômicas para o Brasil . Editora Imago, Rio de Janeiro, 2009. Veja o texto de minha autoria O desembarque da crise no Brasil: dez idéias.
POLÊMICAS
João Paulo de Almeida Magalhães sobre Multinacionais, globalização e
política industrial. Em Multinacionais: prós e
contras (JB,
12.09.88) JPAM alega que as MNs terão papel menor no desenvolvimento
brasileiro, propõe subsídios para empresas nacionais e desconhece realidades
básicas do mundo globalizado. Foi contestado em Multinacionais: os fatos (JB, 24.09.88, escrito em parceria com Winston Fritsch). JPAM
respondeu com O Papel das
Multinacionais
(JB, 12/9/88) e foi novamente contestado em Política Industrial e
Competitividade (JB, 24.10.88, também com Winston Fritsch).
JPAM responderia, por último, com Ainda as Multinacionais
(JB, 07.11.88). A propósito, não deixe de ver os resultados do Primeiro
(ano base 1995) e do Segundo
(ano base 2000) Censo de capitais estrangeiros no Brasil, e os artigos
mais recentes sobre o tema na seção Política Industrial.
Aloisio Teixeira sobre “equacionamento” da dívida pública interna e o
“caráter financeiro” do déficit público. Em O que se
deve esperar da Social Democracia (JB, 03.07.89) Teixeira propõe um “equacionamento”
da dívida interna, no que foi contestado em O que “não” se
deve esperar da Social Democracia (JB, 03.07.89), por Fabio Giambiagi em Choque fiscal sim (JB, 10.07.89) e também por José
Roberto Rodrigues Afonso Economistas
e crise fiscal (JB,
31.07.1989) Mais adinte, quando idéias sobre “calote” estavam “no ar”,
prestes a serem praticadas, publiquei O
calote de dívida interna (JB, 18.12. 89)
Delfim Netto sobre o uso das reservas internacionais para obras de
manutenção das estradas. A sugestão, feita ao Presidente Itamar Franco, foi criticada em As
reservas e as estradas (FSP, 24.01.93). Delfim respondeu com Reservas (FSP, 27.01.93) e foi
contestado novamente em
As
reservas e as estradas 2 (FSP, 31.01.93). Antes disso a proposta foi criticada por Maria
Victória Werneck e Sandra Polônia Rios em É possível usar
as reservas para crescer? (FSP,
20.01.93). Veja uma
série de artigos de Celso Ming sobre a possibilidade de se
aplicar as reservas internacionais em investimentos domésticos
(OESP, 22-24.02.07).
Itamar Franco sobre controles de preços durante a vigência da URV. Itamar Franco: noção das
coisas (O Globo 30.01.98) foi escrito em
resposta ao artigo do ex-presidente Itamar Franco intitulado As inverdades do dr.
Gustavo Franco (O Globo
24.01.00) a propósito de observações no meu livro “O Plano Real e Outros
Ensaios” sobre controles de preços no início do Plano Real.
Leda Pauliani, José
Carlos de Souza Braga, Luiz Gonzaga Belluzzo,
Aloisio Biondi e a Folha de São Paulo sobre o Mal Estar com a Globalização e
as Reformas no Brasil. Os Parnasianos
Alternativos (FSP,
24.11.96, e posteriormente republicado como Capítulo 7 de O Desafio
Brasileiro) foi escrito em resposta ao artigo da professora Leda Paulani A
Franqueza da Social Democracia (FSP, 10.11.96), a propósito do meu artigo Inserção
externa e desenvolvimento, e também como comentário a O espectro que
ronda o capitalismo
(FSP, 01.09.96). Como tréplica a Os Parnasianos
Alternativos,
Leda Paulani publicou A Fraqueza da Social
Democracia (FSP,
08.12.96), Souza Braga publicou Cosmopolitismo de
araque (FSP,
05.01.97), Luiz Gonzaga
Belluzzo publicou Rastros de ódio (FSP, 01.12.96) e Aloisio Biondi
publicou Muito obrigado, doutor
Gustavo Franco
(FSP, 12.12.96. A Folha de São Paulo, a propósito da polêmica, fez publicar
editorial, em 25.11.96, intitulado Bater sem debater, sobre o qual dirigi carta ao
jornal, que ganhou o título de Debate e foi publicada em 28.11.96. Veja
também algumas cartas de leitores.
Luís Nassif sobre a privatização das empresas de
saneamento.
Nassif, em A Culpa é de FHC
(FSP, 20.10.00) associou indicadores de saúde pública à falta de
investimentos em
saneamento. Argumentei em O Problema do Saneamento
não é Contábil (OESP e JB, 22.10.00) que a preocupação procede mas
não seria resolvida por truques contábeis deixando de definir investimentos
de empresas públicas deste setor como despesa pública. Nassif respondeu em O Saneamento de
Franco (FSP, 24.10.00) e o assunto pareceu convergir em As Estatais Diferentes
das Outras (OESP e
JB,
29.1000), onde se argumenta que a única estatal que verdadeiramente não
depende do Tesouro é a ex-estatal.
Luís Nassif sobre o passivo externo, e impactos cambiais de
investimentos diretos, e o modo como jornalistas e acadêmicos devem dialogar. Em O passivo externo (OESP
e JB, 28.05.00) argumentei que o investimento direto não
deveria propriamente compor o que os tementes da vulnerabilidade externa
chamam de “passivo externo”. Nassif contestou os argumentos em A Retórica do Dedão
Pisado (FSP, 30.05.00). A discussão migrou um pouco para a forma
do diálogo, uma vez que na substância, houve convergência, a julgar por O passivo externo: forma e conteúdo (OESP e JB, 04.06.00) e pela
resposta de Nassif em Academicismo e
Jornalismo (FSP, 07.06.00)
Paulo Aragão, Luiz Alberto Rosman, João Laudo de Camargo,
Maria Isabel Bocater e Arnoldo Wald sobre dispositivo da nova Lei das S/As
limitando o escopo de atuação dos membros de conselhos de administração. Em A nova lei das SAs e o “conselheiro
laranja” (OESP, 30.09.01), escrito em
colaboração com João
Laudo de Camargo, argumentamos que a nova lei “vinculava”
excessivamente Conselheiros a acordos de acionistas em detrimento da boa
governança corporativa. A tese foi contestada por Paulo Cezar Aragão em Conselheiros e acordos de acionistas (OESP 07.10.01) e reafirmada em Conselheiros laranja
por João Laudo de Camargo
e Maria Isabel Bocater e posteriormente comentada em Acionistas e
administração de Luiz Alberto Colonna Rosman
(JB, 30.10.01) e também por Arnoldo Wald em A nova lei das S/As
(FSP, 19.10.01)
Antonino
Marmo Trevisan sobre como os contabilistas não conseguem enxergar o déficit
público. Em Abaixo a repressão fiscal (OESP e JB,
04.04.99) argumentei que os orçamentos para a União, feitos ao amparo da Lei 4.320/64,
não distinguem “receita” de “financiamento” portanto, por construção, nunca
deixam de estar equilibrados e assim transmitem noções equivocadas para a
Sociedade sobre o estado das finanças públicas. Tresivan em Luca
Paciolo e Gustavo Franco (Carta
Capital, 28.05.99) sente-se ferido em seus brios profissionais, bem como o
Dr. José Serafim Abrantes, Presidente do Conselho Federal de Contabilidade,
que me dirigiu, em 16.04.99 Oficio Mal
Humorado. Minha resposta a Trevisan em Trevisan e o déficit
orçamentário (Carta Capital 02.08.99) deixa claro que não estou, nem de longe, agredindo as
partidas dobradas e tampouco o profissional de contabilidade. Trata-se
apenas de deixar claro que, ao obedecer as partidas
dobradas as finanças públicas não estão salvas. Veja também, nesta linha, a minha resposta ao
ofício mal humorado do Dr. Abrantes, de 11.05.99, e um comentário
de um leitor (de 23.06.99) da Carta Capital . Trevisan, em sua
tréplica, Gustavo Franco e a
dívida mobiliária (Carta
Capital, 09.06.96), reluta em concordar com o que proponho, conforme procuro
argumentar em Trevisan
Neoliberal (Carta Capital, 23.06.96), e atestado pela sua lacônica
resposta. Interessante que Trevisan voltaria ao tema três anos
depois num editorial da Revista de sua própria empresa (Revista Trevisan, n.
163/2002) em Contadores e
auditores na guilhotina, alegando que eu havia acusado os
contabilistas de serem os responsáveis pela inflação no Brasil. Mandei uma carta
pessoal ao Dr. Trevisan em 08.04.02 em protesto e obtive a resposta do Dr. Trevisan, via e-mail em 12.04.02”.
João Sayad sobre definições de déficit público e o
modo como a inflação o afeta: causa ou
conseqüência? Sayad argumenta em Uma encíclica papal
sobre a vitamina C (FSP, 24.10.1993) que o déficit fiscal é
produzido em boa medida pela própria inflação. Em Ajuste
fiscal: Alemanha anos 20, Brasil anos 90 (originalmente em
FSP, 31.10.1993, e também como capítulo 10 de O Plano Real e Outros Ensaios)
procura-se mostrar que isto era uma tese crucial para as hiperinflações
européias dos anos 1920 (como se mostra em mais detalhe em Reformas
Fiscais e os Fins de Quatro Hiperinflações) mas que para o
Brasil o efeito Tanzi era mitigado pela ampla indexação do sistema
tributário e que era na despesa onde a inflação tinha mais influência sobre
o déficit público no Brasil.
Dorothéa
Werneck, Antonio Barros de Castro e O Estado de São Paulo sobre o novo Conselho de Desenvolvimento Econômico e
Social visto à luz da experiência passada das câmaras setoriais (CSs) e de “pactos sociais”. Em O Camarão Setorial do Desenvolvimento
(OESP, 09.02.03) critiquei a iniciativa do novo governo em montar um
conselho de representantes da sociedade civil
arbitrariamente escolhidos para fazer disso um “ator” no jogo
político em contraposição ao Congresso Nacional. Argumentei que este novo
conselho tinha todos os defeitos das antigas CSs, daí designá-lo como o “Camarão”,
tomando emprestada a expressão de Francisco de Oliveira. Em 12.03.03 O
Estadão publica Editorial intitulado O que se espera do
Conselho, levantando dúvidas semelhantes.
A ex-ministra Dorothéa Werneck (OESP, 16.02.03) responde meu artigo com CSs: um exercício de
Democracia, que mereceu réplica em CSs: vamos esquecer este
assunto (OESP, 23.02.03). O professor
Antonio Barros de Castro (FSP, 26.02.03), num artigo cheio de adjetivos, CSs, o Debate, parece propenso a diminuir a importância da
abertura para o crescimento da produtividade no Brasil nos anos 1990. Veja
também o lúcido artigo de Gesner de Oliveira Dois equívocos sobre
as câmaras setoriais (FSP, 09.08.03).
Tempos depois, veja uma avaliação de Maílson da Nóbrega Cadê o CDES
(OESP, 07.08.05) do que fez o CDES em seus primeiros dois anos de vida. Mais
sobre a experiência do CDES na matéria de Juoiana Duailibi Revolta no
Conselhão (Veja, 17.05.06)
Paul
Singer, Aloisio Mercadante, Miguel
Jorge e Alencar Burti, sobre os primeiros anos das câmaras
setoriais (CSs) e em especial sobre os dois acordos na CS da indústria
automobilística. Criadas em 1989 com vistas à política industrial, em
1991 as CSs foram reinventadas para “administrar” o descongelamento de
preços seguindo-se ao Plano Collor 2, o que foi celebrado por Paul Singer
(FSP, 27.04.91) CSs
– pouco demais, tarde demais, em vista do
que viria a seguir. O primeiro acordo CS automotiva, de março de 1992, é
descrito na matéria de Claudia Safatle para a GM (27.03.92) Grande Acordo Setorial
para Conter Preços, e celebrado como
extraordinária descoberta por Aloisio Mercadante (FSP, 30.03.92) em Inflação, CSs e o Caminho. O acordo foi renovado em junho merecendo ruidosa
propaganda de representantes da indústria, como o doutor Alencar Burti (FSP,
08.06.92) CS: o
Caminho da Modernidade, e como o
jornalista Miguel Jorge,
então Vice Presidente de Assuntos Corporativos da Autolatina, em Renovação do Acordo da
Indústria Automobilística (GM, 04.07.92) e
Quem Ganha com o
Acordo das Montadoras (FSP, 06.07.92).
Questionando essas avaliações escrevi Maravilhas do Acordo
Automotivo (FSP, 14.07.92) destacando os
custos fiscais e favores regulatórios, temas que ainda não estavam maduros
naqueles dias. Luís Nassif (FSP, 29.10.92) em O Espaço das CSs
especulava sobre a importância do instrumento para a política industrial e
Aloisio Mercadante (FSP, 12.12.92) em Negociar, Distribuir e
Crescer já falava em “controle social da inflação” como
alternativa ao neoliberalismo. A movimentação para o segundo acordo, de
fevereiro de 1993, pode ser vista em Os Desafios da
Reativação Econômica (FSP, 09.02.93), por Miguel Jorge, e em CS e Apartheid Social
(FSP, 21.02.93) por Aloisio Mercadante. A propósito deste acordo escrevi O Novo Acordo
(FSP, 21.02.93), que mereceu uma resposta direta de Miguel Jorge (FSP,
06.03.93) em Quem Ganha com o
Acordo. Como réplica publiquei Quanto Custou o Acordo
Automotivo (FSP, 18.03.93) estimando a renúncia fiscal
envolvida em algo como US$ 1,4 bilhão. A tréplica de Miguel Jorge veio em Só Não Vê Quem Não
Quer (FSP, 15.04.93) e a minha resposta, logo em seguida (FSP
22.04.93), em A Lavagem de um
Subsídio. Miguel
Jorge ainda publicaria (FSP, 09.05.94) Uma Estranha
Obsessão, retirando-se da controvérsia em um momento onde
Fernando Henrique Cardoso assumia o Ministério da Fazenda e este que
vos fala a Secretaria de Política Econômica, na posição de Adjunto.
Aloisio
Mercadante, Guido Mantega, Francisco de Oliveira, Lucia Helena Salgado,
Patricia Anderson, Glauco Arbix, Vicentinho, Heguiberto de la Navarra, Antonio Maciel sobre as
câmaras setoriais como instrumentos de “controle social dos preços” e de
políticas de rendas no contexto de programas de estabilização, inclusive para
o Plano Real. Aloisio Mercadante e
Guido Mantega, em Uma
Proposta Inconsistente
(09.04.93) usaram a expressão “controle social da
inflação” para descrever “uma ampla
negociação de preços, salários, tarifas,
taxas de câmbio, e taxas de juros”, o que também chamariam de “política de rendas” em De Haddad a Eliseu
(FSP, 05.05.93). Alencar Burti já parecia lamentar o ocaso das CSs em CS
– Segunda fase (FSP, 29.06.93), e o sociólogo Francisco de Oliveira
escreveu dois textos notáveis sobre as CSs. No primeiro Carta Aberta a Hereges e
Cristãos Novos
(FSP, 04.07.93)
reconhecia o que até então parecia tabu, ou seja, que as CSs estavam sim
eivadas de corporativismo, porém “assentado em entidades representativas
reais, e num Estado real, costurado na transparência da competição entre as
partes”. Mais que isso, pensando num conjunto de CSs trabalhando em paralelo
usou pela primeira vez a expressão “Camarão”, papel que entende caber ao
Estado, e que transcende a multiplicação das CSs, ou sua “suma dialética”. O
segundo texto é uma Carta Aberta ao Ministro Fernando Henrique
Cardoso (FSP, 06.06.93) defendendo o lugar das CSs em
contraposição ao dos “pacoteiros do passado”. Esta defesa foi refeita de
forma a confrontar diretamente argumentos meus por Vicente Paulo da Silva
(Vicentinho) e Heiguiberto Della Bella Navarro (Guiba) em Lula, FHC e o futuro da CS (FSP,
28.08.94). E foi feita também por Antonio Maciel Neto, em FHC e as CSs (FSP,
19.09.94), que acreditava que as CSs avançariam no governo FHC por iniciativa
do senador José Eduardo de Andrade Vieira e a
despeito da resistência de “alguns poucos acadêmicos, membros da equipe atual”.
Mesmo com o bom começo do Plano Real, Paul Singer e Aloisio Mercadante & Guido
Mantega insistiam com a tese do “controle social dos preços”, respectivamente
em O Quão Real é o Plano Real (FSP, 31.08.94) e Os Dilemas do Real (FSP,
26.03.94). A esta altura, todavia, as CSs já estavam feridas de morte por
perda de objeto, uma vez que tanto o controle de preços como a política
industrial “ativa” estavam caindo em desuso. Nessa
linha vale olhar o editorial do Estadão (de 17.05.94), A Dupla Face dos Acordos Setoriais,
e também o artigo de Lucia Helena Salgado (FSP, 29.08.93), posteriormente
conselheira do CADE, As CSs e a Política de
Concorrência. É importante que o leitor interessado tenha
acesso a estudos de maior fôlego sobre o tema, como o da própria Lucia
Helena Salgado para o IPEA (Política de concorrência e estratégias
empresariais: um estudo da indústria automobilística, publicado em
Perspectivas da Economia Brasileira – 1994, Rio de Janeiro, IPEA, 1993),
o da pesquisadora Patricia Anderson CSs: Histórico e Acordos Firmados – 1991/95
Texto para Discussão IPEA n. 667 (setembro de 1999) e também o equilibrado
relato de Glauco Arbix Uma Aposta no Futuro: os primeiros anos da câmara
setorial da indústria automobilística (Editora Scritta, São Paulo, 1996).
Veja a resenha, intitulada Um Novo Começo, por Cibele
Saliba Rezek (FSP, 12.07.97). Como uma reflexão
conceitual sobre o tema escrevi Um Teorema Sobre Pactos Sociais no Brasil,
publicado como o capítulo 14 de meu livro O Plano Real e Outros Ensaios.
O CMN (Conselho Monetário Nacional), Sobre a (má)
idéia de ampliar o número de membros do Conselho Monetário Nacional: Veja os artigos recentes de José Antônio Moroni CMN: economia ou democracia (FSP, 29.06.2005) e Sérgio Werlang O Conselho Monetário Nacional não deve ser
ampliado (Valor, 13.06.05) e
também um novo editorial da Folha de São Paulo Ampliar o CMN (FSP, 12.05.05). Veja também os artigos de Maílson
da Nóbrega Sarna para se coçar (OESP, 05.06.05 ) e os
artigos de Sergio Werlang (FSP, 28.05.05) Órgão técnico, decisões ponderadas, contrário ao aumento do números de conselheiros e,
na direção oposta, o de Luiz Marinho Democratização responsável (FSP,
28.05.05). Veja também, de grande interesse antropológico, o artigo do
presidente da FIESP, Paulo Skaf Legítima Participação (FSP, 22.05.05). Veja também os artigos de Gustavo
Loyola Conselho Monetário não é o
Congresso (OESP, 26.09.04),
Maílson da Nóbrega O Conselho Monetário deve ser extinto (OESP, 10.10.04) e de Jairo Saddi Um novo Conselho para garantir a
autonomia do BC (Valor Econômico, 21.10.04). Todos na mesma direção. Dois editoriais sobre o
assunto, um a favor da ampliação do CMN – Mudar o CMN e o BC (FSP, 19.09.04) outro contrário, A “democratização” do CMN? OESP (30.09.04). Veja um histórico do problema. Veja também o meu artigo Uma longa história (Veja, 27.10.04).
Sobre a relação nada óbvia entre a taxa de
câmbio e as exportações, e em particular sobre a relação entre taxa de
câmbio e termos de troca.
Um câmbio de esquerda
(Veja, 24.11.04). A propósito da relação entre câmbio e
exportações, vale rever o texto O que aconteceu com as
exportações em 1999? (OESP & JB, 05.12.99), que mereceu, na ocasião, um
comentário de Alexandre
Schwartsman O que
aconteceu com Gustavo Franco em 99? , distribuído informalmente entre
seus clientes. Em reposta, produzi um comentário recente: O que
aconteceu com as exportações desde então? O leitor interessado
especificamente na relação entre preços de exportações e taxa de câmbio de
consultar a edição
de outubro de 2004 do Boletim Funcex de Comércio Exterior. Veja a matéria
de Flavia Oliveira Real
fraco significa salário baixo, diz Gustavo Franco (O Globo, 26.11.04).
Veja também o artigo de Maria Clara do Prado Bons ventos afetam o câmbio (Valor, 25.22.04). Ainda sobre o mesmo tema veja
duas colunas escritas por Merval Pereira O Mesmo Projeto (O Globo, 03.12.04) e Como Crescer ? (O Globo, 04.12.04). Veja também : A inconsistência do debate (Valor Econômico, 13.10.05) de Maria Clara R. M. do Prado e O Paradoxo
Cambial e as Exportações Brasileiras de Roberto Giannetti da Fonseca.
Veja também a matéria de Raquel Landim e Raquel Salgado Indústria
eleva preço em dólar e segura em real (Valor Econômico 22.05.06).
Sobre a
idéia patética da FIESP de promover uma desvalorização cambial através de uma
desregulamentação radical da legislação cambial.
Em fins de 2005, a FIESP e a FUNCEX
apresentaram um projeto de lei cambial destinado a promover uma espécie de
choque liberal na legislação brasileira, revogando a maior parte da
legislação em vigor. O Projeto
de Lei Cambial da FIESP (PLCF) foi recebido com
reservas, conforme se percebe em Luís
Nassif (Uma lei cambial antiindustrial", (FSP, 10.2.2006)) e em editorial
do jornal Valor Econômico, de 13.02.2006 ("Os riscos de uma reforma
apressada da lei cambial"). Roberto
Giannetti da Fonseca saiu em sua defesa do PLCF com O
câmbio em debate (FSP, 20.
02.2006). Uma vez citado, e de maneira deselegante, e tendo em vista o (ou
a falte de) mérito do PLCF, respondi com O
falso debate sobre o câmbio (FSP,
23.02.2006). Posteriormente, o governo passou lei alterando as normas para
a chamada “ cobertura cambial”, liberalizando em princípio, mas impondo
tantas regras, notadamente tributárias, que os efeitos parecem ter sido
perto de nulos.
Sobre a real eficácia das restrições a entradas de
capitais de curto prazo (através de prazos mínimos e IOFs) no período
1993-98.
Bernardo Carvalho & Marcio Garcia
apresentaram Ineffective
controls on capital inflows under sophisticated financial markets: Brazil in
the nineties no seminário de dezembro de 2005 da IASE – InterAmerican
Seminar of Economics. Escrevi o comentário Capital
inflows into Brazil, 1992-98: the nature and effects of controls and
restrictions contestando a alegação de completa ineficácia, assim como
a relevância dos “exemplos” de operações para “driblar” a
regulamentação. Ambos são textos para discussão do Departamento de
Economia da PUC-Rio, de números 516 e 517 respectivamente.
Ambos deverão ser publicados pela University of Chicago Press, atuando com
o NBER, no volume "Financial
Markets Volatility and Performance in Emerging Markets", editado por
Sebastian Edwards e Márcio G. P. Garcia, baseado na conferência do IASE
(Inter American Seminar in Economics – PUC/NBER) realizada no Rio de
Janeiro em Dezembro de 2005. Sobre a atualidade do tema ver Não há
capitais a controlar (OESP, 22.10.06) de Celso
Ming. Veja também Pensamentos cambiantes (Época, 17.07.07). Veja o artigo citado, de Marcio Garcia, Controles de capital não funcionam (Valor, 06.0.7.07).
Sobre o problema da valorização cambial. É uma escolha ou uma inevitabilidade?
Em Dois episódios
de valorização cambial, uma comparação, para a Conujntura Econômica vo.
60, n. 12, de junho de 2006, argumenta-se que
valorização cambial não é propriamente uma escolha, e que o governo Lula
parece fazer o mesmo que combatia. Em razão da valorização da taxa de câmbio ocorrida
desde o final de 2002 até hoje (abril de 2006), o câmbio real caiu bem abaixo
de onde estava quando o BC saiu do regime de bandas para o regime de
flutuação em janeiro de 1999. Algumas análises sobre o novo episódio de “moeda
forte” trazem novas perspectivas para o episódio anterior. A propósito de comparações estapafúrdias
entre o governo FHC e o de Lula, ver texto imperdível de Marcelo de Paiva
Abreu Lula
e o barão de Munchausen (OESP, 08.05.2006). Ver Dois episódios de valorização cambial de Antônio Barros de Castro e Francisco Eduardo Pires de Souza (FSP,
29.03.06). Sobre “Dutch Disease”, ver Câmbio,
reservas e "doença holandesa” de Affonso Celso Pastore e Maria
Cristina Pinotti (Valor Econômico, 30.01.06) e também Ainda a "Dutch Disease" de Luiz Carlos Mendonça de Barros (FSP, 07.04.06). Veja a
Carta do IBRE, da revista Conjuntura Econômica (novembro de 2006), Câmbio “valorizado”: uma nova realidade.
Duas visões críticas sobre a tese segundo a qual a abundância cambial
deve ser combatida com o crescimento das importações: Opções
para a sangria de dólares de Luiz Carlos Mendonça de Barros (FSP,
25.08.06) e Julio Gomes de Almeida Uma reforma inoportuna (FSP, 08.03.06). Veja-se também, de Dionísio Dias Carneiro Como conter a apreciação (OESP,
04.08.06). Veja o artigo de Benedicto F. Moreira para o Valor Por que exportadores pedem a desvalorização
cambial. Veja o artigo de Mailson da Nóbrega
Por uma nova abertura unilateral (OESP, 20.08.06) e também Uma idéia do além: Imposto de
Exportação (OESP, 18.03.07). Ver também, de Claudio Haddad Na contramão do progresso (Valor, 29.03.07) e de Monica B. de
Bolle Taxa de
câmbio real é instrumento de política econômica? (Valor Econômico, 28.03. 07) . Veja
também A real pressão sobre o Real (Valor 08.02.07) de Ilan Goldfajn, e de Márcio
G. P. Garcia Juros e câmbio em queda (Valor 12.04.07). Ver também O real cada vez mais forte Giuliano Guandalin (Veja, 18.04.07). Veja ainda O Real forte: Quatro hipóteses e uma má notícia
(Época, 24.04.07). Sobre o assunto (em particular o problema de
a valorização cambial levar ao protecionismo) veja, de
Alexandre Schwartsman, Nostalgia e tiro no pé (FSP, 18.04.07).
Sobre o FSB - Fundo Soberano do Brasil.
O Ministro Guido Mantega anunciou uma coisa, depois voltou atrás, e tenta uma saída honrosa. Em O cofrinho do ministro artigo de estréia para a coluna regular,
no sábado, para a Folha de São Paulo, em 17.05.08, argumentei que o
assunto era mais uma má idéia do ministro: o
FSB - Fundo soberano do Brasil (veja a apresentação oficial). Veja também os artigos de Marcio Garcia O cofrinho e a cadeira (Valor, 06.06.08), Paulo Rabelo de Castro Salvando o cofrinho do Mantega (FSP, 04.06.08) e de três professores da Unicamp (Maria Cristina P. de Freitas, Geraldo Biasoto
Júnior e Daniela M. Prates, Fundo
soberano made in Brazil, Valor, 06.06.08). Veja também o artigo de Miriam Leitão O destino do cofre (O Globo, 17.05.08) e o de Yoshiaki Nakano Fundo Soberano Brasil (FSP, 18.05.08), de Afonso Pastore Dois erros de política econômica, e de Vinicius Torres Freire, com a defesa do ministro Mantega defende seu fundo (FSP, 18.05.08). Ver também o Cofrinho e poupança de Ilan Goldfajn (OESP, 25.05.08) e o pronunciamento do Senado Fransico Dornelles sobre o assunto em 20.05.08 no Senado. Para uma discussão mais genérica ver
As novas crias do capitalismo (Época,
28.01.08). Veja, sobre o assunto, a
matéria de capa em The Economist (07.01.08) The invasion of the sovereign-wealth funds, e também a matéria Asset-backed insecurity. Veja o paper de
Joshua Aizenman Reuven Glick Sovereign Wealth Funds:
Stumbling Blocks or Stepping Stones to Financial Globalization? FRBSF (Federal
Reserve Board of San Francisco)
Economic Letter 38/2007, 14.12.2007.
Mesmo antes do anúncio do ministro em 13.05.08, diversos
economistas escreveram sobre a inconveniência de o Brasil criar o
seu FRS: Claudio Haddad, Marcio Garcia, Maria Cristina Pinotti, Mailson da Nóbrega, Gustavo Loyola, Alexandre Schwartsman e Celso Ming. Veja o relatório de pesquisa da Goldman Sachs (Global
Economics Weekly 07/38, 07.11.2007) Sovereign Wealth Funds Highlight the
Changing World—and the Need for More.
INSERÇÃO EXTERNA e DESENVOLVIMENTO
Inserção externa e
desenvolvimento Originalmente
distribuído em 16.06.1996, posteriormente publicado em Revista de Economia Política
18 (3) julho-setembro de 1998 e como capítulo 1 em O Desafio Brasileiro:
ensaios sobre desenvolvimento, moeda e globalização São Paulo: Editora
34, 1999.
Inserção externa e desenvolvimento: o consenso envergonhado Publicado no número inaugural da revista Interesse Nacional, Ano I, Número 1, abril-junho de 2008.
Comentários sobre o
texto
Debate na
Revista Carta Capital (matéria de capa) de 27.11.96 envolvendo Eduardo
Gianetti da Fonseca, Luiz
Gonzaga Belluzzo e Paulo Rabello de Castro
A abertura econômica
do Brasil de hoje
por ALOISIO ARAUJO (O Globo 06.10.96)
Margaret Thatcher, versão
Gustavo Franco por
ÁLVARO ANTÔNIO ZINI Jr (FSP, 26.09.96)
Duas leituras
por
ANDRÉ LARA RESENDE (FSP, 17.09. 96)
Cozinheiro do Real por
ANTENOR
NASCIMENTO NETO (Veja, 18.09.96)
FHC, Marx e Franco
por
CELSO
PINTO (FSP, 15.09. 96)
Franco elabora saída “três-em-um” por ELEONORA de LUCENA (FSP, 22.09.96)
O manifesto de Gustavo
Franco por
ELIO
GASPERI (OESP, 11.09.96)
Planos e gênios por
JOÃO SAYAD
(FSP, 07.10.96)
Três em um por
JOÃO SAYAD
(FSP, 30.09.96)
Três visões do
desenvolvimento
por
JOSÉ ELI
da VEIGA (OESP, 14.10.96)
Franco propõe
ampliar abertura para crescer por
JOSÉ ROBERTO CAMPOS (OESP, 10-09-96)
A pasta de Gustavo
Franco por
LUÍS
NASSIF (FSP, 13.09. 96)
Prosperidade através da
competição por
PAULO GUEDES (O Globo 06.10.96)
A abertura não tem
dono nem é de 1990
por MAILSON da NÓBREGA (FSP, 27.09.96)
Decodificando o dr.
Gustavo Franco por
MARIO CESAR FLORES (Gazeta Mercantil, 18.11.96)
Novo modelo por
MÍRIAM LEITÃO (O Globo, 11.09.96)
A aposta certa no Real por
OCTÁVIO de BARROS (O Globo 06.10.96)
Contradições
antagônicas por
OLIVEIROS FERREIRA (OESP, 15.09.96)
O modelo econômico de Gustavo Franco por
RIBAMAR OLIVEIRA (OESP, 13.09.96)
O mistério do desenvolvimento por
ROBERTO CAMPOS (FSP, 15.09. 96).
PESSOAS, IDÉIAS e RESENHAS
Mário Henrique Simonsen (Para caderno especial em homenagem ao professor Simonsen, naquela
altura hospitalizado em estado grave, falecendo poucas semanas depois, Jornal do Brasil)
Frenólogos (sobre Rudiger Donrbush, FSP, 04.10.96)
"O que é isso,
companheiro ? (sobre Tony Blair e Mangabeira
Unger, JB, 18.05.97)
"Schacht aspectos
econômicos Prefácio a Hjalmar Schacht: Setenta e seis anos de
minha vida: a autobiografia do mago da economia alemã da República de Weimar
ao III Reich São Paulo
Editora 34, 1999.
Quanta fantasia ! Resenha do livro Uma nova recessão? O
que deu errado. Como entender a crise da economia mundial de Paul Krugman (18.04.99)
A presença de Mario
Covas (OESP e JB,
14.03.00). Veja outros artigos sobre ele no site da Fundação
Mario Covas. Veja também o Depoimento
ao CPDOC da FGV sobre Mario Covas, Novembro de 2002.
Aula de bom senso (resenha do livro O Brasil em transformação de Mailson da
Nóbrega (Editora Gente, São Paulo) publicada em VEJA, 26.04.00)
Roberto Campos e o mito do
“neoliberalismo”
(OESP, 14.10.01)
Keynes e o Afeganistão (VEJA, 26.09.01)
O exemplo do Plano
Marshall (VEJA,
10.10.01)
Chega ao fim a
hegemonia da PUC (matéria no jornal Valor de
20.03.02 por Ribamar Oliveira). Sobre este mesmo assunto, porém sob um ângulo
bem diverso, vale olhar a matéria Mestres
do primeiro escalão (Medalhões da era FHC dão
aulas concorridas na PUC), publicada na Veja Rio, 22.10.03, por Fabio Brisolla. Veja a matéria
na revista Época PUC
no Poder. Veja Economia
na PUC-Rio: notas de uma testemunha texto preparado para a coletânea Pensamento
Econômico no Brasil contemporâneo, editada pela Ordem dos Economistas do
Brasil, a ser publicado pela Editora Atlas.
GUILHERME
ARINOS. Em 19.06.2005 Luis Nassif publicou O
Último Guerreiro de Vargas (FSP, 19.06.05) sobre Guilherme Arinos, meu
pai. No domingo seguinte, Nassif publicou A
Madura Idade (26.06.05) transcrevendo uma carta minha, dirigida a ele, a
propósito do primeiro artigo. Vale olhar o artigo de Guilerme Fiuza, em seu blog, em 03.04.07, a propósito da transdente vitória do Botafogo sobre o Vasco ocorrida em 01.04.07 por 2x0, o tombo épico dos espertos. A propósito veja a crônica de Roberto Da Matta O Milésimo Gol (O Globo, 16.04.07) e também O inesperado do esperado (O Globo, 26.04.07).
Novo
livro sobre o Plano
Real: A Real história do Real: uma radiografia da moeda que mudou o Brasil de
Maria Clara R. M. do Prado Rio de Janeiro: Editora Record. Extenso e bem
documentado, o livro traz um ponto de vista pessoal sobre o processo. Veja o
artigo de Rubens Ricupero a respeito do livro Em paz com a minha guerra (FSP, 04.09.05).
Uvas
e jabuticabas. Resenha de “Inflation targeting,
debt, and the Brazilian experience, 1999 to 2003” coletânea organizada por
Francesco Giavazzi, Ilan Goldfajn e Santiago Herrera. MIT Press, Cambridge,
2005. Publicada pela Conjuntura Econômica vol. 60, n. 11, novembro de 2006.
Uma
curiosa controvérsia recente sobre Rui Barbosa. A revista IstoÉ
Dinheiro publicou a matéria Ruy Barbosa:
ave de rapina?, ao mesmo tempo em que a Istoé deu a Rui Barbosa o
título de “Brasileiro do Século”, na categoria “Justiça e Economia”. A
premiação foi criticada por Luis Nassif em O brasileiro do século
(FSP, 30.10.05). O ex-ministro Paulo Brossard saiu em defesa de Rui em Assim é demais
(OESP, 11.11.05), e Nassif respondeu com O financista Rui
Barbosa (FSP, 13.11.05). Veja também um curioso comentário de Luis Nassif
A revanche do
encilhamento (FSP, 05.12.04) e outro ainda mais estranho ao meu texto
(sobre reforma monetária na passagem para a República) Rui Barbosa e o Plano
Real. A arenga continua depois que a revista Época, através de um painel
de especialistas, escolhe Rui Barbosa O maior brasileiro da História. Veja O
prometeu da economia Época (11.09.06) Edição
especial com a escolha de Ruy Barbosa como o Maior Brasileiro da História.
O
charlatanismo em aulas de economia (Época, 15.01.07). Sobre tema
correlato – palavreado altissonante e vazio – ver Literatura e economia
(Veja, 03.11.99). Sobre a velha, quem sabe imaginária, controvérsia entre
ortodoxos e heterodoxos, veja José Alexandre
Scheinkman A
ortodoxia dos heterodoxos (FSP, 11.02.07)
Vale olhar o artigo de Guilherme Fiuza o tombo épico dos espertos, em seu blog,
03.04.07, a propósito da transcendete vitória do Botafogo
sobre o Vasco em 01.04.07, por 2x0, e em seguida do empate por 4x4, com
vitória do alvio-negro nos pênaltis, e sem gol mil. A
propósito veja a crônica de Roberto Da Matta O Milésimo Gol (O Globo, 16.04.07) e também O inesperado do esperado (O Globo, 26.04.07).
MILTON FRIEDMAN. A propósito do falecimento recente de Milton
Friedman, veja Friedman,
monetarismo e desenvolvimento Dionísio Dias Carneiro (OESP, 23.11.06) e
também Milton Friedman meets Bob Fields, O reencontro de dois grandes
economistas de Paulo Roberto de Almeida. Veja o maravilhoso texto de Paul
Krugman Who
was Milton Friedman? para a New York Review of Books vol 54(2)
February 15th, 2007.
Economia
na PUC-Rio: notas de uma testemunha Texto preparado para a coletânea Pensamento
Econômico no Brasil contemporâneo, editada pela Ordem dos Economistas do
Brasil, publicado pela Editora Atlas. Veja a resenha do livro, de autoria
do prof. Rui Granziera, publicada pela revista Estudos Avançados da USP,
n. 62 Pensamento
Econômico: Um balanço necessário.
Keynes é nosso, não deles (FSP, 01.11.08). Sobre a atualidade de Keynes ver a introdução que Paul Krugman fez para a Teoria Geral em 2006.
MATERIAL DIDÁTICO
Programa do curso Seminário em Política Econômica (1999.1) PUC-Rio, e Provas
Programa do
curso Eco 1666, (Departamento de Economia – PUC-RIO, 2004.1) “O sistema
monetário brasileiro: aspectos institucionais e jurídicos”. (atualizado, 18.06.2004). Veja a primeira prova,
e a segunda e última prova.
Programa do curso Eco 1666, (Departamento de
Economia – PUC-RIO, 2004.2) “O sistema monetário brasileiro: aspectos
institucionais e jurídicos”. (atualizado, 29.10.2004). Veja a primeira
prova do curso oferecido em 2004.2, e a PROVA FINAL, a ser entregue em
11.12.04.
Programa
do curso Eco 1673 (Departamento de Economia – PUC-RIO, 2006.1) “O sistema
monetário brasileiro: aspectos institucionais e jurídicos”. (atualizado, 30.06.2006). Veja a primeira
prova e a prova
final.
Programa
do curso Eco 1673 (Departamento de Economia – PUC-RIO, 2008.1) “O sistema
monetário brasileiro: aspectos institucionais e jurídicos”.
(atualizado)
VEJA A PRIMEIRA PROVA.
VEJA A PROVA FINAL.
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NOVIDADES
Plano Real: 15 anos em perspectiva (VALOR,
03.07.09, suplemento de fim de semana). Sobre 15 anos do Real ver também O Plano Real a reconquista do futuro,
01.07.2009, que também traz o noticiário sobre a
solenidade comemorativa em sessão solene no Senado Federal. Veja a matéria na VEJA (08.07.09), Os Pais do Real,
com depoimentos de FHC, Pedro Malan, Edmar Bacha, Persio Arida, Arminio
Fraga e Gustavo Franco. Veja também a matéria para o
portal UOL Real completa 15 anos; conheça seis visões sobre o plano com depoimentos de Delfim Netto, Arminio Fraga, Gustavo Franco, Glauco Arbix e Julio Gomes de Almeida e Mailson da Nobrega.
Plano Real, 15 (FSP, 01.03.09). (sobre 15 anos da URV)
Afogando em letras (FSP,
05.04.09). Veja o abecedário da crise, feito por diversos
autores, incluido Manuela Carneiro da Cunha, Ronaldo Vainfas e Luiz
Gonzaga Belluzo
O homem que roubou Portugal

“Essa é uma história real, uma minuciosa e cativante
reportagem escrita por um especialista.” do prefácio de Gustavo
Franco
SINOPSE: Em 1924, Artur Virgilio Alves Reis, um comerciante português falido,
trama sozinho o maior golpe financeiro de todos os tempos. Em dois anos se
tornaria o homem mais rico e poderoso de seu país. O que parecia um plano com
pouca eficácia de um homem com muita imaginação, acabou causando problemas
macroeconômicos. Desde o grande terremoto de 1755, Portugal não sofria abalo
econômico tão profundo. O autor narra, com ares de romance policial, desde o
momento da elaboração do golpe até o julgamento dos réus, em 1930. Nas
audiências finais, Alves Reis contou ainda com uma presença ilustre entre os
ouvintes da platéia: o poeta Fernando
Pessoa, curioso em assistir a sua defesa. Traz, em anexo, a transcrição das anotações de
Fernando Pessoa no último dia do
julgamento.
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ARTIGOS PARA A FOLHA
- minhas desculpas aos leitores e amigos, mas interrompi os artigos
regulares de sábado. Nada que ver com a crise, apenas a
dificuldade de adaptar-se à rotina de escrever semanalmente, e a
vontade de escrever coisas de maior fôlego. O artigo de 1 de
novembro de 2008 foi o último. A idéia é
escrever em bases ocasionais.
Keynes é nosso, não deles (FSP, 01.11.08). Sobre a atualidade de Keynes ver a introdução que Paul Krugman fez para a Teoria Geral em 2006.
Responsabilidade limitada (FSP, 18.10.08).
O Brasil e a crise (FSP, 11.10.08).
O subprime brasileiro (FSP, 27.09.08).
A crise (não) bancária (FSP, 20.09.08). Ouça um podcast sobre a crise, e suas analogias com a crise bancária brasileira de 1994-97.
MACROECONOMIA: temas da atualidade, o
governo Lula
Expectativas de inflação
(Veja, 04.12.02)
Eu quero acreditar
(OESP 22.12.02)
Nada sério por enquanto
(OESP, 12.01.03)
O império das
circunstâncias (OESP 09.03.03)
Vivendo perigosamente
(Veja, 05.03.03)
Santa Incoerência
(Veja, 16.04.03)
Matemática e
neoliberalismo (Veja, 30.04.03). A propósito veja o belo artigo de Helio
Gurovitz Quem
tem medo de matemática? Exame Capital Digital (04.10.01).
A métrica do sucesso
(OESP, 04.05.03)
Existem
escolas de pensamento? (OESP, 18.05.03). A este respeito, e tratando de
assuntos práticos, veja o belo artigo de Edward Amadeo, relatório
especial da Tendências Consultoria (26.05.03), O
Que Divide os Economistas Brasileiros (em PDF)
O custo de chegar ao Poder
(OESP, 01.06.03)
Existe almoço
grátis? (Veja, 11.06.03)
Confiança e
estabilidade (Veja, 06.08.03)
O ocaso do
esquerdismo (Veja,17.09.03)
Inquietos e
executivos (Veja, 26.11.2003)
O ano do fim das
ilusões (Veja, 07.01.04)
Uma nova chance
(Veja, 21.01.04)
Chamada para
despertar (Veja, 18.02.04)
Inflacionismo não
tem cura (Veja, 28.04.2004)
Notas sobre o clima
(Veja, 26.05.04)
Verdades reveladas em 2004 (retrospectiva “filosófica” sobre 2004) (Veja, 05.01.05).
A propósito da novela de Robert Louis Stevenson “O Médico e o Monstro” a leitura
recomendada é de Roger
Shattuck “Conhecimento Proibido” (Companhia das Letras, 1998) . Veja o interessante comentário do Dr. Luis Roberto Sabbato
Para quem suspeita
do “Grande Irmão” e o magnífico artigo do Presidente Fernando Henrique
Cardoso, O
sonho americano (O Globo, 06.02.05).
É
preciso acreditar (Veja, 02.02.05). As políticas macro funcionam melhor quando o executante acredita nelas.
Inflação sem
caráter preparado para a revista FOCO de 15.06.2005.
Os
enigmas da economia de 2005 (originalmente “O piloto sumiu, e não aconteceu
nada”) artigo para a retrospectiva de 2005, edição especial de fim de ano,
Veja (28.12.05).
Para
entender o crescimento (Época, 25.09.06)
Três
dilemas para 2007 (Época, 01.01.07). Veja também, de Alberto Tamer Para onde vai nossa economia? (OESP, 08.02.07).
PAC: um filme
cabeça com truques velhos (Época, 30.01.2007). Também sobre o PAC, ver Piripaque de
Paulo Rabelo de Castro (FSP, 31.01.07) e A
Zelia está de volta, do blog
de Guilherme Fiuza. Sobre o mesmo assunto ver O PAC é pouco (Valor
Econômico, 29.01.2007)de Fábio Giambiagi. Para uma tímida defesa do governo ver Delfim Netto PAC, vale a pena apoiá-lo (FSP, 31.01.07)
As vantagens do pessimismo (ou as previsões de Greenspan) (Época, 12.03.07). Veja, a propósito, o artigo de Antonio Carlos
Lemgruber A nova política monetária (FSP, 12.04.07) e tambem o artigo de
Sete idéias ruins para jogar fora (Época, 20.05.07). Veja também o belo artigo de Mailson da Nóbrega Banco do Sul: de mal a pior OESP (13.05.07). Sobre a entrada da Venezuela e o que se passa
com o Mercosul ver o artigo de Maria Clara do Prado Desmascarando o Mercosul (Valor,
10.05.07). Sobre outra idéia horrível (taxar as exportações) ver, de Alexandre
Schwartsman, Cigarras, formigas e efeitos especiais (FSP, 30.05.07).
Até rádios quebrados estão funcionando (Época, 18.06.07).
É tempo dos neoliberais de ocasião (Época, 22.10.07).
A inovação que falta falta ao governo (Época, 08.10.07).
O Presidente ateniense (Época, 24.09.07). Outro sobre o mesmo tema da "apropriação indébita".
Os dilemas da Dinamarca morena (Época, 10.09.07).
Sobre a "apropriação indébita" do Plano Real e da
estabilidade pelo Presidente Lula e seus áulicos.
Lula e o milagre de 2007 (Época (31.12.07)
A arte de embaralhar causas e efeitos
(Época, 28.02.08). Acerca deste momentoso debate, vale olhar o artigo triunfalista e auto-iludido do senador Mercadante Diziam (FSP, 16.03.08) e a belíssima resposta do senador Arthur Virgilio Tardia Conversão (FSP, 23.03.08). O senador Mercadante rebateu em Diziam ainda (FS, 04.04.08) e foi novamente contestado pelo senado Arthur Virgilio em Distorções ainda (FSP, 20.04.08)>
Sobre lagartixas e dragões (FSP, 05.07.08).
Medo e ganância (FSP, 19.07.08).
Em que planeta? (FSP, 13.09.08). Veja a magnífica charge de Chico Caruso, sobre o encontro dos ex-ministros da Fazenda, e o artigo de Miriam Leitão sobre o encontro Debate Perdido em (O Globo, 13.09.08)
Salários, emprego,
encargos, temas de economia do trabalho
Um mínimo de racionalidade
(OESP & JB, 20.02.00)
A verdade sobre o salário
mínimo em 1940 (OESP & JB, 09.04.00) Veja a propósito o artigo de
Edward Amadeo e Paulo Guilherme Moreira de Melo O salário
mínimo em 1940 e 2000, de 15.05.2000.
A novela do salário
mínimo (17.12.00)
Pela redução do
imposto sobre o emprego (Veja, 14.11.01)
Um novo contrato
social (com Laudelino da Costa Mendes, Veja, 13.03,02) Veja também, do mesmo Laudelino Mendes, Liberdade Liberdade (O Globo, 07.04.07). Em
seguida leia o artigo de Elio Gasperi (FSP, 08.11.2006) Blindagem
para o andar de baixo, e surpreenda-se.
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